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O capitalismo sustenta todas as guerras

por neves, aj, em 31.01.06

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="495"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/fotogoulart.jpg" alt="Image hosted by Photobucket.com" width="137" height="164"><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td><p align="justify"><font color="#000080" size="4" face="Times New Roman"><b>O capitalismo sustenta todas as guerras</b></font></p> <p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><b>Em 2006 a paz mundial continua a estar longe de ser alcançada, impossibilitada pela proliferação de forças militares, o braço armado do Estado, em todo o mundo.</b></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><br><br><br>Em 2006 a paz mundial continua a estar longe de ser alcançada, impossibilitada pela proliferação de forças militares, o braço armado do Estado, em todo o mundo. Esse processo de militarização tem sido estimulado pelos média a serviço do capital e por organizações internacionais comprometidas com a nova “desordem mundial”. Sob o pretexto da defesa dos direitos humanos, de combater pela democracia ou de combater o terrorismo os Estados, em todo o mundo, continua-se a executar incríveis atrocidades contra seus povos e o meio ambiente.<br><br>Dentro das próprias fronteiras os exércitos desviam recursos orçamentários com fins sociais (saúde, educação, moradia, transporte, etc.) para pagar os que têm como tarefa matar e para comprar armamentos, enriquecendo os fabricantes e mercadores de armas. Os enormes lucros criados pela manutenção e desenvolvimento das forças armadas são parte integrante do sistema de desenvolvimento capitalista, do imperialismo e da repressão social. Estes exércitos criam uma cultura de virilidade, violência, sexismo, nacionalismo e sacrifício inútil de vidas. O pretexto do terrorismo é usado para justificar a repressão e o controle sobre os movimentos sociais.<br><br>Qualquer ameaça ao Estado e ao capitalismo (revoluções, revoltas, distúrbios) é brutalmente reprimida pelas “forças da ordem”, que defendem sempre quem está no poder. Além disso os exércitos geram uma economia armamentista mundial, em que as primeiras vítimas são sempre civis. Também aceleram o esgotamento de matérias primas e de recursos energéticos, assim como a destruição da natureza e a devastação de ambientes pelo uso de armas cada vez mais sofisticadas.<br><br>Fora das suas fronteiras os exércitos encarniçam-se mais sobre as populações civis do que na batalha. Esta presença militar em todo o mundo é a manifestação concreta da nova “desordem” mundial. Ela prepara o terreno para os Estados e as multinacionais se apropriarem dos recursos do planeta, tais como petróleo, o gás e a água. Os lucros com a guerra são o objectivo da especulação encoberta e sinistra dos Estados mercadores de armas, que também são os países mais poderosos do mundo. Os militares intervêm para partilhar os recursos mundiais em benefício dos poderosos e das suas economias nacionais, enquanto parte da lógica de competição, tão cara ao sistema capitalista.<br></font></p>

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publicado às 18:32

Começou o verdadeiro desastre ecológico

por neves, aj, em 31.01.06

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="595"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/fotogoulart.jpg" alt="Image hosted by Photobucket.com" width="137" height="164"><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td><p align="justify"><font color="#000080" size="4" face="Times New Roman"><b>Começou o verdadeiro desastre ecológico</b></font></p> <p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><b>... o prejuízo causado por nossas acções predatórias já atingiu um nível tamanho que o derretimento dos glaciares deve provocar o desaparecimento de todas as cidades ao nível do mar no máximo até o final deste século.</b></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a></p><p align="justify"><br><br><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Vindas das mais variadas fontes, as notícias sobre o futuro da humanidade não são nada boas. Não há mais volta a dar mesmo que mudemos radicalmente a nossa forma de relação com o planeta a partir de hoje, o prejuízo causado por nossas acções predatórias já atingiu um nível tamanho que o derretimento dos glaciares deve provocar o desaparecimento de todas as cidades ao nível do mar no máximo até o final deste século. Essa triste previsão está num artigo publicado há pouco mais de um mês pelo cientista britânico “James Lovelock”, autor da famosa “Teoria de Gaia” (segundo a qual a Terra assemelha-se a um organismo vivo, com mecanismos para auto-regular suas funções).<br><br>Ainda segundo “Lovelock”, a elevação da temperatura em até 8ºC nas regiões temperadas e 5ºC nos trópicos vai provocar também, antes de 2100, impactos desastrosos no equilíbrio ecológico, como a extinção maciça de espécies vegetais e animais e o desaparecimento de vastas áreas selvagens como a Floresta Amazónica, decretando o fim da maior parte da vida na Terra, com a morte de milhões de pessoas. Na opinião do cientista, governos sérios e responsáveis deveriam começar a desenvolver cartilhas com orientações aos sobreviventes sobre como lidar com as difíceis condições de vida neste futuro sombrio.<br><br>A reacção do mundo a um alerta como esse, vindo de um dos mais reconhecidos cientistas do nosso tempo, deveria ser de comoção popular. Deveríamos parar tudo e começar a centrar nossos esforços em formas de ao menos minimizar os tenebrosos efeitos anunciados. Mas nada disso aconteceu e tudo segue normalmente como se essa fosse apenas mais uma notícia trivial e corriqueira. Um jornal publica o artigo, outro dá uma nota curta e seca e assim vamos tocando nossas vidas normalmente.<br><br>Essa atitude seria compreensível se a visão de “Lovelock” fosse apenas uma no meio de outras. Poderíamos confortavelmente acusá-lo de louco, exagerado, catastrófico. Mas não é o caso. Já não são levadas a sério as cada vez mais raras correntes científicas que colocam em dúvida o facto de que a Terra sofre um processo de aquecimento acelerado, dificilmente reversível.<br><br>Segundo o Instituto “Goddard” de Estudos Espaciais, da Nasa, 2005 foi o ano mais quente desde o início dos registros climáticos modernos, em 1890. E, pior, de acordo com o instituto, todos os cinco anos mais quentes durante este período ocorreram na última década, mostrando clara tendência de aquecimento global. Um representante do órgão declarou à imprensa que, usando medições indirectas que vão a um passado ainda mais remoto, o ano passado foi provavelmente o mais quente dos últimos milhares de anos. Mais uma notícia que lemos e viramos a página, sem dar muita atenção.<br><br>Mais: um aumento de 3ºC na temperatura média da Gronelândia duplicou a quantidade de água que seus glaciares vêm derramando no Oceano Atlântico, segundo recentes pesquisas do Laboratório de Propulsão a Jacto e do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Há registros de diminuição dos glaciares nos Himalaias, nos Andes, no Monte Kilimanjaro, e a única estação de esqui da Bolívia, Chacaltaya, fechou porque sua neve está acabando.<br><br>Acha pouco? A lista é longa, o espaço de um artigo é limitado. O director da Pesquisa Antartica do Reino Unido, Chris Rapley, disse, em Janeiro passado, durante uma reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência, que algumas partes da camada de gelo da Antártida começaram a derreter em um ritmo assustadoramente intenso e anormal. “Rapley” afirmou que, há apenas cinco anos, a Antártida era considerada como um gigante adormecido em termos de mudança climática. "O gigante despertou e é melhor que se preste atenção a ele", disse o cientista. Ninguém parece muito preocupado. A humanidade finge não ver o que está acontecendo.<br><br>Enquanto isso, “James Hansen”, o principal especialista em mudanças climáticas da Nasa, denuncia uma tentativa do Governo dos EUA de silenciá-lo. A campanha começou depois de um discurso proferido em Dezembro passado, quando “Hansen” pediu a rápida redução na emissão dos gases estufa, relacionados ao aquecimento global. Segundo ele, directores da Nasa deram ordem aos responsáveis pelas relações públicas do órgão para revisar os textos de suas futuras conferências, suas publicações no sítio do instituto na Internet e para controlar os pedidos de entrevistas de jornalistas.<br><br>Há caminhos que podem ser trilhados se a humanidade realmente abrir os olhos para a questão. Uma série de acções voltadas ao fomento de fontes de energia renováveis, em um livro elaborado por 250 analistas internacionais, foi apresentada recentemente pelo director executivo da Agência Internacional da Energia, Claude Mandil. Aparecem, entre elas, as energias produzidas pelo vento, o sol, as fontes geotérmicas e os oceanos. Óptimo, não? Não, se o raciocínio que só encontra sentido na produção optimizada e no lucro continuar reinando absoluto. Segundo o próprio Mandil, o grande problema de suas propostas é o custo económico alto para trazê-las para a prática, o que, segundo diz, inviabiliza suas iniciativas e faz os governos se mostrarem reticentes a elas.<br><br>Por que é que a gente é assim? Por que fechamos os olhos para estes alertas, apesar de estar claro que é apenas uma questão de tempo para as conseqüências nefastas de essas previsões começarem a afectar brutalmente nossas vidas e, principalmente, as vidas de nossos filhos e netos? Acho que a nossa espécie, apesar da capacidade relativamente bem desenvolvida de prever o futuro, é menos competente na hora de mudar suas atitudes, mesmo quando colocada contra a parede. Enquanto não superarmos esta limitação, não haverá espaço para a esperança.</font><br></p>

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publicado às 18:18

Destruir a ordem capitalista mundial

por neves, aj, em 31.01.06

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="495"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/fotogoulart.jpg" alt="Image hosted by Photobucket.com" width="137" height="164"><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td><p align="justify"><font color="#000080" size="4" face="Times New Roman"><b>Destruir a ordem capitalista mundial</b></font></p> <p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><b>Enquanto houver governo, haverá luta de classes.</b></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a></p><p align="justify"><br><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Enquanto houver governo, haverá luta de classes. O acto de governar é o acto de dominar exercido por uma classe sobre outra. Nascemos contra a ordem de miséria e de violência Capitalista, nascemos do desejo de igualdade e liberdade. O povo já foi enganado muitas vezes por falsos profetas oportunistas, e não adianta chamar o Estado que o oprime de Democrático, de Popular ou de Operário e Camponês. O povo continua sendo massacrado, excluído e usurpado de decidir sobre sua própria vida, de exercer sua própria liberdade, de produzir livre na terra, nas fábricas e oficinas, que são de todos, mas que enquanto houver um governo, haverá uma classe para usurpá-las. <br><br>A Anarquia não é somente contra o Estado, e nem somente contra o Patrão, mas contra todas as formas de Privilégio de Poder. Combatemos todos os privilégios de cor, género ou herança. A hierarquia é o caos, a fonte máxima da tirania e da violência generalizada que vivemos, seja por que morremos pelas mãos da sua polícia, seja por que morremos pela privação de uma saúde e alimentação adequada e digna, ou seja simplesmente por que vivemos uma vida de sacrifício, de desespero, onde o prazer é uma excepção. É pela hierarquia que se ramifica todo o Poder Autoritário, a ordem da injustiça e da desigualdade. A Anarquia é a Ordem, a Harmonia, a Justiça, a Igualdade e a Solidariedade. <br><br>Os opressores nos enganam, nos fazem acreditar incapazes de tomar nossas decisões, de organizar a sociedade e construir o mundo à nossa maneira.<br><br>Vivemos na insegurança e na incerteza do pão de amanhã, vivemos no caos, não podemos deixar as nossas vidas nas mãos de outros, nenhum doutor sabe mais do que nós sobre a nossa vida, somos nós quem sabemos do que precisamos nós mesmos. A eles só interessa nos manter sob seu controle, não querem o nosso bem, mas o bem deles próprios. Dizem que a Anarquia é uma Utopia, que sempre haverão aqueles que mandam e aqueles que obedecem, essa é a ideologia da reacção. Mas as suas máscaras sempre voltam a cair toda vez que colocamos na prática os nossos sonhos, que nos organizamos e agimos por nossa própria conta na construção desse novo mundo. <br><br>Também alguns outros nos iludem para nos fazer acreditar que a democracia moderna ou que a ascensão de um partido, por meio de eleições ou de uma revolução política dirigida por alguns líderes, trará qualquer solução para os males que afligem a população miserável nesse início de século. Além do velho comprometimento que sempre se repete da chamada oposição com a elite governante e dos movimentos ditos revolucionários com a máquina de poder estatal, nos deparamos ainda com uma maior escala do poder patronal sobre todas as fronteiras, fortalecida por acordos de livre comércio, privatizações e terceirização do trabalho. O comprometimento com o poder desses dirigentes torna-se claro mesmo na tão mistificada Revolução Russa, quando uma cúpula usurpa o poder do povo, e hoje vemos governos de "partidos populares", que nasceram dizendo-se revolucionários, defenderem os estabelecimentos das multinacionais e as portas dos bancos internacionais contra as acções populares, que chamam descaradamente de "vandalismo". <br><br>Nosso meta é destruir a Ordem Capitalista Mundial juntamente com o Estado. A destruição não é um acto deliberado de uma revolta, mas algo necessário para a criação. O processo de construção da nova sociedade gera em si as raízes que vão derrubando os alicerces da antiga. Sem a destruição da velha sociedade, a nova não se desenvolve, permanece como aquela planta que cresce com pouco espaço e poucos raios de sol. A construção tem sido permanente, períodos de resistência são seguidos na história moderna de temporários abalos sísmicos. Foram os braços demolidores de construtores e semeadores que abalaram a França, o México, a Rússia, a Espanha, China, Cuba, Nicarágua, El Salvador, que ainda não foram suficientes para derrubar o castelo de onde reinam capitalistas e políticos de todas as cores e bandeiras. Nossa luta não é a luta por um Poder Central, e sim a luta pelo Poder Popular, onde é o povo que decide sobre a sua própria vida, sem chefes ou patrões. Onde a terra é livre para se plantar e colher, onde as fábricas são livres para se trabalhar e produzir. <br><br>A Propriedade, privada ou estatal, é a fonte de todo o Poder Central, seja ela nacional ou supranacional, e por isso é nossa meta aboli-la imediatamente. Não devemos oferecer nossa vida em sacrifício a uma causa para que depois tudo volte a ser como antes. Não nos sacrifiquemos perante o altar de uma classe, nova ou velha, que nos venha a oprimir e dominar. Nossa luta é pelo fim das classes, e se hoje travamos a luta de classes é por que não acreditamos em paz sem justiça, não aceitamos colaborar com a Ordem Desigual, Hierárquica e Hedionda do Capital, nem de qualquer Estado Nacional. Não aceitamos colaborar com qualquer política Liberal ou Totalitária. Somos todos, a maioria, o povo oprimido, a fonte do novo poder. Derrubemos o Estado, o Capital, o Machismo, o Racismo e a Reacção.</font><br></p>

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publicado às 18:01

A campanha da Gripe Aviária

por neves, aj, em 31.01.06

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="495"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/fotogoulart.jpg" alt="Image hosted by Photobucket.com" width="137" height="164"><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td><p align="justify"><font color="#000080" size="4" face="Times New Roman"><b>A campanha da <i>Gripe Aviária</i></b></font></p> <p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><b>Uma doença mortífera que causa mais de um milhão de vítimas mortais todos os anos, é a malária. Não é notícia da média, pois «somente» afecta as nações mais pobres.</b></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a></p><p align="justify"><br><br><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Morre-se aos milhões, em todo o mundo, de doenças, de algum modo evitáveis: ou porque existem as respectivas vacinas, ou porque existem tratamentos, ou medidas de prevenção.<br><br>Uma doença mortífera que causa mais de um milhão de vítimas mortais todos os anos, é a malária. Não é notícia da média, pois «somente» afecta as nações mais pobres, dos países tropicais e equatoriais.<br><br>As gripes assumem frequentemente forma de pandemia porque o vírus gripal é transmissível pelo ar. O que não nos diz a média, e que os cientistas sabem, é que as gripes têm as aves como reservatório... Ou seja, o vírus, habitualmente, infecta aves e estas disseminam o vírus: este pode mudar no sentido de causar infecção e doença noutras espécies (incluindo os humanos).<br><br>Quanto à pandemia aviaria (zoonose) da gripe actual, será uma coisa boa ou má, a OMS antecipar a feitura de uma vacina? Para prevenir a hipótese desta pandemia avícola com potencial de infecção, doença e morte nos humanos, sofrer uma mutação, tornando possível a sua transmissão directa de humano para humano, isso faz sentido. Porque, neste caso, os humanos morreriam aos milhões... a não ser que... assim que se detectasse um foco de epidemia humana fosse administrada a vacina nas zonas geográficas atingidas e outras de risco.<br><br>A histeria - por outro lado - é um fenómeno mediático "a gripe aviaria mediática"... essa que levou a uma corrida do público dos países ricos à compra de medicamentos anti virais, bastante caros, nalguns casos... e esgotando os stocks. Mas esses anti virais serão de fraca ou nenhuma eficácia para uma pandemia de gripe deste género (mas foi eficaz e lucrativo para a indústria farmacêutica!). Os média controlados pelo grande capital são potenciadores das histerias colectivas, indutores de comportamentos irracionais, porque jogam com a ignorância, para venderem (pseudo) informação.<br><br>Quanto mais ela "mexe" com as pessoas mais se «vende» a notícia, quanto mais inquietadora, mais é lida ou ouvida ou televisionada.<br><br>Toda a gente sabe isso…</font></p>

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publicado às 17:48

Só faltava esta...

por neves, aj, em 31.01.06

(o que vem provar que um site ou blog [ou estante], deve evitar depender de outro(s) e que nestascoisas da  internet o factor tempo é crucial.... jamais deixes paraamanhã, para  daqui a instantes, o que deves, o que tens de  fazerjá e de imediato)

Ouçamos a nossahistória...
no Domingo, 29 construímos a página Bolero de Ravel que colocava no ar osacordes do Bolero quando acedida 

(e não acessada, porque o verbo acessar [já por nós empregue provavelmente] não existe para alguns, digamos maioria[?] dos linguistas portuguesesou é considerado feio,  mamarracho inqualificável... osbrasileiros defendem o acessar... e aí temos nós [mais uma] luta luso-brasileira... ai Camões, Camões, se tivesses escrito os dois termos, aceder e acessar, certamente que havia mais paz e sossego e não nos preocupávamos agora com isto)

dizíamos nós,então, que quando o leitor/visitante acedia (acessava) à página Bolero deRavel, de imediato se começava a ouvir a maravilhosa composição musical.Nesse Domingo experimentámos ene vezes e ficámos felizes por termosdado solução ao tal problema "de peso" da página principal do Voz.
NaSegunda-feira fizemos entrada (sobre o Bolero de Ravel) em que explicávamos amudança e os seus "porquês" etecetera e tal e eis que o desânimovolta a tomar conta de nós ao apercebermo-nos que a música de Ravel... jáera, 
e o que tínhamosconstruído na véspera tinha ido por água abaixo, simplesmente porque o siteonde o Bolero de Ravel estava alojado (o Anos 60) tinha desaparecido do ar,melhor dizendo... fechou para "trespasse"... 

Este domínio encontra-se à venda
Domain for sale
Contacte...

e  quem estiverinteressado em comprar pode aceder (acessar) http://www.anos60.com
Por acasotínhamos o Bolero guardado no disco, assim como temos uma ou outra música(apenas umas, pouquinhas, e quanto lamentamos isso...)  e ainda unsvídeos, mas, tal como as fotos, torna-se necessário um local da web (arede das redes da internet) onde possamos alojar, hospedar esse arquivo,ficheiro, para que o coloquemos no ar de modo a que  qualquer um tenha acesso (aqui otermo está correcto).
Já tínhamosna manga quatro ou cinco desses locais, cada um com as suas especificidades econtrariedades (língua inglesa, por exemplo). Optámos por um desses locais,cujo funcionamento compreendemos mais ou menos e criámos um novo espaço a queatribuímos o pomposo nome de Voz do Seven (áudio/vídeo). Ainda não vosfornecemos o endereço, o
http://tal.e.tal porque surgiu uma contrariedade... é que ele não aloja arquivos com aextensão wma (como o do Bolero)... parece que existe uma possibilidadede "converter"... mais tarde trataremos disso.

Resumindo, oBolero de Ravel está novamente no ar, mas o meu grande lamento vai para odesaparecimento desse maravilhoso site dos Anos 60 que nos permitia terà mão a música portuguesa (ouvir, por exemplo, Rui Veloso, porque o CD que trouxemos jápifou) e não só, de todo o mundo também... agora só temos que nos pôr a caminho e tentar adescobrir outro site de música (que gostemos)... se alguém conhecer,agradece-se o endereço e se desejarem enviar músicas também aceitamos de bomgrado.

A propósito deRui Veloso (atendendo também aonulo de Vila do Conde, porque uma cutucada sabe sempre bem) Voz do Seven recuano tempo e lembra como o Jardelvoava

Image hosting by Photobucket Clicar no Jardel para ouvir
letra da canção

... claro que oNão me Mintas do Rui Veloso tem dedicatória especial  aos nossos amigos Mário d' A Chama doDragão e Agostinhodo Artepor um Canudo 2, mas também (e agora) a nosso familiar por casamento com prima directa, Dragão fresquinho no nossoconhecimento e residente na maravilhosa Cidade Invicta.
Para os
benfiquistas não temos nada (já dissemos que o anos 60 saiu do ar) e nem para os sportinguistas,porque ainda é cedo para poderemcantar, mas para a BRIOOOSA tudo...
e em homenagemà
Académica deCoimbra, a universal Briosa, e a todos os que amam Coimbra, cantemos Coimbra acompanhando Zeca, o imortal Zeca Afonso.

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publicado às 11:29

Não me mintas [letra]

por neves, aj, em 31.01.06
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site oficial

 

Não me Mintas

Eu queria unir as pedras desavindas 
escoras do meu mundo movediço 
aquelas duas pedras perfeitas e lindas 
das quais eu nasci forte e inteiriço

Eu queria ter amarra nesse cais 
para quando o mar ameaça a minha proa 
E queria vencer todos os vendavais 
que se erguem quando o diabo se assoa

Tu querias perceber os pássaros 
Voar como o Jardel sobre os centrais 
Saber por que dão seda os casulos 
Mas isso já eram sonhos a mais

Conta-me os teus truques e fintas 
Será que os "Nikes" fazem voar 
Diz-me o que sabes e não me mintas 
ao menos em ti posso confiar

Agora diz-me o que aprendeste 
De tanto saltar muros e fronteiras 
Olha para mim e vê como cresceste 
Com a força bruta das trepadeiras

Põe aqui a mão e sente o deserto 
Cheio de culpas que não são minhas 
E ainda que nada à volta bata certo 
Juro ganhar o jogo sem espinhas

Tu querias perceber os pássaros 
Voar como o Jardel sobre os centrais 
Saber por que dão seda os casulos 
Mas isso já eram sonhos a mais

Rui Veloso

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publicado às 11:22




  


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