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Selecção das Quinas

por neves, aj, em 03.02.06
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Com os olhos grudados no Mundial 2006, fazem-se as últimas afinações, mas outras competições vão sendo planeadas, porque a "bola" não pode parar... tem que rolar... 

Selecção Nacional Portuguesa com equipamento todo vermelho no Mundial 2006?</font>

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... as bolinhas já rolaram... Portugal no Grupo A

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EURO 2006 (Portugal) – sorteio dia 8 de Fevereiro
EURO 2007 (Holanda) – Portugal no Grupo 7

Lerdesenvolvimento

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publicado às 21:53

Mulheres ao Poder

por neves, aj, em 03.02.06

<imgsrc="http://img.photobucket.com/albums/v642/seven2005/diversos2/mulheresaopoder.jpg"alt="image>

(não se trata de slogan ou  palavra de ordem, não. Voz do Seven nãovem arvorar-se em defensor das mulheres e fazer campanha para as levar ao poder,pela simples razão de que...  precisarão mesmo? Não estarão já no poder?Não terão lá estado sempre? Sabemos que a demonstração [exterior] de poderé relativa e atente-se  na citação "atrás de um grande [poderoso]homem existe sempre uma grande [poderosa] mulher" que leva a supor que otravesseiro ou almofada deixou de ser há muito o fiel conselheiro dos homens...e mais... já alguém ouviu por aí dizer "que atrás de uma grande mulherestá um grande homem?"
Companheiros, lembremo-nos do velho exemplo que vinha nos livrosde Lógica e queembora seja exemplo falso de silogismo nos transmite muita verdade

eu governoa Grécia
a minha mulher governa-me a mim
[
logo] minha mulher governaa Grécia)

Esperando quenão se crie algum movimento feminino de boicote às nossas páginas, Voz doSeven fala mais a sério e  encaminha-vos para artigo do jornal OEstado de S. Paulo com otítulo MULHER E PODER, O CASAMENTO DO ANO e que nos relata um pouco da vida de mulherespoderosas por esse mundo fora.  

<imgsrc="http://img.photobucket.com/albums/v642/seven2005/diversos2/mulheresaopoder.jpg"alt="image>

Umas atingiramagora o topo como as recém-eleitas Michelle Bachelet(Presidente do Chile) e Angela Merkel (Chanceler da Alemanha) ou já háalgum tempo, como Gloria Arroyo, Presidente das Filipinas desde 2004. Algumasestarão à espreita de mais altos voos, casos de Hillary Clintone Condoleezza Rice (EUA) e outras até já revelaram de modo inequívoco a sua força,em passado mais ou menosrecente, como Margaret Thatcher (Grã-Bretanha), a "Dama-de-ferro"... o mundoassiste, assim,  ao "assalto" das MULHERES AO PODER.

(embora nãocitadas, Voz do Seven faz referência, por admiração, à brasileira MartaSuplicy, ex-prefeita de S. Paulo e, ao que tudo indica, futura candidata aGovernadora do Estado de S. Paulo em Outubro próximo, à moçambicana GraçaMachel, às portuguesas Lourdes Pintassilgo e Natália Correia[já falecidas] e Helena Roseta, e ainda, mesmo não sendo exemplo de boapostura, à luso-brasileira Fátima Felgueiras que é demonstraçãoinequívoca de mulher poderosa à frente do município português de Felgueiras). 

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publicado às 08:18

Mulher e poder (Estadão)

por neves, aj, em 03.02.06

O Estado de S. Paulo

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Michelle Bachelet (Chile) Hillary Clinton e Condoleezza Rice (EUA) Khaleda Zia (Bangladesh) Gloria Arroyo (Filipinas), Vaira Vike-Freiberga (Letónia) Tarja Halonen Finlândia) Margaret Thatcher (Grã-Bretanha) Ellen Johnson-Sirleaf (Libéria) e Angela Merkel (Alemanha)

Mulher epoder, o casamento do ano

Mudança radical é a variedade de carreiras e o caminhoescolhido para chegar ao topo nos cinco continentes


Dorrit Harazim


Quando a recém-eleita Michelle Bachelet tomar posse naPresidência do Chile em março próximo, chegará a 11 o númerode mulheres no topo do poder político mundial. Considerando-seque são 182 os países governados por presidentes ouprimeiros-ministros do sexo masculino, 11 mulheres é coisapouca. Mas já dá para formar pelo menos um time de futebol. Ecom duas reservas de peso esquentando o banco para 2008: HillaryClinton e/ou Condoleezza Rice.
Caso Hillary ou 'Condi' venha a assumir a chefia dos EstadosUnidos da América, com tudo o que a Casa Branca tem deemblemático, o mundo poderá passar a se ocupar de aspectos bemmais interessantes da questão que envolve gênero e poder.
Na verdade, o placar meramente numérico - 11 a 182, nesteinício de 2006 - quer dizer muito pouco. O que vem mudandoradicalmente é a variedade de carreiras e caminhos das mulheresque chegam ao topo do poder político nos cinco continentes. Dotime atual, apenas Begum Khaleda Zia, há quatro anosprimeira-ministra de um dos países mais desvalidos do planeta -Bangladesh -, ainda preenche o currículo clássico de herdeirapor viuvez. Após o assassinato do seu marido-presidente em 1981,Zia foi sendo catapultada até o topo para prolongar a vidapolítica dos correligionários do falecido. É, também, aúnica entre as líderes mundiais eleitas a não ter formaçãouniversitária.
A filipina Gloria Arroyo, reeleita 14ª presidente de seu paísem 2004, também tem parentesco com o poder- é filha deex-presidente -, mas chegou lá com bagagem de economista formadapela universidade americana de Georgetown, onde foi colega deBill Clinton.
Coube-lhe o dissabor de ter de lidar publicamente com uma puladade cerca do marido, fotografado em tórrido embate com umaassistente. Foi assim que José Miguel Arroyo, conhe

AILHA SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE JÁ ELEGEU DUAS MULHERES EM APENAS 14ANOS

cido no paíscomo 'First Gentleman' à falta de designação melhor, saiu doanonimato no qual costumam tocar a vida os maridos de outrasdamas no poder.
O marido de Vaira VikeFreiberga, por exemplo - a presidente daLetônia que consegue manter um índice de aprovação de 80% emseu segundo mandato -, é professor de Ciência da Computação econtinua a dar aulas. O companheiro de Helen Clark, eleitaprimeiraministra da Nova Zelândia pela terceira vez, também éprofessor na ativa, de Sociologia da Medicina.
O parceiro de Tarja Halonen, a chefe de governo da Finlândia queno próximo domingo tentará se reeleger num segundo turnoapertado, é jurista de renome. Mantinha uma relação conjugalcom Tarja havia mais de 15 anos, mas aceitou casar depois daposse da mulher, em 2000, para evitar estranhamentos de protocoloem viagens oficiais ao exterior. Na Finlândia, um dos paísesmais tolerantes em questões sociais, ninguém tentou inventar umtermo para designar o masculino de 'primeira-dama'. O nome dohomem é dr. Pentti Arajarvi, ponto.
Passados mais de 15 anos desde que a primeira-ministra britânicaMargaret Thatcher pegou a bolsa, saiu de cena e entrou para aHistória, novos espaços foram se abrindo com naturalidade paramulheres decididas a competir na arena política. O Estadoinsular de São Tomé e Príncipe, próximo à costa do Gabão,com menos de mil quilômetros quadrados de território, umapopulação de 120 mil almas e meros 30 anos de vida como paísindependente, já elegeu duas mulheres para primeira-ministra emapenas 14 anos de eleições livres. Nesta semana foi a vez de aRepública da Libéria zerar o atraso e empossar a economistaEllen JohnsonSirleaf, formada por Harvard, como primeirapresidente da nação fundada 158 anos atrás.
Mas foi a recente vitória de Angela Merkel sobre o chancelerGerhard Schroeder para comandar a Alemanha que implodiu de formaradical o já desgastado estereótipo de lideranças dos doissexos. Na campanha de 2002 os tablóides alemães se atropelarampara tentar descobrir a exata cor da tintura com que o chancelercombatia a idade. Em 2005, o flagrante-sensação foi uma foto dacandidata Angela durante pescaria privada com o marido: elavestia um camisão listrado e calça imensa, com cordão nacintura, e calçava um par de tênis comprado em supermercado.Foi considerado um horror pior que o histórico de quatrocasamentos de Gerhard Schroeder. 'A meu ver o episódio mostra oquanto ela é honesta', resumiu o fotógrafo francês LaurenceChaperon, que apostou na sua vitória. 'Por acaso deveria irpescar de terno Armani?' Apostou certo.
Angela foi casada, descasada, casou novamente com um professorquase invisível e, sobretudo, não tem filhos. MichelleBachelet, a recém-eleita presidente do Chile, foi casada, tevedois filhos, descasou, teve outra filha, e tomará posse em 27 demarço no Palácio de la Moneda como presidente solteira.
Condoleezza Rice, caso venha a se eleger para a Presidência dosEstados Unidos, se tornará, de uma tacada só, a primeiramulher, negra e solteira sem filhos a ocupar a Casa Branca. Ébom o mundo, e sobretudo o cerimonial do poder, ir se moldandoàs escolhas de vida feitas por mulheres que assumem a liderançade nações. É dos Estados Unidos, naturalmente, que brotam asidéias mais estapafúrdias para designar eventuais parceirospresidenciais no futuro, e 'primeiroadjunto social' é apenas umadelas. E se for eleita uma mulher que optou por conduzir sua vidasozinha? 'Ginger Rogers fazia exatamente as mesmas coisas queFred Astaire, só que o fazia de salto alto e dançando decostas', diria a sempre afiada ex-governadora do Texas AnneRichards.

BACHELET[Chile] CASOU, TEVE DOIS FILHOS, DESCASOU, TEVE FILHA E ÉSOLTEIRA

É nessecenário de mutação comportamental da sociedade que HillaryClinton está procurando fazer uma travessia inédita. Durante osanos em que Bill Clinton ocupou a Casa Branca, tentou adequar-seao papel de primeira-dama reverenciado pelos americanos. A marcade suas antecessoras mais ilustres era forte e tornar-se umaFirst Lady com estilo próprio tornouse obrigatório. EdithWilson entrou para a História como protetora, Eleanor Rooseveltcomo os olhos e ouvidos da nação em guerra, Jackie Kennedyintroduziu glamour, Nancy Reagan foi a confidente mais leal.
Hillary sobreviveu, aos trancos e barrancos, mas conseguiu o quenenhuma outra nem sequer tentou: tornou-se a primeira mulher depresidente dos Estados Unidos a criar uma base políticaprópria. No caminho, amealhou mais inimigos do que admiradores,mas conseguiu fazer a travessia de primeira-dama humilhada poruma estagiária atrevida a senadora por Nova York. E de senadorapor Nova York a mais forte candidata democrata à sucessão deGeorge W. Bush em 2008.
Definitivamente, gênero e poder político têm sotaques novos.Angela Merkel fez um discurso de vitória que durou apenas quatrominutos - tinha mais coisas a fazer do que discursar. MichelleBachelet chegou para votar dirigindo o próprio carro, com mãe efilha a bordo. Condoleezza Rice desfez um casamento já marcadocom um jogador de futebol americano e não dá o menor sinal deter se arrependido. E Hillary Clinton começa a usar o maridoapenas na medida que lhe convém .
Em meio a essa notável acomodação de terreno, já há quemacredite ser mais vantajoso a uma mulher candidata apresentar-sesozinha do que mal acompanhada. A ser verdadeiro, pode vir aafetar a força de muitas candidaturas - seja nos Estados Unidos,seja no Brasil. Interessante.

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publicado às 08:10




  


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