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Tribuna

por neves, aj, em 15.02.05

Ater em conta:
A presente notícia é transcrita, completamente na íntegra,do portal brasileiro A Tribuna Digital,que não é mais que a edição on-line do jornal A TRIBUNA (ver capa),diário da cidade de Santos. O motivo de Voz do Seven não ter feitoligação (link) à notícia prende-se com o facto de ser necessário cadastroprévio para acesso a certos conteúdos do referido portal. 


Domingo,13 de Fevereiro de 2005
Portuguesesescolhem Brasil como seu destino
DaReportagem

 Em janeiro do ano passado, Portugal ganhava uma representação turística doBrasil em Lisboa. Era o início da estratégia do Ministério do Turismo, pormeio do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) e em parceria com a FederaçãoBrasileira de Convention & Visitors Bureau, de abertura de EscritóriosBrasileiros de Turismo (EBTs) no exterior. Passado um ano, o EBT Portugalcomemora resultados e ajusta a estratégia de promoção para continuar ganhandomercado.
  O primeiro grande resultado do EBT, em 2004, foi a parceria com aTAP-Air Portugal, que passou a oferecer em julho três vôos semanais ligandoLisboa a Natal, Rio Grande do Norte. Menos de um ano depois, a companhiaanunciou, durante a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), a quarta freqüênciasemanal para Natal, a partir de abril. ‘‘Nosso objetivo é que essa rota setorne diária no futuro’’, adiantou o vice-presidente executivo da TAP, Luizda Gama Mór. Com isso, passará a somar 39 vôos todas as semanas para seiscapitais brasileiras: as quatro freqüências para Natal e diariamente uma paraRio de Janeiro, São Paulo, Recife, Fortaleza e Salvador.
  Hoje, Mór comemora o que chama de maioridade do turismo brasileirono exterior: ‘‘Nossos interlocutores sempre eram os órgãos de turismo noBrasil, que não viviam a realidade de Portugal. Hoje temos profissionais fantásticosda Embratur aqui na Europa, que acompanham o que acontece nesses mercados’’.Certa de que o País começa a se firmar como pólo turístico internacional, aTAP registrou, nas reservas para a Bahia neste carnaval, por exemplo, umcrescimento de 24,3% em relação ao mesmo período de 2004.
  Também durante a BTL outra companhia aérea portuguesa, a Air Luxor,anunciou uma nova rota para o Brasil: o destino é Salvador, passando por PortoSeguro, na Bahia, num Airbus A330 com capacidade para 387 passageiros.
  Outro ponto positivo colhido pelo EBT foram reportagens publicadasem veículos portugueses especializados e de grande imprensa sobre destinos turísticosnacionais. Por meio de apoios dados pelo escritório, o jornal O Público e asrevistas Blue Travel, Rotas & Destinos, Villas & Golfe, Hole One, PróximaViagem, Gente e Viagens e B (de Brasil) publicaram matérias sobre praticamentetodas as regiões do País. Juntas, somam mais de 1 milhão de euros em mídiaespontânea. ‘‘O Brasil está na moda e gera muito interesse. Em parceriacom os estados e com companhias aéreas viabilizamos viagens, quando necessário,e conseguimos divulgar ao grande público a rica diversidade natural, cultural eétnica do Brasil’’, explica Vera Sanches, executiva responsável pelo EBT.Destinos não muito divulgados, como Santarém, Ilha de Marajó e Belém, no Pará,Porto Velho, em Roraima e Rio Branco, no Acre, puderam ser conhecidos dosportugueses em edição sobre a Amazônia da Rotas & Destinos.
Segundo
  Além de ser um grande portão emissor de turistas europeus para oBrasil, o próprio mercado português vem crescendo substancialmente. Na Europa,atualmente é o segundo país que mais envia turistas ao Brasil, depois daAlemanha (315.532). Foram exatos 228.153 portugueses no Brasil em 2003, contra168.329 em 2002, um aumento de 35,56%. ‘‘É um crescimento muito expressivo,levando-se em conta que, até 2002, Portugal ocupava a quarta posição naEuropa e a oitava no ranking geral’’, avalia Vera. Em 2003, o país puloupara quinta colocação no quadro geral, atrás da Argentina, Estados Unidos,Alemanha, Uruguai. ‘‘Nossa missão agora é fazer com que os númerosaumentem. Há uma procura ainda reprimida pelo Brasil no mercado português.Podemos crescer mais’’, diz.

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publicado às 00:07

NYT

por neves, aj, em 15.02.05

A ter em conta
A presente notícia é transcrita,completamente na íntegra, doportal brasileiro UOL.COM.BR. O motivo de Voz do Seven  não ter feitoligação (link) à notícia prende-se com o facto de ser necessário assinaturaprévia para acesso a certos conteúdos do referido portal.

13/02/2005

Governo do Brasil cede a protestos e reabre a exploração de madeira na Amazônia.
Para grupos ambientalistas, decisão encoraja desobediência dalei.

LARRY ROHTER
No Rio de Janeiro


Para desânimo dos grupos ambientalistas daqui e do exterior, o governo brasileiro restaurou as licenças de exploração de madeira que foram suspensas no ano passado, como parte de um esforço para impedir o desmatamento em áreas de fronteira da Amazônia, onde a floresta está desaparecendo rapidamente.

A mudança ocorreu depois que madeireiros e seus aliados bloquearam uma importante estrada que cruza o coração da floresta e um grande afluente do Rio Amazonas, queimaram ônibus, ameaçaram poluir as águas com produtos químicos e tomaram um aeroporto.

Mas os grupos ambientalistas descreveram a mudança inesperada da política do governo como um revés aos esforços de preservação da Amazônia e disseram que ela apenas encorajará uma maior desobediência da lei em uma área já conhecida pela violência.

"Ceder a chantagem é sempre um perigoso precedente, e eu acho que este é o caso aqui", disse Adriana Ramos, do Instituto Socioambiental, um importante grupo de pesquisa e advocacia. "Não vai demorar muito até outra pessoa aparecer, também querendo forçar negociações unilaterais, então é importante que o governo não enfraqueça a implementação da lei."

Esta disputa é a mais recente de várias desde que Luiz Inácio Lula da Silva e o Partido dos Trabalhadores, de esquerda, assumiram o governo dois anos atrás, e nas quais se curvaram a atos organizados de desobediência civil.

Latifundiários, produtores de arroz e agricultores que bloquearam as estradas no ano passado para impedir a criação de uma reserva indígena no norte da Amazônia também conseguiram o que queriam, e os camponeses sem-terra regularmente invadem e ocupam fazendas sem que nenhuma ação legal seja movida contra eles.

Em 27 de janeiro, uma alta autoridade ambiental no Estado do Pará, no leste da Amazônia, prometeu que o governo "não cederá a chantagens". Mas quando o líder da associação dos madeireiros foi citado como alertando que correria sangue a menos que as exigências do grupo fossem atendidas, e líderes empresariais e políticos nas cidades ao longo da bloqueada rodovia BR-163 começaram a se queixar de que seus suprimentos estavam se esgotando e o comércio normal está quase parando, as autoridades em Brasília aparentemente mudaram de idéia.

O anúncio oficial da mudança foi feito pouco antes do Carnaval, um momento em que a atenção do Brasil está concentrada nas festividades. Os porta-vozes da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, uma ex-seringueira, disseram que ela não estava disponível para entrevistas. Silva foi amiga e aliada do líder ambientalista Chico Mendes, que foi assassinado em 1988 por homens contratados por fazendeiros.

Mas em uma declaração divulgada em Brasília, o governo disse que "não cedeu a nenhuma pressão ou recuou em qualquer uma de suas decisões anteriores". A restauração das licenças para exploração de madeira foi descrita como uma medida "temporária" que visa acabar com "o impasse enfrentado pelos setores produtivos" na Amazônia.

O que está por trás da disputa madeireira é outra questão ainda mais importante: a propriedade de terras na Amazônia. Por toda a selva, mas especialmente na área do Pará ao redor da cidade de Novo Progresso, onde os madeireiros praticaram a desobediência civil, terras de propriedade do governo federal foram ocupadas ilegalmente, subdivididas e então vendidas repetidamente sem títulos de propriedade legais, freqüentemente de um grupo madeireiro para outro.

Segundo a regulamentação anunciada no ano passado, o governo cancelou o registro de grandes propriedades na região. Os requerentes tinham até 31 de janeiro para fornecer documentação apropriada para um novo registro ou enfrentariam uma eventual expulsão das propriedades que ocupam, um prazo que o governo concordou em prorrogar no acordo que negociou com os madeireiros rebeldes.

Os madeireiros também foram acusados de empregar trabalho escravo, não pagar impostos sobre seus lucros e subornar burocratas para obtenção de licenças de exportação. "Se propriamente implementada, a regulamentação de terras poderá ser um instrumento importante no enfraquecimento de todo o sistema que predomina na região", disse Ramos.

O governo Lula disse que pretende introduzir uma legislação neste mês que praticamente encerrará a prática de permitir que terras públicas na Amazônia sejam ocupadas por interesses privados e então vendidas. Em vez disto, as empresas e indivíduos receberiam concessões de lotes por períodos fixos, durante os quais a extração de madeira e outras atividades seriam permitidas, mas rigidamente monitoradas e controladas.

"Obviamente, não é possível colocar um policial sob cada árvore", disse Paulo Adario, o coordenador de campanha para Amazônia do Greenpeace, em uma entrevista por telefone, em Manaus. "Mas é possível dar passos para colocar atividades que atualmente são clandestinas em um sistema regulamentado, legalizado, se for possível passar esta proposta pelo Congresso sem que seja modificada demais."

Leis não cumpridas

Um esboço inicial da proposta do governo vazou para a imprensa brasileira no ano passado e foi retratada como uma entrega da selva para empreendimentos comerciais predatórios, a maioria estrangeiros. Grupos ambientalistas disseram que foi uma descaracterização da medida com motivação política, cujo sucesso final dependeria da capacidade e disposição do governo de manter seu cumprimento.

"A intenção é ser capaz de governar a extração de madeira, mas não está claro para mim que um sistema de concessão será capaz de fazer isto", disse Stephan Schwartzman da Environmental Defense, que visitou a área de conflito no mês passado. "Nós sabemos, por exemplo, que as concessões de madeira na Indonésia não fizeram nada pela floresta ou pelas comunidades nativas."

O órgão de defesa ambiental do governo sempre se queixou que a falta crônica de dinheiro e pessoal a impede de aplicar as leis que, apesar de parecerem duras no papel, são amplamente ignoradas.

"A extração de madeira começa em junho", com a chegada da estação seca da Amazônia, disse Adario, "então teremos que esperar para ver se teremos uma extração legal neste ano".

"Todos estão posicionando seus tanques", disse ele. "O verdadeiro combate ocorrerá daqui para frente."

Tradução: George El Khouri Andolfato
Visite o site do The New York Times

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publicado às 00:06

Dos jornais

por neves, aj, em 15.02.05


Governodo Brasil cede a protestos e reabre a exploração de madeira na Amazônia
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Portugueses escolhem Brasil comoseu destinolernotícia

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publicado às 00:05




  


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