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(ainda) o aniversário da minha cidade

por neves, aj, em 16.05.05
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Nopassado dia 13 de Maio, como já sabeis, a minha cidade de <ahref="http://pt.wikipedia.org/wiki/santa_comba_dão"target="_blank">SantaComba Dão</a> festejou 6 anos de vida.Voz do Seven, emmanifesta falta de tempo, só pôde elaborar pequeno e <ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/194837.html"target="_blank">simplespostal</a>, mas hoje vem acrescentar algo mais e fazde imediato o convite para a <ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/195183.html"target="_blank">leiturade artigo</a> que o Neves, AJelaborou sob o título "Umameia-dúzia de anos" e foi publicado no último número do jornal Defesa da Beira,semanário que defende os interesses da região em que SantaComba está inserida.

Defesa da Beira
SEMANÁRIO REGIONALISTA

O Jornal de maior tiragem da Beira Alta
Ano 64° – 13 Maio 2005 – N° 3155

CrónicasMinhas
<ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/195183.html"target="_blank">Umameia-dúzia de anos, por Neves, AJ</a>

Seisanos de vida... que por mera coincidência, ou talvez não, foramfestejados conjuntamente com o aniversário do dia anterior. A ementa do opíparo almoço constou de Arroz de Tomate acompanhando estaladiçosBolinhos de Bacalhau confeccionados por este que vos escreve eque se não ficaram tão saborosos quanto os da minha cunhada do Café Tonel vosgaranto que deu para "matar aquela saudadezinha". À sobremesa foi servido Leite Creme, gulosice em que Voz do Seven já virou craque... "mi perdoem a imodéstia".
Seisanos de vida... com a frase a cirandar pela mente, Voz do Sevensente-se na obrigação de fazer esclarecimento, porque aoocasional visitante até pode dar a ideia que a terra que guardaas suas origens é (ainda) uma jovenzinha, qual filha (ainda) adescobrir o rumo da vida, quando afinal ela já é muito mais quemãe e avó passando para além de tetravó e perdendo-se nasinfinitas designações dos antepassados que a mente humana possaimaginar.
É uma verdade que foi a 13 de Maio de 1999 que a
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<div align="center"><center><table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#4D61B3"><a href="http://www.cm-santacombadao.pt/temas/06.01concelho/fotos/foto_06.01.01_003_GR.gif" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/Diversos/bandeiracidadeentradaaindaoaniversario.gif" alt="Image hosted by Photobucket.com" border="0" width="324" height="216"></a></td> </tr></table></center></div><p align="justify"><font color="#4D61B3" size="2" face="Verdana"><strong>Nopassado dia 13 de Maio, como já sabeis, a minha cidade de </strong></font><ahref="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Comba_Dão"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>SantaComba Dão</strong></font></a><font color="#406CBF" size="2"face="Verdana"><strong> festejou 6 anos de vida.Voz do Seven, emmanifesta falta de tempo, só pôde elaborar pequeno e </strong></font><ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/194837.html"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>simplespostal</strong></font></a><font color="#406CBF" size="2"face="Verdana"><strong>, mas hoje vem acrescentar algo mais e fazde imediato o convite para a </strong></font><ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/195183.html"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>leiturade artigo</strong></font></a><font color="#406CBF" size="2"face="Verdana"><strong> que o </strong><em><strong>Neves, AJ</strong></em><strong>elaborou sob o título "Umameia-dúzia de anos" e foi publicado no último número do jornal Defesa da Beira,semanário que defende os interesses da região em que SantaComba está inserida.</strong></font></p><div align="center"><center><table border="3" cellpadding="2" bordercolor="#FF7777"> <tr> <td align="center" bgcolor="#D8D8D8"><font color="#F7553E" size="6"><strong>Defesa da Beira</strong></font><font size="2"><br> <strong>SEMANÁRIO REGIONALISTA</strong></font><br> <font size="3">O Jornal de maior tiragem da Beira Alta</font><font size="2"><br> Ano 64° &#150; 13 Maio 2005 &#150; N° 3155</font></td> </tr></table></center></div><p align="center"><font size="3" face="Arial"><strong>CrónicasMinhas</strong><br></font><ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/195183.html"target="_blank"><font color="#000000" size="2" face="Arial"><strong>Umameia-dúzia de anos, </strong>por Neves, AJ</font></a></p><p align="justify"><font color="#4D61B3" size="2" face="Verdana"><strong>Seisanos de vida... que por mera coincidência, ou talvez não, foramfestejados conjuntamente com o aniversário do dia anterior. A ementa do opíparo almoço constou de Arroz de Tomate acompanhando estaladiçosBolinhos de Bacalhau confeccionados por este que vos escreve eque se não ficaram tão saborosos quanto os da minha cunhada do Café Tonel vosgaranto que deu para &quot;matar aquela saudadezinha&quot;. À sobremesa foi servido Leite Creme, <i>gulosice</i> em que Voz do Seven já virou craque... "mi perdoem a imodéstia".<br>Seisanos de vida... com a frase a cirandar pela mente, Voz do Sevensente-se na obrigação de fazer esclarecimento, porque aoocasional visitante até pode dar a ideia que a terra que guardaas suas origens é (ainda) uma jovenzinha, qual filha (ainda) adescobrir o rumo da vida, quando afinal ela já é muito mais quemãe e avó passando para além de tetravó e perdendo-se nasinfinitas designações dos antepassados que a mente humana possaimaginar.<br>É uma verdade que foi a 13 de Maio de 1999 que a </strong></font><ahref="http://www.parlamento.pt/" target="_blank"><fontcolor="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>Assembleia daRepública</strong></font></a><font color="#C4C400" size="2"face="Verdana"><strong> </strong></font><font color="#4D61B3"size="2" face="Verdana"><strong>Portuguesa, a </strong></font><ahref="http://www2.camara.gov.br/" target="_blank"><fontcolor="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>Câmara dosDeputados</strong></font></a><font color="#4D61B3" size="2"face="Verdana"><strong>, determinou a </strong></font><ahref="http://www.cm-santacombadao.pt/portal/page?_pageid=239,1337819&_dad=portal&_schema=PORTAL"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>elevaçãoà categoria de cidade</strong></font></a><font color="#4D61B3"size="2" face="Verdana"><strong> da então vila de Santa CombaDão. Mas, já antes, muito antes, a História nos relata sobreSanta Comba. Tão antes que os primeiros escritos nos falam de </strong><em><strong>cartasde doação</strong></em><strong> datadas de 974 e 975 e que porvolta de 1102 </strong><em><strong>os moradores de Santa Comba eTreixedo</strong></em><strong> teriam recebido </strong><em><strong>cartade foro</strong></em><strong> (por D. Henrique, pai de AfonsoHenriques) bem antes, portanto, da fundação da nacionalidade,da constituição do </strong></font><ahref="http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal" target="_blank"><fontcolor="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>PortugalIndependente</strong></font></a><font color="#4D61B3" size="2"face="Verdana"><strong> (1143 a data mais aceite) por </strong></font><ahref="http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_Henriques"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>D.Afonso Henriques</strong></font></a><font color="#4D61B3"size="2" face="Verdana"><strong>, nosso primeiro rei... mas para saber mais sobre a "minha cidade" nadamelhor que vos encaminhar para o portal da </strong></font><ahref="http://www.cm-santacombadao.pt/portal/page?_pageid=239,1337849&_dad=portal&_schema=PORTAL"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>CâmaraMunicipal</strong></font></a><font color="#4D61B3" size="2"face="Verdana"><strong> (Prefeitura se visto em perspectivabrasileira) onde ainda tomareis conhecimentode outro registo digno de assinalar, quiçá o que já defineSanta Comba como burgo, e datado de 12 de Setembro de 1514, o </strong></font><ahref="http://www.flickr.com/photos/vozdoseven/2185614858/in/set-72157603698494939/"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>Foralde Santa Comba Dão</strong></font></a><font color="#4D61B3"size="2" face="Verdana"><strong> outorgado por El-rei D. ManuelI, o Venturoso, o monarca que permitiu que </strong></font><ahref="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Álvares_Cabral"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>Cabral</strong></font></a><fontcolor="#4D61B3" size="2" face="Verdana"><strong> se aventurassemar adentro até a estas terras onde agora resido.<br>Entusiamado em falar saudosamente de suas origens, Voz do Seventem no entanto de refrear a vontade de continuar... o tempodiário disponível para estas andanças da escrita já há muitofindou e para além do mais a &quot;espinha na garganta do álbumde fotos que ainda não fez&quot; está a fazer mossa naatenção, lembrando constantemente que já é tempo, que jáestá na altura de acabar com a vergonhosa ousadia de Voz doSeven ainda não ter colocado no ar um Álbum de Fotos sobre </strong></font><ahref="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Comba_Dão"target="_blank"><font color="#C4C400" size="2" face="Verdana"><strong>SantaComba Dão</strong></font></a><font color="#4D61B3" size="2"face="Verdana"><strong> condigno com a sua História e a suabeleza.<br>Um tempinho mais, ok?</strong><br><a name="aindaaniversariofinal"></a>

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publicado às 13:39

Uma meia-dúzia de anos...

por neves, aj, em 16.05.05

Defesada Beira

SEMANÁRIO REGIONALISTA

O Jornal de maior tiragem daBeira Alta
Ano 64° – 13 Maio 2005 – N° 3155


Crónicas Minhas

Uma meia-dúzia de anos

São Paulo, 08/Maio/2005

É meu desejo queconsidereis que hoje é dia 13 de Maio, dia em que a nossa cidadede Santa Comba Dão festeja seis anos de vida... e diga-se jáque não tenho pejo algum em aplicar o termo vida mesmo que sejainterpretado no seu sentido biológico, porque o sangue de umacidade são as gentes que fazem parte dela, as que contribuempara o seu engrandecimento, sejam elas as naturais sejam asresidentes por opção ou por factos circunstanciais e atémesmo, porque não, aquelas outras pessoas que apesar de seencontrarem longe a têm no coração.
Santa Comba está de parabéns, faz-se a saudação e pouco maisesta Crónica Minha pode focar, porque conforme já disse, paramim cada vez se torna mais difícil escrever sobre a nossaterra... não vejo, não ouço e na escrita, principalmente ajornalística, a observação torna-se importante senãoimperiosa. É verdade que muito factos chegam até mim atravésdo Defesa e do portal (internet) da Câmara Municipal, mas mesmoassim torna-se difícil, e até perigoso, escrever e como nãotenho muito jeito p'ra bater palmas às escuras ou criticardesalmadamente prefiro calar-me e falar p'ros meus botões.
Bem... mas há pelo menos uma notícia que me deixou bastanteentristecido, me leva a falar e é também por via dela que aminha memória voa longe neste preciso momento, neste Domingosegundo de Maio, que por estas terras tropicais às voltas com asaragens outonais, comemora o Dia das Mães. Mas, não foipropriamente minha mãe que me ocupou a lembrança, antes sim oZé Neves, meu pai, quando me levava ainda pela mão até àAlfaiataria que já é um dos ex-líbris do Largo doBalcão (abriu as suas portas em Agosto de 1955).
Já lá vão mais de 40 anos e recordo a alegria ímpar de"ir à vila" e ser o alvo das atenções por pessoasque ainda hoje recordo com estima... os empregados do café ondeagora é o Banco, os motoristas de táxis que na altura sechamavam carros de aluguer, os funcionários da loja de meu pai etantos outros que a memória lembra bem, mas que não nomeia porora, pois o rumo do presente texto é outro.
A liberdade de meus movimentos limitava-se a brincar com os ceposque os alfaiates usam para apoio e descanso das pernas, com os carrinhosde linha e botões e se colocava os pés no passeiodefronte da alfaiataria jamais eles poderiam pisar o asfalto...os vigilantes eram milhentos e só com o tempo é quecomecei a ter permissão de ir mais além, passeio afora... seriaassim por esta altura dos meus 5-6 anos de idade que teria feitoconhecimento com o engenho que agora, segundocontam, querem destruir.
O simples facto de tal monumento, verdadeiro monstro graníticotrabalhado, ser testemunhado por nós, os da minha geração cujaidade ronda o meio século de vida, já deveria ser motivo de umamais elevada estima... acrescentando agora que ele, o monumento,já permitia a rega de culturas muitos anos antes de nascermos,pensa-se que jamais deveria ser destruído.
Dir-me-ão que o progresso não se compadece. Mas será mesmoassim? O progresso é sempre bem vindo desde que preservando amemória das cidades, que é afinal, e voltando ao início dotexto, a memória das gentes que as constroem. Quanto a nós,tudo pode ser possível se a tal não faltar o engenhoe a arte e digo isto porque já vi árvore centenária a fazer"centro de sala" em moradia e até penedo em cantode divisão que para além de embelezar poderá ter tido oseu lado de utilidade construtora.

Afinal parece queestive a escrever p'ras moscas... com mágoa e em desabafo odigo. Falava eu em termos hipotéticos e durante telefonematransatlântico foi-me dito, neste Dia das Mães, que amãe-terra tinha levado duro golpe, que, enfim, o engenhojá era... fiquei sem assunto e com aspernas da memória completamente trucidadas já não dá paravoltar atrás. Mesmo assim o texto vai seguir, mais não me restaque finalizar e tentar arranjar um desembarque airoso deste barcosem convés em que me meti... em busca do tal "rematefinal" que os redactores tanto gostam mais não me ocorreque desejar que os santacombadenses se sintam felizes neste sextoaniversário da sua cidade.
Post Scriptum – Não posso deixar de mencionar quetambém num dia 13 de Maio, mas do ano de 1888, foi abolida aescravatura no Brasil. A assinatura dessa lei abolicionista, aLei Áurea, foi feita pela Princesa Regente D. Isabel, filha doImperador D. Pedro II (na altura em viagem pela Europa) e neta deD. Pedro I do Brasil, o "nosso" D. Pedro IV.

<ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/099729.html#assinaturaajneves"target="_blank"><imgsrc="http://img.photobucket.com/albums/v642/seven2005/diversos/ajneves.jpg"alt="image>
razões duma assinatura</a>

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publicado às 13:22

a frase é de Romário e aplicou-a estampada emcamiseta durante desafio de futebol
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Eu sou um menino Down que vos convida a conhecer meu mundo...

Sensibilizado, Vozdo Seven registou e hoje solidariza-se redigindo pequeno artigo...

O referido jogo,entre as Selecções Brasileira e da Guatemala tevecomo finalidade a comemoração dos 40 anos da Rede Globo deTelevisão e, juntando o útil ao agradável, serviu também paraprestar homenagem àquele que foi um dos jogadores maistalentosos do Brasil. Irreverente quanto baste, continua com ateimosia de não querer pendurar as chuteiras, e com os seus 39anos lá vai marcando o seu golito, de vez em quando, com acamisola do Vasco da Gama. Não se pretende aqui discutir seconcordamos ou não com a continuidade da sua carreira de jogador(tão discutida nas tevês) nem com a opção do Vasco em ter nassuas fileiras um jogador quase parado na área (mas quevende ingressos) e muito menos analisar as opiniões emitidaspelo Romário cidadão que, por vezes, deixam muito adesejar, não respeitando quem quer que seja e algumas dessasvezes as pessoas atingidas até são verdadeiros ícones dofutebol brasileiro.

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O que nosinteressa, aqui e agora, é enaltecer o nobre gesto e de coragem deRomário pai em mostrar ao Brasil e ao Mundo o amor porsua filha Ivy portadora da Síndrome de Down. A homenagemaconteceu após a marcação de um golo durante o desafio dasreferidas selecções nos finais do mês de Abril e a razão deVoz do Seven fazer notícia tardiamente talvez se prenda com ofacto de só hoje ter <ahref="http://caras.uol.com.br/destaqueinterna15_139.vxlpub"target="_blank">descobertonotícia</a>com foto de um Romário "diferente" com sua filha Ivyao colo o que nos deixou fragilmente sensibilizados.
Mas, a irreverência do homem Romário não consegue assentar ejá diz que
<ahref="http://www.netvasco.com.br/news/noticias12/24499.shtml"target="_blank">desejamais um</a>desafio de despedida da Selecção Canarinha. É que,diz ele "... as letras [da inscrição] ficaram muitopequenas. No próximo jogo de despedida, vou fazer outrahomenagem para a Ivy..."
... se esta nova despedida tiver por base, para além dahomenagem a Ivy, a divulgação e informação desta alteraçãogenética (jamais doença ou o pejorativo mongolismo), se maisessa homenagem que desejas for feita como uma forma deluta contra o preconceito e discriminação e também deangariação de fundos para associações ou federações que sedediquem à Trissonomia 21, então Voz do Seven concordaplenamente contigo caro Romário e até te pede, por fazeresparte das figuras públicas, que abraces esta causa "de almae coração".

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publicado às 03:43




  


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