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Benfica... Benfica...

por neves, aj, em 08.03.06

SL Benficavence o Liverpool em Inglaterra e carimba o passaporte para os Quartos-de-final da Liga dos Campeões com duas vitórias sobre o (ainda) Campeão Europeu (1-0em Lisboa e 2-0 na terra dos Beatles).

Viva oBenfica

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2ª mão Oitavos-de-final
0 – 2
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Não tivemos o privilégio de assistir via TV ao desafio (o jogo não foi transmitido emdirecto e a gravação só irá para o ar lá pelas 22 horas na ESPN), mas aemoção chegou-nos através dos microfones da Antena 1.

O sorteio dosQuartos-de-final (e também das meias) está marcado para as 11 horas de Portugal Continental dapróxima Sexta-feira, dia 10 de Março, e as equipas que vão entrar no pote são

  Benfica     Barcelona  
  Lyon     Arsenal  
  Juventus     AC Milan  
  Villarreal    

Inter de Milão ou Ajax 
(a apurar dia 14 de Março)

 

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publicado às 20:36

À MULHER

por neves, aj, em 08.03.06
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8 de março

Tu mulher [filha, mãe, esposa, negra, branca, índia] canta com a gente... hoje, 8 de Março é o teu dia. Tu mulher [bela, feia, encanto, sem beleza, empresária, doméstica, professora, mulher de limpeza, crente, amante, prostituta, descontente] vem daí e, nem que seja por instantes, esquece as agruras da vida.

Em tempos que continuam a ser conturbados, em tempos em que as lutas se tornam cada vez mais necessárias e as reivindicações se exigem, Voz do Seven escolheu uma reportagem sobre a mãe–profissional, roubada da Revista Raça Brasil, para homenagear as mulheres de todo o mundo que têm hoje, 8 de Março, os holofotes virados para si... é que hoje comemora-se o Dia Internacional da Mulher instituído em 1910 para honrar um grupo de mulheres assassinadas (no ano de 1857) numa fábrica em Nova Iorque que reivindicavam melhores condições de trabalho.

Distribuindo flores, rosas bem vermelhas, a todas as mulheres do mundo independentemente do local onde se encontrem, das suas condições sociais, das cores políticas, religiosas e de sua pele, Voz do Seven recorda o que já redigiu sobre a MULHER e oferece ainda mais algumas ligações que considera interessantes, sendo uma delas deveras curiosa... um poema deixado em comentário por um nosso leitor.

Enviando doses de grande carinho para as nossas leitoras, mas roubando um quinhão bem especial para a sócia/companheira e para o nosso fruto a amadurecer em terras além Atlântico, Voz do Seven deseja um DIA da MULHER muito alegre e carregado de mimices.

A ti Mulher A Ela
cartões Uol Desejos da mulher são simples (Rosemeire Zago, psicóloga clínica)
!oba oba – o maior site das baladas do Brasil Mulher (em vários matizes) – poema

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publicado às 11:20

Revista Raça (mulher)

por neves, aj, em 08.03.06

 


A reportagem foi transcrita da  Revista RaçaBrasil 

MATERNIDADE + CARREIRA = DUPLA REALIZAÇÃO
Para mulheres que trabalham, ter um bebê exige planejamento, mas profissão e filhos podem coexistir se houver organização

POR RAFAEL ALVES PEREIRA FOTOS: MANOEL MARQUES


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Joyce Venâncio, empresária, mãe de Luiz Guilherme: "Organizo o meu horário para ficar com ele e seguir amamentando"

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Repórter de uma revista de saúde, dona de um site e ainda empenhada em fazer periodicamente cursos de atualização. À primeira vista, na vida atribulada da jornalista Sílvia Martins, 28 anos, não parecia haver espaço para o exercício da maternidade. Mas bastou certa dose de organização e ela conseguiu abrir espaço para ter Maria Helena, hoje com seis meses. Sílvia pretende amamentar a bebê até completar 1 ano e faz questão de cuidar dela sozinha. "A empregada se encarrega apenas dos serviços da casa", frisa. A carreira ficou em segundo plano? "Não. Continuo colaborando para a revista e instalei meu escritório em casa para tocar osite. Aproveito quando a Maria Helena dorme para fazer ligações e responderemails", afirma ela, que retomou o ritmo de trabalho um mês após o parto.A vontade de ser mãe sem deixar que a vida profissional saia dos trilhos faz parte da vida da grande maioria das mulheres que trabalham. Operar essa mágica é possível, desde que haja um planejamento cuidadoso. O período em que terá que conciliar exigências do chefe, problemas com subordinados e contratempos do trabalho de um lado, com choros, visitas regulares ao pediatra e amamentação, de outro, pode levar tanto a mulher quanto as pessoas próximas à loucura se não for montada uma boainfra-estrutura


"A MAIORIA VOLTA A TRABALHAR POR INICIATIVA PRÓPRIA EM DUAS OU TRÊS SEMANAS, SALVO EM CASO DE COMPLICAÇÕES NA GRAVIDEZ" 
ANA CRISTINA LIMONGI, PROFESSORA DA FEA-USP 


A professora Ana Cristina Limongi, da Faculdade de Economia e Administração, FEA, da Universidade de São Paulo, USP, explica que as mulheres que se casam, trabalham e decidem ser mães enfrentam uma tripla jornada: "Uma no trabalho, outra para as tarefas domésticas e uma terceira, que é cuidar do filho", enumera. Uma das melhores maneiras para sair-se bem nessa tripla empreitada é recorrer a família. "As mulheres da geração anterior, como mãe, sogra e mesmo uma irmã mais velha que já tenha passado pela maternidade, são sempre uma excelente ajuda", completa Ana Cristina.

Um mito que pode trazer problemas para as mulheres que pretendem engravidar é a idéia de que a gravidez resulta em perda de produtividade. Se a mulher tiver claro para si que pretende continuar na empresa, precisa desde cedo garantir que a sua ausência temporária não prejudicará o andamento dos trabalhos (veja o quadro). "A mulher não deve ver a maternidade e o trabalho como coisas antagônicas, e sim como duas atividades que demandam bastante tempo e que precisam ser bem coordenadas", afirma Ana Cristina. Para administrar bem seu tempo, a partir do início da gravidez a mulher deve encará-lo como se fosse uma pirâmide cujo ápice é o período da licença-maternidade, em que ela estará dedicada em tempo integral à criança. A gestante vai dedicar progressivamente mais do seu tempo aos cuidados com a gravidez até assumi-la integralmente, no momento do parto e nas semanas subseqüentes. Depois, deve retomar o contato com o trabalho progressivamente.

A enfermeira Cássia Moraes faz parte da turma das que praticamente não sentiram os efeitos da gestação no trabalho diário. Aos sete meses de gravidez, ela não sentiu enjôos ou outros sintomas característicos. Ainda assim, os amigos do trabalho tentam poupá-la de esforços excessivos. "Tento não ficar andando de um lado para o outro o tempo inteiro, como fazia antes", conta. "E minha chefe sugeriu que eu ficasse numa ala do hospital menos movimentada", relata a enfermeira, que começou a planejar a gravidez há um ano.

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A SUBSTITUIÇÃO
"Uma das primeiras providências é discutir com a chefia quem será encarregado de desempenhar suas funções durante o período de afastamento", explica Irene Azevedo, sócia-diretora da Mariaca Consultores. "A mulher terá que avaliar quem pode ser seu substituto e começar a treiná- lo para que nos últimos meses de gravidez ele possa assumir suas tarefas tranqüilamente e com bastante supervisão". Consultores e profissionais especializados em recursos humanos são unânimes em afirmar que a mulher poderá conciliar carreira e cuidados com a gravidez mais facilmente se já estiver num patamar de estabilidade profissional. "É bom ter uma relação de confiança com o chefe e com a empresa", diz Gisele Welter, sóciadiretora da GW Vocação e Relações Humanas. Em épocas de transição profissional ou de mudanças na empresa, é melhor adiar a idéia de ter um filho".

A empresária Joyce Venâncio, no entanto, foi na contramão, mas não se arrepende. Ficou grávida justo no período em que os negócios começaram a prosperar e que sua loja de bonecas, a Preta Pretinha, começou a ganhar espaço na mídia. "Recebia muitos pedidos de entrevista e tive que me organizar muito bem para dar conta de tudo", conta Joyce. Ela ficou três semanas afastada do trabalho, mas instalou um computador no quarto para poder monitorar a empresa. Luiz Guilherme já tem 9 meses e continua se alimentando de leite materno. "Organizo o meu horário para ficar com ele e seguir amamentando", conta Joyce.

Ao longo da gestação, mulheres em cargo de chefia devem cada vez mais delegar funções, desapegar-se das tarefas operacionais e manter o foco na coordenação da equipe. É importante, entretanto, não incorrer no erro de esvaziar o próprio cargo. O ideal é garantir uma participação ou ao menos o monitoramento da atividade. No altamente competitivo mundo corporativo, é cada vez mais raro encontrar mulheres que fiquem de fato quatro meses de licença, como assegura a lei. "A maioria volta a trabalhar por iniciativa própria em duas ou três semanas, salvo em caso de complicações na gravidez", informa Ana Cristina. Quanto mais competitiva for a área de trabalho e mais estratégico for o cargo ocupado pela mulher, maiores são as probabilidades de ela decidir retornar ao trabalho mais cedo.
Uma das maneiras de conseguir manter a mente tranqüila para se concentrar no trabalho é fazer um bom planejamento financeiro para as despesas extras que surgirão com a maternidade. A mulher - ou o casal - deve planejar tudo com antecedência. Há que se fazer uma reserva razoável para a vinda do filho e é bom ter em mente que os meses de gravidez não são suficientes para isso, explica William Eid, Coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas, FGV. Um bom artifício, explica o professor, é reprogramar seus gastos, cortando o que é supérfluo ou dispensável. "É preciso saber com o quê o dinheiro é gasto", aconselha.

A NOVA LEI

Se aprovado, o projeto de lei da Senadora Patrícia Saboya (PSB-CE) que cria o programa Empresa Cidadã concede à mulher direito a mais dois meses de licença-maternidade, desde que a empresa em que trabalha decida aderir ao programa. O objetivo é permitir que o bebê tenha acesso à amamentação exclusiva durante os seis primeiros meses de vida, uma recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde). Abaixo os principais termos da proposta.
• O salário da mulher é pago integralmente durante este período
• Nos 60 dias de prorrogação da licença-maternidade extra, a mulher não pode exercer nenhuma atividade remunerada e a criança não poderá ser mantida em creches ou organizações similares
• A empresa que aderir ao Programa Empresa Cidadã terá direito a deduzir do imposto de renda o valor da remuneração integral paga à funcionária

FONTE: SENADO FEDERAL

AS CONTAS
Para empresárias, autônomas ou mesmo mulheres que não trabalham, a receita para não ficar sem rendimento é fazer a contribuição para a Previdência Social e assim garantir o pagamento do saláriomaternidade. Para ter direito ao benefício, a mulher precisa estar contribuindo há pelo menos dez meses e estar com os pagamentos em dia (veja o quadro na página seguinte). "Para funcionárias contratadas, a legislação garante pagamento do salário integral, não importa o valor", esclarece Júlia Serodio, do INSS de São Paulo. "Já para os contribuintes individuais, o limite é o teto de benefícios pago pelo INSS, hoje de R$ 2.668,15". Sílvia Martins se valeu do salário-maternidade para compensar os gastos extras depois do nascimento de Maria Helena. "Eu e meu marido já havíamos feito uma reserva, mas o salário-maternidade que recebi como contribuinte individual foi mais que bem-vindo", conta a mãe de primeira viagem.


"SEI QUE ESTES PRIMEIROS MESES DA GESTAÇÃO SÃO MUITO IMPORTANTES PARA A VIDA DO BEBÊ. QUERO CURTIR ESSE PERÍODO JUNTO COM MEU MARIDO E MINHA FAMÍLIA" 
ANDRÉIA VIANA, ANALISTA DE MARKETING

 
Mulheres que têm gravidez de risco ou apresentam complicações que as impeçam de continuar trabalhando, podem se afastar do trabalho desde que apresentem comprovação médica. "A estabilidade no emprego é garantida por todo o período da gravidez", explica a advogada Sônia Mascaro, presidente do Núcleo Trabalhista da OAB de São Paulo. "Alicença-maternidade propriamente dita só pode ser pedida a partir do oitavo mês de gestação ou a após o parto."

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Sylvia Martins, dona do site Mundo Negro, mãe de Maria Helena: "O salário-maternidade foi mais que bem-vindo"

 

A LICENÇA
O período em que a mulher estiver de fato afastada, usufruindo do benefício da licença-maternidade, é o momento mais delicado de todo o processo. Ao menos nas primeiras semanas, é hora de se desligar totalmente do trabalho e desfrutar integralmente da maternidade. "Para ter um filho, há necessidade de se estar com o coração, mente e espírito preparados", afirma a consultora Irene Azevedo. "Quando o bebê nasce, é hora de curtir esse momento." A Sociedade Brasileira de Pediatria, SBP, vai mais longe e defende que a mãe possa se dedicar integralmente ao bebê durante os seis meses seguintes ao parto. Para que essa idéia possa ser viabilizada, tramita no Congresso um projeto de lei que amplia, em caráter facultativo, a licença-maternidade dos atuais quatro para seis meses (veja o quadro à esquerda).

"Os seis primeiros meses têm um caráter decisivo para a formação do vínculo afetivo da criança com a família como primeiro grupo social. Disso depende o desenvolvimento mental saudável da criança", sustenta Dioclésio Campos Júnior, presidente da SBP. Ele explica que há um conflito entre os cuidados recomendados com a maternidade e a legislação atual. "A Organização Mundial da Saúde recomenda que o bebê se alimente exclusivamente de leite materno até os primeiros seis meses, mas a legislação brasileira permite só quatro meses de afastamento da mulher", salienta.

"MESMO QUE A' M'ULHER PENSE EM COLOCAR O FILHO NUMA CRECHE, BEBÊS ADOECEM COM FACILIDADE E MUITAS VEZES TÊM QUE FICAR EM CASA" 
IRENE AZEVEDO, CONSULTORA

A carreira, no entanto, não pode ser esquecida. Há uma série de precauções simples que a mulher pode tomar para não ficar desatualizada. O primeiro passo é não perder contato totalmente com os companheiros de trabalho. Vale a pena ligar de vez em quando para saber como está o andamento de algum projeto ou como a empresa está se virando na sua ausência. "Isso demonstra interesse pela empresa e é sempre bem avaliado pela chefia", afirma Irene Azevedo. "A mulher não deve, porém, encarar esse momento como um período de reciclagem nem pensar em fazer cursos",recomenda Gisele Welter. "O bebê e sua nova condição de mãe devem serprioridades."

O RETORNO
Grande parte das mulheres relata que o momento em que ficam mais inseguras é quando voltam a trabalhar. Duplamente inseguras. Por um lado já se habituaram a cuidar do bebê e ficam preocupadas se ele está recebendo tratamento adequado em sua ausência, seja com familiares ou com babás. Por outro, ela volta ao batente sentindo-se um pouco afastada da equipe. Esse é um dos receios da analista de marketing Andréia Viana. Ela está no quarto mês de gestação, mas já tem tudo planejado para quando o bebê nascer. Combinou com sua mãe que ela cuidará da criança depois da licença. Andréia pretende se dedicar exclusivamente ao filho durante os quatro meses a que tem direito. "Não gosto da idéia de ficar tanto tempo afastada, mas não tenho escolha", pondera. "Sei que esses primeiros meses são muito importantes para a vida do bebê. Quero curtir esse período com meu marido e minha família."

Organizar a vida doméstica é importante para poder trabalhar com a cabeça tranqüila. Ter alguém de confiança em casa para cuidar da criança é fundamental. "Mesmo que a mulher pense em colocar o filho numa creche, bebês adoecem com facilidade e muitas vezes têm que ficar em casa. Sem uma pessoa de confiança, é impossível se concentrar no trabalho", afirma Irene Azevedo, que já passou pela experiência e contou com o auxílio de uma babá. Nessas horas um bom planejamento prévio faz a diferença. Tem mais facilidade de retomar suas atribuições quem antes de sair de licença se preocupou em estabelecer os chamados "pontos de retorno", que são as atividades que serão retomadas progressivamente. Em vez de se sentir uma estranha no ninho e de certa forma algo acuada, a mulher deve manter a calma e retomar para si suas atribuições aos poucos.

Vale a pena conversar com a pessoa que a substituiu nesse período - ou com várias, se suas tarefas foram pulverizadas entre diversas pessoas - e se informar sobre o andamento de projetos, relações com clientes e fornecedores e eventuais problemas. Não tenha pressa, mas também não faça corpo mole achando que a empresa será mais condescendente e cobrará menos resultados pelo fato de você ter recém-saído de uma licença-maternidade. "Para conseguir trabalhar bem quando voltar, é importante que cada lado da vida da executiva esteja em seu devido lugar, conciliando trabalho e maternidade. O equilíbrio de todos os nossos lados é que nos faz mais realizadas e, por incrível que pareça, mais bem-sucedidas", completa a consultora Irene Azevedo.

CONHEÇA SEUS DIREITOS

 
ESTABILIDADE 
A legislação garante à mulher estabilidade no emprego durante todo o período da gravidez e por mais cinco meses após o parto, totalizando 14 meses.

LICENÇA-MATERNIDADE 
A mulher tem direito a quatro meses de licença a partir do oitavo mês, com salário integral 

CONTRIBUINTES INDIVIDUAIS 
Profissionais autônomas, empresárias ou mesmo quem não trabalha também têm direito ao pagamento do salário-maternidade desde que contribuam para a previdência. O valor depende da contribuição feita e está limitado pelo teto da Previdência, de R$ 2.668,15. Para requerer o benefício, basta ir a um posto de INSS com os carnês de pagamento, xerox da identidade e do CPF e comprovante de endereço com CEP. A gestante deve apresentar um relatório médico confirmando que está no oitavo mês. Após o parto, é preciso apresentar a certidão de nascimento. Na impossibilidade de comparecer, basta nomear outra pessoa mediante o preenchimento e assinatura de uma procuração, encontrada no site da Previdência Social (www.previdencia.gov.br) 

CONTRIBUINTES INDIVIDUAIS 
O pai tem direito a cinco dias de afastamento do trabalho, a partir do nascimento do bebê, também sem nenhum desconto salarial. 

FONTES: OAB-SP E INSS

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publicado às 11:07

Mulher - em vários matizes

por neves, aj, em 08.03.06

Mulher (em vários matizes)

Mulher, companheira,
Mulher, mãe,
Mulher, guerreira,
Mulher culta,
Mulher faxineira
Mulher precursora,
Mulher gorda, magra,
Mulheres... todas elas são bonitas!

Mulher, que discursa,
Mulher que canta,
Mulher que encanta.

Mulher que cala,
Mulher que sorri, apesar de tudo,
Mulher catadora,
Mulher sonhadora.

Mulher, teu nome está nas estrelas,
Mulher, teu nome está no ar,
Mulher, teu nome está nas águas,
Mulher... mulher..., mulher...,
Teu nome, pronunciado, por Jesus,
Que disse: - eis aí Minha mãe!

Mulher, tua beleza nos fascina,
E nós, todos os homens,
Nos quedamos ao teu poder,
Ao teu amor, à tua cândida ternura.

Mulher:
A mais bela criatura,
Superou a toda a flor,
Plantada com doçura,(no Éden)
Pelas mãos do Criador.


Getúlio Soares Pereira
gesope@bol.com.br
Santa Maria/RS, 07 de março de 2006

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publicado às 11:03




  


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