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Espanha - Anarquismo...

por neves, aj, em 03.01.06

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<p align="center" class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="495"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/fotogoulart.jpg" alt="Image hosted by Photobucket.com" width="137" height="164"><br> <font face="Times New Roman" color="#008080" size="2"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td><p align="justify"><font face="Times New Roman" color="#000080" size="4"><b>Espanha &#150; Anarquismo continua a reinar...</b></font></p> <p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana"><strong>O Anarquismo real é altamente organizado e permite a participação de todos&#133;</strong></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">De todos os paísesocidentais é a Espanha onde a influência Anarquista predominou.Introduzido no último século, rapidamente se espalhou ao longodo país. Isto conduziu à formação da União Anarquista C.N.T.(Confederação Nacional dos Trabalhadores) em 1911. Nesses anosaté o começo da guerra civil espanhola em 1936 a CNT teve maisde dois milhões de sócios. Era o principal sindicato na maioriadas áreas industrializadas, especialmente na Catalunha e na suacapital Barcelona. Também teve uma grande base entre ostrabalhadores e pequenos camponeses na maioria das províncias. <br>A CNT era uma união revolucionária de trabalhadores(normalmente apresentava como Sindicalista ouAnarco-Sindicalista). Seu papel era dobrado. Primeiramente lutarpara melhorar as condições dos trabalhadores e secundariamenteorganizar a subversão do capitalismo. Suas convicções foramtraduzidas em acção a cada oportunidade e esta tradição dosmilitantes atraiu centenas de milhares de trabalhadores. <br>A CNT organizou-se nos locais de trabalho. A Cada categoria seuniram em uma federação com outra categoria na sua região paraformar um comité regional. Estes comités regionais foramfederados em uma base nacional e foram formados um comiténacional. Dentro de cada indústria particular havia também umafederação regional e nacional. <br>As assembleias de trabalhadores eram o coração da CNT. Estastomaram as decisões e elegiam os delegados a nível regional enacional. Todos os delegados poderiam ser recordados e substituídospela assembleia se os sócios não estivessem satisfeitos com asua conduta. Assim, nenhuma decisão poderia ser tomada semconsultar os sócios. Não havia nenhum burocrata de tempointegral trabalhando no sindicato além do controle dostrabalhadores. <br>O número de funcionários de tempo integral era mínimo. Eleseram elegidos para períodos especificados depois dos quais elesdeveriam voltar ao trabalho anterior. A todo momento eles estavamsujeito ao controle dos sindicalizados. A experiência e organizaçãoda CNT nos mostra que ao contrário dos Anarquistas de convicçãopopulares não é anti organização. O Anarquismo real éaltamente organizado e permite a participação de todos. Écontra a centralização. O que é importante é que esses aocentro são móveis e directamente responsáveis, são eleitospara nos representar. <br></font></p>

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publicado às 18:54

Os velhos constroem bombas...

por neves, aj, em 03.01.06

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<p align="center" class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="495"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/fotogoulart.jpg" alt="Image hosted by Photobucket.com" width="137" height="164"><br> <font face="Times New Roman" color="#008080" size="2"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td><p align="justify"><font face="Times New Roman" color="#000080" size="4"><b>Os velhos constroem bombas e são génios, os jovens escutam </b><em><b>rock</b></em><b> e são loucos...</b></font></p> <p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana"><strong>Os terroristas não somos nós &#147;ANARQUISTAS&#148;, os poderosos do mundo esses sim é que fomentam o terrorismo&#133;</strong></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Algo não batecerto neste meu &#147;mundo&#148;, existe uma força que me põemal com os outros e bem comigo. É essa a razão do meu viver,sofrer e não ser compreendido.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Vivo num mundode desigualdades, tento lutar por um mundo melhor e mais justoonde haja a igualdade dos povos.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Renasci dascinzas e do pó, tento criar uma imagem que é o espelho darevolta de muitos homens, o relógio do tempo não pára e omundo continua a avançar num ritmo louco, caminhamos para um&#147;fim&#148;. É preciso fazer algo, criar um mundo melhoronde não haja guerras, mas sim paz e amor.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Entramos, oumelhor estamos na era do terrorismo onde as armas, o ódiocomanda as nossas mentes. É preciso combater o terrorismo e osterroristas.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Os terroristasnão somos nós &#147;ANARQUISTAS&#148;, os poderosos do mundoesses sim é que fomentam o terrorismo&#133;</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">O terrorismo éum conjunto de actos de violência cometidos por umaorganização para criar um clima de insegurança ou derrubar ogoverno estabelecido. O terrorista é aquele que participa numacto de terrorismo, o seu preço é o &#147;sangue e amorte&#148;.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Acçõesterroristas com motivação politica são um dos factos marcantesdo Séc XX e XXI. Embora não correspondam a um fenómenoespecífico do século, é neste período que se afirmam,sobretudo a partir dos anos 60. A agenda dos grupos terroristasassenta na demonstração da capacidade de enfrentar o Estado, delhe infligir danos e de alcançar reconhecimento no planopolítico. Este é o perfil do terrorismo clássico, em que nãose enquadram factos como o que se está a passar hoje em dia.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Semana a semana,dia a dia o terrorismo avança sem dar tréguas, é preciso umponto final para quem faz a guerra, é preciso acabar com asditaduras.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Os grandessenhores do terror são actualmente os donos do mundo, fazem oque lhes vai na cabeça, pretendem sim marcar presença nopresente para num futuro próximo serem os heróis do séculoXXI.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Nos anos 90 aArgélia e o Afeganistão tornaram-se os principais centros deviolência Islamita. Na actualidade a violência e o terrorismoespalha-se por toda a Europa e por todo o mundo, porquê???...</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">O que fizemos demal, será castigo de Deus???...</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Será essa umaforma de castigo de uma força divina ou será um fim anunciadopelo homem. Já pouco nada resta deste mundo louco, é precisotravar e arranjar soluções o mais rápido possível para quehaja paz e igualdade entre os povos.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">É precisourgente uma nova ordem mundial, &#147;Igualdade e Liberdade detodas as nações oprimidas&#148;. </font><br></p>

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publicado às 18:43

Nevrite, filha dum cobrão

por neves, aj, em 03.01.06

(devido a tãoilustre visita assim se explica a ausência, por desassossego, detextos meus, tentando-se remediar o caso com a publicação deentradas que não são mais que transcrições)

Os que nosacompanham nesta luta de espalhar a palavra pelo mundo afora sãosabedores do ataque de <ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/2005/12/cobreiro_cobrel.html"target="_blank">HerpesZoster</a> (ou Zóster, grafia que também encontrámos) deque fui alvo nos primeiros dias do passado mês de Dezembro doano ido de 2005.
Fez-se escrita e falei-vos das minhas, melhor das nossas (nãoesquecer que a minha companheira esteve e está sempre comigo)peripécias nos Hospitais... inevitavelmente, também vos relateias dores brutais que acompanham a maleita, mas na última dascrónicas escrita com espírito bem animado, já vos contava queas melhoras vinham a caminho.

Puro engano,caros amigos e leitores...

Se quanto àsbolhinhas (que não passaram disso, mas que se estendiam por umafaixa mais ou menos longa, formando uma zona como uma cinta...daí a denominação de zóster), dizia eu que se quanto àslesões cutâneas nada havia a reclamar, pois elas evoluíam paraa cura secando sem incómodo, já quanto à dor...ai... ai... éque quando eu pensava que a calmaria de noites mais ou menos bemdormidas já seria uma constante, sinal inequívoco que o cobreiroestava de abalada, eis que começo a sentir um incómodo, isso,incómodo acompanhado de uma imperosidade enorme de coçar toda azona atingida.
Passou um dia, talvez dois, essas dores aumentaram e a dúvidainstalou-se na minha mente... seria o reavivar da doença ou tudoseria culpa das horas sentadas em frente ao computador? AVéspera de Natal chegou e nem o bacalhau nem as rabanadastiveram força para me acalmar. Aguentei o Dia de Natal, porquecomo sabemos nem todos os dias são Natal e não me apeteceu irchatear o pessoal da urgência, mas no dia imediato e logo pelonascer da aurora fui "fazer uma urgência" ao
<ahref="http://www.emilioribas.sp.gov.br/">

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<p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">(devido a tãoilustre visita assim se explica a ausência, por desassossego, detextos meus, tentando-se remediar o caso com a publicação deentradas que não são mais que transcrições)</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Os que nosacompanham nesta luta de espalhar a palavra pelo mundo afora sãosabedores do ataque de </font><ahref="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/2005/12/cobreiro_cobrel.html"target="_blank"><font color="#000080" size="2" face="Verdana"><strong>HerpesZoster</strong></font></a><font color="#000080" size="2"face="Verdana"> (ou Zóster, grafia que também encontrámos) deque fui alvo nos primeiros dias do passado mês de Dezembro doano ido de 2005. <br>Fez-se escrita e falei-vos das minhas, melhor das nossas (nãoesquecer que a minha companheira esteve e está sempre comigo)peripécias nos Hospitais... inevitavelmente, também vos relateias dores brutais que acompanham a maleita, mas na última dascrónicas escrita com espírito bem animado, já vos contava queas melhoras vinham a caminho. </font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Puro engano,caros amigos e leitores...</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Se quanto àsbolhinhas (que não passaram disso, mas que se estendiam por umafaixa mais ou menos longa, formando uma zona como uma cinta...daí a denominação de zóster), dizia eu que se quanto àslesões cutâneas nada havia a reclamar, pois elas evoluíam paraa cura secando sem incómodo, já quanto à dor...ai... ai... éque quando eu pensava que a calmaria de noites mais ou menos bemdormidas já seria uma constante, sinal inequívoco que o <em>cobreiro</em>estava de abalada, eis que começo a sentir um incómodo, isso,incómodo acompanhado de uma imperosidade enorme de coçar toda azona atingida.<br>Passou um dia, talvez dois, essas dores aumentaram e a dúvidainstalou-se na minha mente... seria o reavivar da doença ou tudoseria culpa das horas sentadas em frente ao computador? AVéspera de Natal chegou e nem o bacalhau nem as rabanadastiveram força para me acalmar. Aguentei o Dia de Natal, porquecomo sabemos nem todos os dias são Natal e não me apeteceu irchatear o pessoal da urgência, mas no dia imediato e logo pelonascer da aurora fui &quot;fazer uma urgência&quot; ao </font><ahref="http://www.emilioribas.sp.gov.br/" target="_blank"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana"><strong>Instituto EmílioRibas</strong></font></a><font color="#000080" size="2"face="Verdana">.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Está na hora devos falar deste Instituro de Infectologia onde me desloquei (aconselho de pessoa amiga ligada à saúde) dias após a doençaser diagnosticada, porque certamente se lembram na últimacrónica eu dizer que era do meu interesse investigar estadiminuição da defesa imunológica de que fui alvo e quepermitiu o aparecimento do Herpes. Conhecido como o Hospital daAIDS/SIDA, deu-nos a impressão que cada utente carrega às costas o pesado fardo do preconceito social logo por entrar nesta instalaçãohospitalar. Na sala de espera as pessoas só se olham fugazmente,em olhares vazios e desviantes (eu não estou aqui) as conversas estão completamenteausentes e os semblantes bem carregados... valha-nos oatendimento altamente carinhoso e humano das gentes hospitalares(preparação profissional mais cuidada? talvez) e, repare-se, aespera, em comodidade, pela nossa vez é ao ar livre (com cobertura paraprotecção das chuvas) o que me permitiu combater a ansiedade,fumegando. Neste primeiro contacto, o médico confirmou o Herpes,mandou-me prolongar o tratamento com <em>aciclovir</em>, umantiviral e... em conversa deveras animada e contangiante,falando-me da maleita, das causas, se eu sabia a que se dedicavao Emílio Ribas diz-me de chofre: &quot;vamos fazer uma análiseao sangue... autoriza que se faça a pesquisa de anticorposanti-HIV, o chamado teste rápido ao HIV?&quot;. Apanhado desurpresa fiquei a olhar para o homem... desviei o olhar para aminha mulher e, antes de responder ao médico que sim queautorizava, ainda tive tempo para pensar &quot;se fujo comoexplicar à mulher o porquê?&quot;. <br>Passadas quatro (longas) horas, esta hipótese de possívelcausa da falha na defesa imunológica foi descartada e omédico aconselhou-me, sem sobresaltos, a ver a próstata e opulmão... o pulmão, este sim assusta-me um pouco, mas nãovamos fugir e sim enfrentar o touro pelos chifres... a seu tempo.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">E, assim, foidevido ao facto de ter ficado &quot;cliente&quot; (tenho consultadia 5) que eu na segunda-feira a seguir ao Natal fiz a talurgência referida dois parágrafos atrás. Não foi necessáriauma História Clínica muito longa...perdeu-se mais tempo foi atentar definir a dor, mas como diria </font><ahref="http://www.citi.pt/hermanet/frameset_criacoes.html"target="_blank"><font color="#000080" size="2" face="Verdana"><strong>DiáconoRemédios</strong></font></a><font color="#000080" size="2"face="Verdana">... <em>ó meus amigos não havia nechexidade</em>,porque numa situação destas todo e qualquer tipo de dor que fazparte do cardápio dos compêndios da Medicina também existe nacabeça do paciente... o médico diagnosticou nevralgiapós-herpética devido a nevrite dos nervos atingidos... ora tomalá.</font></p><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana">Estou medicado,mas o médico lá me foi avisando que isto vai demorar podendoser necessária a visita ao neurologista e aprendendo a viver coma nevralgia, também verdadeira filha dum cobrão, aprendi aindaem </font><a href="http://boasaude.uol.com.br/dic/"target="_blank"><font color="#000080" size="2" face="Verdana"><strong>dicionáriomédico</strong></font></a><font color="#000080" size="2"face="Verdana"> que ela, a dor, se pode caracterizar como&quot;descarga eléctrica&quot;... quem escreveu isto tem razãoe tirando os episódios de verdadeiro desassossego, em que melevanto, sento, deito e torno a levantar, a vida corre, ora pois,e saudei o Novo Ano de 2006 que espero tenha o poder deexorcizar o maldito cobreiro, cobrelo, cobrão, zona, aliás as sequelas.</font></p><div align="right"><table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0"> <tr> <td> <p style="line-height: 130%"><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/2005/12/dores_de_parto.html" target="_blank"><font color="#F13D07" size="1" face="Verdana"><b>Dores de Parto</b></font></a></td> <td> <p style="line-height: 130%"> </td> </tr> <tr> <td> <p style="line-height: 130%"><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/2005/12/cobreiro_cobrel.html" target="_blank"><font color="#F13D07" size="1" face="Verdana"><b>Cobreiro, cobrelo, cobrão, zona...</b></font></a></td> <td> <p style="line-height: 130%"> </td> </tr></table></div>

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publicado às 16:51




  


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