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Férias? Não, pá!

por neves, aj, em 30.08.04

(para mal dos meus pecados)
No regresso à escrita dou em título o que  poderá ser a resposta aocomentário (in Bandeira Nacional) do meu amigo e xará (em dobro) AntónioNeves, homem das biologias que ama e difunde a Arte. Obreiro de um sítio sobrea sua simpática Vila Dianteira, criou também blog próprio ondenos presenteia com textos mui agradáveis uns da sua autoria outrossendo importantes e curiosas citações... a visitar.
Merecedor de umajustificação face ao meu silêncio nas páginas do Voz do Seven, tanto maisque o António foi  a minha primeira bússola nestas andanças, resolvifazê-lo publicamente aproveitando assim para de uma só pincelada tapar todasas falhas perante os meus leitores. Leitores que não serão (ainda) muitos, maso que para mim conta é que são fieis e agrada-me imensamente que o Voz do Seven ultrapasse fronteiras,qual  passageiro sem passaporte que tem como destino primordial a Santa Comba que me viu nascer na pessoa de amigose leitores das andanças jornalísticas. Num ápice, ele, o Voz (não consigo encontrar a razão de o ter baptizado masculino)dá os primeiros passos em Santos e mergulhano Atlântico vagando até Luanda, ruma ao Canadá com escala nos EUA e,fazendo uma visita à "Casa do Dragão", pisga-se para outras paragens nãose sabendo até onde já chegou tendo eu apenas referências que em Espanha eFrança já foi amado.
(Em tempo... sendo a internet uma comunicação universal, que os(outros) leitores me desculpem por esta referência simplória aos citadoslocais, mas cada um dos amigos nos referidos pontos merece também aqui pequenodestaque nem que seja de uma forma um pouco esfumada e em entrelinhas.)
A vida é bela
pois é. Poderá ser ambição de cada um  ter uma vida florida, de rosas, masdiz o povo que não há rosa sem espinhos e diga-se que sem eles, sem essasagruras, nem a própria vida  teria sentido. Acontece é que por vezes ascontrariedades são grandes e atrapalham-nos de tal modo que somos obrigados amodificar completamente o rumo dos nossos hábitos. Assim, quis o (nefasto)acaso que casca de banana qualquer me batesse à porta e enviasse para cama dehospital a mulher que foi a razão da minha vinda até estas paragens. Ao baqueinicial, o clarim fez-se ouvir e enfrentando o boi pelos chifres agora aqui em casa luta-se etenta-se rumar em frente. Aqui estou eu, pois, às voltas dos tachos e panelas,roupas e et cetera, sem tempo, aliás pouco tempo e reduzida disposição para aescrita no Voz do Seven. Hoje resolvi fazê-lo, talvez obedecendo a algum pedidosubconsciente de desabafo ou de provar à minha própria mente que a vidacontinua e firmemente me convencer de que não será esta quebradura ou qualquer outra que tivesse sido, o espinho que impedirá a colheita da rosa...
A escrita no Voz do Seven
nos tempos mais próximos não será, assim, com a periodicidade desejada, mas o Voz do Seven (também) nãoesmorecerá. Neste momento coloco-vos à mesa este desabafo justificativo,mais como aperitivo para a entrada que desejo oferecer, talvez logo após a horada janta, sobre os meus Olímpicos... honrando os que merecem e desancar nos mimados que foram passear. Por falar emmesa, está na hora de rumar à cozinha... já vós pelas bandaslusas terão acabado a amena cavaqueira de intervalo de almoço entre os tragos de uma bica, não?

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publicado às 09:22

AAC - História(s) da Briosa

por neves, aj, em 06.08.04

História(s)


Muita História tem a nossa Briosa. E histórias também.
Rebusqueie transcrevo algumas e (também) outros apontamentos interessantes. Fica oalerta de que possíveis imprecisões não serão da inteira responsabilidade doVoz do Seven e como tal agradece-se a sua denúncia para posteriorrectificação. O Cantinho da Briosa lamenta não vos oferecer fotos, muitasfotos, principalmente das mais antigas, mas pormais que navegue não consegue pescar outras além das que vos apresenta.
É pena "andarmos um pouco perdidos à cata" e aproveito desde jápara aqui apresentar uma palavra de protesto por a Nossa Briosa, a UniversalAcadémica de Coimbra não possuir (ainda) um site oficial. Que esta voz seja ouvida pelos "altosresponsáveis".

Eis oque preparei para vós:

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Regresso ao Cantinho

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publicado às 18:40

AAC - A Subida 97

por neves, aj, em 06.08.04

Académica 3-0 Estoril

 

ÉFE-ERRE-Á

Junho, um!

Estive lá e tive o prazer de assistir a uma das mais belas e espectaculares festas do futebol.
Não vou falar da magistral defesa do guarda-redes ou do genial lance do ponta-de-lança (talvez mereça referência o segundo golo), mas sim do "festival" proporcionado pelos intervenientes no espectáculo.
Os jogadores cumpriram, os árbitros também, um rafeiro teimoso e brincalhão entrou e só saiu após placagem do , mas a moldura humana impressionou... na maioria jovens (homens e mulheres), que desde a "onda", aos cânticos alternados de BRIOOOOSA... BRIOOOOSA, passando pelo uníssono A-CA-DÉ-MI-CA,acompanhados pelo frenético agitar das bandeiras e capas negras das mais antiga academia (leia-se associação de estudantes) deste país, entusiasmaram tudo e todos, me levou a pensar que afinal não são "rasca" e que para além da vitória no encontro (subimos à I Liga), da vitória do futebol (zero de violência, xis elevado a éne de amizade, camaradagem) a juventude venceu, como também o "eterno estudante" ganhou.
Ganhou a A.A.C.
Venceu o espírito estudantil.
Um ÉFE-ERRE-Á para vós!
(redigido em Junho 1997)

Regresso ao Cantinho


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publicado às 09:19

A Bandeira Nacional

por neves, aj, em 03.08.04
... aqui fica o protesto ante a Organização da Volta a Portugal.

BandeiraNacional Portuguesa

Mais uma Bandeira!
Tenhamos calma que não fui atacado por febre nacionalistanem estou a tentar mostrar o quanto amo a minha Pátria e tão pouco estou aobedecer a directrizes superiores para que a onda patriótica continue mesmo apóso Euro 2004.
Sou patriota, pois tá claro, mas como já disse nunca fui muito de exteriorizaresse patriotismo, nunca fui de colocar a Bandeira à porta de casa e nem mesmonos nefastos tempos da Mocidade Portuguesa cantei o Hino a plenos pulmões. O que não quer dizer que eu não entre também na onda de revelar o meu portuguesismo em situações como as do Euro 2004 e que não sinta um orgulho bemespecial quando vejo a nossa bandeira hasteada, orgulho esse que aumentou agoraque estou tão distante de casa.
A razão que me leva a colocar aqui a BandeiraNacional Portuguesa, “tirada” do site oficial da Presidência da Repúblicapara que não fiquem dúvidas quanto à sua autenticidade de construção,prende-se com essa mesma construção da nossa bandeira. Chegaram até mim notíciasde que por alturas do Euro 2004 até foram vendidas bandeiras em que os castelosforam substituídos por pagodes chineses ou que o verde e o vermelho entravam emproporções iguais ou mesmo até bandeiras em que aquelas duas cores estavamtrocadas.
Era a febre do Euro... a procura era muita e os espertalhaços viramum furo. Instalou-se o negócio. Fabricou-se e toca a vender. Quem vendia queriafacturar e quem comprava queria era uma bandeira verde e vermelha com uma bolaamarela, pois o vizinho já tinha uma hasteada na varanda e ele, Zé Povinho,também queria mostrar que estava com a Selecção, ora pois. Não culpemosassim o Zé, antes sim quem fabricou e ainda mais quem permitiu que a vendafosse feita.
Bem, após esta longa introdução vamos ao que interessa. Peço então a fineza aosilustres que me lêem que tomem atento na Bandeira Nacional que vos ofereço notopo e que, como refere o sítio da Presidência da República,
“... ébipartida verticalmente em duas cores fundamentais, verde-escuro e escarlate,ficando o verde do lado da tralha [ou seja do lado que se prende a bandeira ao mastro, acrescento eu].Ao centro, e sobreposto à união das duas cores, tem o escudo das armasnacionais...”.
Agora tenham(novamente) a fineza de clicar aqui e reparem na BandeiraNacional que o site oficial da Volta a Portugal em Bicicleta nos oferece... tomem atento no erro do ilustre desenhista ao colocar o vermelho do lado do mastro. É incompreensível que nem uma alma daPAD que organiza, nem da EDP (Electricidade de Portugal) quepatrocina tenha descoberto o erro, grave quanto a mim, e se torno público o meu protesto é porquereclamei no Fórum d’A Volta e simplesmente ignoraram a minha crítica como se decoisa banal se tratasse, quando "A Bandeira Nacional, como símbolo da Pátria, representa a soberania da Nação e a independência, a unidade e a integridade de Portugal, devendo ser respeitada por todos os cidadãos, sob pena de sujeição à cominação prevista na lei penal".
Virá mesmo a propósito dizer que ao invés de estarmos semprea reclamar da Escola que temos talvez devêssemos reclamar mais da (má)qualidade dos meios de comunicação que nos servem,estes sim bem mais influentes na formação ou deformação, como é o caso presente, das mentes dos nossos jovens.
E tenho dito!

Em complemento aqui ficam as regras que regem o uso da Bandeira Nacional.

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publicado às 12:51




  


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