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Uma por dia 5

por neves, aj, em 31.01.08

este "Trecho da Vila" já nos transmite mais vida. A partir dele fizemos mais duas fotos para revelar certos pormenores e o observador ter uma outra visão, "mais actual" atrevemo-nos a dizer.

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Os "clichés" já estão alojados no álbum SANTA COMBA DÃO - FOTOS ANTIGAS... podem meter-se a caminho.

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publicado às 07:13

Uma por dia 4

por neves, aj, em 30.01.08

esta não é mais que um "corte ampliado" da foto anterior de modo a dar-lhe espírito. Na verdade aquela imagem de "vista geral" está demasiadamente generalizada à Santa Comba de então o que até levou o amigo Alípio a comentar que se tinha cansado de a olhar e nada tinha visto.

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Mas agora com esta ampliação já arquivada no SANTA COMBA DÃO - FOTOS ANTIGAS o enquadramento é bem possível e nós destemidamente o fizemos por palavras. Fica o pedido de nos completarem e/ou de nos corrigirem, alertando no entanto que para terem acesso a comentar o álbum é necessário fazer uma pré-inscrição no sítio hospedeiro, o flickr. Mais uma vez lembramos que a imagem publicada leva directamente a uma ampliação da mesma que por si pode ainda ser observada em tamanho maior.

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publicado às 07:25

Uma por dia 3

por neves, aj, em 29.01.08

é a terceira, mas talvez devesse ter sido a primeira já que nos parece a mais antiga da colecção SANTA COMBA DÃO - FOTOS ANTIGAS que estamos a construir.

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Confessamos que a imagem captada nem nos parece propriamente uma fotografia, antes sim um desenho ou pintura, mas não vamos colocar isso em causa dada a nossa falta de conhecimento. O que será verdade é que a antiguidade é um facto tanto que o casario ainda nos parece bastante reduzido. Lembramos que a imagem publicada permite o acesso a modelo mais ampliado.

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publicado às 09:01

Uma por dia 2

por neves, aj, em 27.01.08

... a segunda!

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Esta é a segunda foto do álbumSANTA COMBA DÃO - FOTOS ANTIGAS que vem em natural seguimento da primeira visto ambas retratarem a mesma zona só que captada em ângulo diferente. O casarão é conhecido como a casa-torreão da família Magalhães e a via é a Avenida Santo Estêvão. Mais pormenores em legenda no álbum.

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publicado às 03:41

Uma por dia 1

por neves, aj, em 22.01.08

e esta é a primeira de uma meia centena de fotos da Santa Comba Antiga que temos entre mãos.

Photobucket

Poderá parecer estranho ou até ser causa de incómodo para certas cabeças, mas sempre vamos dizendo que não somos ilusionistas  para as ter tirado da manga e muito menos feiticeiros para as ter feito aparecer do nada, tanto que tamanhas preciosidades não andam por aí ao deus dará. Simplesmente temos amigos.
E um desses amigos que curiosamente nos viu crescer e que por nós tem estima e consideração quis presentear-nos com este tesouro porque, temos a certeza, embora sabedor de que nós damos valor às origens também sabe que gostamos de divulgar tudo o que se relaciona com a nossa ditosa Santa Comba e sendo assim esta oferta esta prenda ou presente não é só para nós e sim para todos os santacombadenses sejam eles nascidos intra muros ou adoptados, residentes ou ausentes e ainda para todos aqueles que nutrem amor pelo pequeno burgo banhado pelo Dão e pela Ribeira e que tem berço de quase mil anos em terras beirãs.

Os agradecimentos, geralmente, são feitos no final mas como gostamos de nos desviar do usual e como também não sabemos até onde a tinta da inspiração poderá chegar, registe-se aqui já, em acta se desejardes, que o álbumSANTA COMBA DÃO - FOTOS ANTIGAS que começámos hoje a construir só foi possível graças à amabilidade do sr. Carlos Ribeiro estimado proprietário da Foto Ribeiro, uma das casas comerciais que actualmente será das mais antigas da nossa Santa Comba. Registe-se que os nossos agradecimentos não se estendem unicamente à oferta dos diapositivos, ainda a preto e branco como se impõe, mas também e muito especialmente à permissão de podermos publicar esta preciosidade de antanho que fará voar no tempo os menos jovens e que permitirá à juventude actual medir o que usualmente chamamos de progresso tendo como bitola o dia-a-dia do burgo de há dezenas e dezenas de anos e ao mesmo tempo conhecer paisagens hoje desaparecidas ou observar como os antepassados se vestiam e até deduzir como se divertiam.

No entanto, diz o Povo que não haverá bela sem senão e nós não o vamos contrariar. Pelo menos neste conteúdo de que estamos a tratar o ditote ou provérbio assenta como luva já que é com um lamento que anunciamos a falta de datação das fotografias. Algumas delas estão legendadas ou dão-nos alguma dica por este ou aquele edifício e isso ajuda, no entanto falta-nos conhecimento suficiente para melhor fazer o enquadramento visto que, é bom lembrar, apenas contamos com meio século de vida e mais uns trocados. Contudo não nos iremos abster de comentar e cada uma das fotos irá levar uma legenda adicional feita por nós numa tentativa única de esclarecimento ou melhor enquadramento, é certo que talvez usando e abusando de condicionalismos, de ses e talvez ou de parece-nos que, mas cremos que a vossa compreensão o permitirá. Como cada uma das fotos permite colocar comentários (apesar da exigência de cadastramento prévio) contamos com a vossa colaboração seja no fornecimento de informação seja de forma correctiva. É importante salientar que se temos imagens captadas aí há 50 anos (ou menos), outras serão seculares visto que existem testemunhos na oralidade de pessoas que hoje seriam centenárias e que, confrontadas, já não se lembravam de conviver com os motivos retratados.

Quanto ao álbum, ele irá sendo construído "dia a dia" mas não necessariamente no exacto período imposto pelo calendário. Diremos então que será colocada uma foto de vez em quando em que este quando não será de maneira alguma muito distante de modo a fazer-vos perder o interesse. O método será o mesmo de agora: colocamos aqui uma imagem reduzida e um clique sobre ela levar-vos-á ao álbum onde encontrareis alojada uma imagem ampliada(que poderá ainda sê-lo mais um pouco) e virá então a propósito e ainda a tempo referir que as fotos chegaram até nós graças à persistência (e paciência) de um jovem casado com uma nossa sobrinha. Ao Quim, os respectivos agradecimentos.

Então, que a vossa aceitação e interesse sejam grandes, do tamanho do Atlântico que nos separa como costumamos dizer ou que pelo menos pese tanto como as toneladas de prazer que a construção do álbum nos está a dar.

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publicado às 08:32

Outeirinho, o berço

por neves, aj, em 21.01.08

Tanta volta que a Terra deu e eu sem te escrever ditosa Santa Comba, mas hoje regresso em força não pela quantidade de escritos que te vou dedicar antes sim por divulgar em homenagem um dos teus mais belos locais que vejo alindado e limpo. Que sintas tanto prazer em ler e admirar como eu tive em construir.

Photobucket

Teria mui provavelmente apenas três ou quatro dias quando eu, o Tó-Zé filho da Rosita, passei a ser mais um dos residentes do Outeirinho. No entanto será importante frisar que foi bem antes que eu comecei a fazer parte desta pequena comunidade. Para mim foi desde o instante em que o espermatozóide gingão se uniu a um óvulo de minha mãe transformando-o em ovo que começou logo a dividir-se, em multiplicação celular, por aí fora a caminho do organismo.
Com naturalidade e durante meses o ventre de minha mãe foi crescendo e apesar de não ser visto nem escutado passei a ser conhecido lá na rua como o bebé da Rosita que iria nascer lá para Novembro não se sabendo porém nesses tempos de antanho em que as ecografias desmancha-prazeres eram pura miragem como me iriam chamar, se António ou José ou se Rosa como minha mãe, provavelmente Margarida em homenagem a minha avó ou quem sabe Emília como minha madrinha: é que o desejo de “sair menina” era tão grande que na volta teriam dado mais atenção ao estudo de um nome feminino. Compreensível, afinal lá por casa minha mãe já andava bem entretida com três pares de calças e outros tantos cadilhos. Ter-se-iam feito apostas, talvez e até colocado uma agulha na palma da mão de minha mãe à espera que rodasse. Rodaria umas quantas vezes para menina outras não para menino. Nada me consta dos resultados estatísticos, sei é que pelo sim pelo não minha mãe evitou costurar predominantemente numa das cores, rosa e azul, e esperar pelo produto final que a Natureza, que não roda pela vontade das pessoas, se encarregou de construir como varão e então lá tiveram de se socorrer do nome de meu vizinho, irmão de minha madrinha, e que muito provavelmente até seria o meu futuro padrinho não fora o facto de se encontrar ausente por terras de África.
A Rua (do Outeirinho) era extremamente calma na altura e nela em liberdade cresci e brinquei, jogava a bola e andava de triciclo, era acarinhado por todos, feliz, mas também foi nela que vi o vermelho do sangue nos arranhões e esfoladelas. Digamos que a rua foi o meu jardim-escola. Contudo, no final da rua havia o "jardim proibido", o largo, que mal protegido por muro de alguns cinquenta centímetros de altura, se tanto, era o "rebenta coração" das nossas mães. Estas se porventura perdiam o filhote de vista esvoaçavam espavoridas de mediato para o dito largo podendo, no entanto, o malandreco estar escondido atrás de uma porta em casa da vizinha, surdo e mudo bem entretido a comer umas bolachitas. Verdade. Palavra de glutão.
Mas alto aí que não éramos invasores de casa alheia e sim traquinas ou talvez um pouquinho desobedientes apenas sendo importante lembrar que estávamos em tempos em que as portas da vizinhança se cerravam unicamente à noite e os filhos da vizinha eram considerados filhos também.
Por isto e por muito mais o Outeirinho é sangue que me corre nas veias. Impossível esquecê-lo e obrigatório recordá-lo, homenageando-o principalmente quando chegam até nós fotografias tão maravilhosas como as que o amigo JVicente colocou no álbum dedicado à nossa cidade de Santa Comba Dão e que vai sendo construído com o pensamento em nós, nós os santacombadenses ausentes.
Todas as palavras do léxico ainda serão poucas para te agradecer caro Vicente e convicto que a nossa amizade o permite tomei a liberdade de pescar algumas dessas fotos e levá-las para aquário dedicado exclusivamente ao Largo, ao Miradouro ou Mirante, que aqui chamo de OUTEIRINHO - O MIRANTE e que espero ser frequentemente oxigenado por cliques dos nossos visitantes.

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publicado às 16:53

Desistir é morrer

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="502"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="305"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Desistir é morrer</font></b></p> <p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><b>Já chorei, já desesperei, já me encantei, já desencantei, já adoeci, já ressuscitei...</b></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><br>Pois desistir é morrer, e eu sei que não fui afinal, feito como o barro, para ser moldado as conveniências, ao mundo como ele se apresenta hoje.<br>Já chorei, já desesperei, já me encantei, já desencantei, já adoeci, já ressuscitei. Viver é o maior exercício de coragem, e o pedágio para transitar nesta vida não é barato. Mas ainda sorrio!! <br>Perder já perdi, e muito: não me disseram que a felicidade não está no outro, que as pessoas não fazem o que devem, mas o que querem, que não se importam se tu estas ali ou não, se tu não as abandonas-te, se tu acreditas nelas, se tu investiste nelas, ...teu tempo, tua inteligência tua paciência teu coração, e se o teu trabalho foi todo para elas, porque as amava! A gente fica sim de mãos vazias, de coração partido, esvaem-se até os teus melhores ideais. Também fracassei!! O ser humano tem destas coisas. Tenho medo também.<br>Mas também aprendi: <br>Que não é saudável nem correcto investir na vida dessa maneira, que os outros são os outros e tu es tu. Que são as tuas escolhas que te fazem ser o que é, e estar do jeito que está, que não se deve colocar o amor pelas pessoas acima do amor por ti, que é duro se reconstruir, se modificar, o ser humano não lida bem com as mudanças, ele sofre com mudanças, ele não aceita, ele não cria coragem imediatamente para deixar para trás aquele “investimento” que fez no outro. Precisamos de tempo, para engolir o “sapo”. E isso dói.<br>É horrível sentir-se sozinho(a), ser rejeitado e sentir que se investiu em vão. Tudo aquilo em que acredita e que te faz ser o que é, e que em outros tempos fez parte da história da sua vida como uma coisa boa, agora não serve mais. A gente fica perdida(o). Não se vê direito, puxaram o nosso tapete e caímos…<br>Eu tirei os tapetes, nem me permito lamentar aquilo que já acabou. Caminho agora em direção ao futuro. Mudar é preciso. Tudo pode ser reconstruído, reformado.<br>Ainda levo na alma o meu jeito de ser, a minha marca registrada, que é a imensa capacidade de compreender e aceitar as coisas como eles vêm. Recebemos coisas dessa vida que às vezes não gostamos, que não queríamos, que não planejamos, mas encaro isso agora como um presente, se ganho um osso faço uma sopa, e não paro para reclamar, nem me lamentar. E vou andando, olho para frente. Não minto, nem para mim mesmo, não sou feliz como homem, mas sou como pessoa. E adoro gente que é honesta, enganar é ridículo e tu sempre sabes como é!<br>E descobri que esse é o meu jeito essa é a minha essência, não tenho aquilo que aos outros é indispensável, materialmente, posso ser considerado pobre, mas, o que tenho é meu, não me foi presenteado, nem ganhei ou transigi com a minha convicção, me orgulho agora de mim, porque sei mais a meu respeito: Nossa riqueza é o que sabemos, o que aprendemos:... ninguém sabe o que tu tens, nem te pode roubar, e tu tens para usar quando é preciso. É um investimento e tanto.<br>Às vezes sou fraco, fico triste, me revolto, me desoriento. Ficar sozinho é pra quem tem coragem. Foi o jeito que achei para me proteger.<br>Mas também me deu a autonomia de poder ser transparente e verdadeiro.<br>Com relação aos meus (muito humanos) e felizmente poucos erros nos relacionamentos, tenho um ditado que adoro.<br>“Viver bem é a melhor vingança!” Empresto-o…<br>E não aceito menos do que mereço, e preciso. Eu conheço-me, nunca poderei deixar de ser como sou. Nunca pude gostar de ver um pássaro numa gaiola, e não vou jamais querer fazer isso com outra pessoa ou deixar que façam isso comigo. Respeito tudo que vive neste planeta. Amo a liberdade. E, embora não goste muito às vezes, pois sempre se busca a aceitação social, respeito também o direito que os outros têm de não gostar de mim, da pessoa que sou, do jeito que escolhi viver e ser, do modo como penso, e do que digo. O problema é deles, não meu. Não há, uma reação final. Há sim, uma reformulação afinal! E necessária com certeza. Pensa nisto.<br>E é isso que faço, tento ainda acertar, não desisto nunca!!!!</font><br></font></p>

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publicado às 17:33

Anti-militarismo

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="510"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="313"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Anti-militarismo</font></b></p> <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2" color="#000080"> Somos anti-militaristas porque pensamos que o exército é um dos suportes do Estado e do capitalismo, mantendo uma hierarquia rígida completamente separada do povo e ao serviço dos interesses privados.</font></b></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Somos anti-militaristas porque pensamos que o exército é um dos suportes do Estado e do capitalismo, mantendo uma hierarquia rígida completamente separada do povo e ao serviço dos interesses privados. Somos pelo povo para defender a revolução triunfante dos inimigos, pelo que terá de se auto-organizar em milícias revolucionárias.<br>Nos nossos meios e na sociedade em geral, combateremos energicamente todas as discriminações. O capitalismo e o estado também se mantêm através do patriarcado, do racismo, da xenofobia, do sexismo e da homofobia, que se somam e agravam à opressão de classe. Combateremos sem descanso pelo respeito dos direitos dos imigrantes, segundo o lema: «nenhum ser humano é ilegal».<br>Somos ecologistas/ambientalistas, pois a crise ecológica global é causada pela acção do capitalismo, seja ele liberal ou de estado. É incompatível com a apropriação individual dos bens produtivos, o objectivo de vivermos em harmonia com a Natureza. No capitalismo, só pode haver agravamento de todos os problemas ambientais. A revolução anti-autoritária – também por este motivo – torna-se cada vez mais necessária e urgente.<br>Em termos de objectivos gerais, propomo-nos a difundir o anarquismo, o mais amplamente possível devolvendo-o aos trabalhadores como seu património;<br>Combater todos os preconceitos alimentados contra o anarquismo, denunciando igualmente às pseudo-expressões do anarquismo, tais como: primitivismo, caos, individualismo, um estilo de vida, terrorismo, anarco-capitalismo, etc;<br>Participar em todas as lutas do movimento social, num sentido de emancipação geral, mas também de avanço das condições materiais e outras dos trabalhadores e camadas oprimidas. Neste combate, estaremos prontos a cooperar com outros, não deixando de denunciar as derivas autoritárias e, ou vanguardistas. Neste âmbito, entendemos realizar trabalho em estruturas sindicais existentes ou promovendo novas estruturas, sempre no respeito pela vontade dos trabalhadores associados em tais estruturas. Consideramos como prioridade, em pé de igualdade, o apoio e trabalho conjunto com colectivos anti-autoritários de âmbito ecológico, de apoio a presos, feminismo anárquico, pelo direito à habitação, anti-racista, anti-fascista, entre outros;<br>No nosso Colectivo têm lugar todo(a)s que queiram assumir o seu compromisso com plena responsabilidade, o que inclui a ajuda mútua para melhorar o desempenho prático e teórico como anarquistas de luta de classes.<br>Trabalhar conjuntamente com outras organizações específicas, ao nível internacional, que partilhem o essencial das nossas posições (Federações, Grupos Anarquistas Comunistas, Socialistas e Anarquistas de Luta de Classes), assim como organizações de massas (Sindicatos, etc.), desde que mantenham uma postura de defesa dos interesses da classe trabalhadora e uma independência em relação aos poderes.<br>Por trabalhador entendemos todo aquele, homem ou mulher, que para sobreviver necessita de vender a sua força de trabalho, podendo ou não, num determinado momento, estar a ser remunerado. Nesta categoria englobamos estudantes, desempregados, imigrantes, bolseiros, artistas intermitentes.</font><br> </p>

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publicado às 17:29

Um estilo de vida, uma forma de viver

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="510"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="313"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Um estilo de vida uma forma de viver</font></b></p> <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Somos anti-autoritários...<br>Somos pela responsabilidade colectiva...<br>Somos pela democracia directa.</font></b></p> <p align="justify"> </p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Somos anti-autoritários, o que significa que temos como objectivo a destruição do estado, um dos sustentáculos maiores do capitalismo, e a sua substituição por uma sociedade de comunas livres e de autogestão generalizada, em todos os domínios, produtivos e outros. Significa também que somos contra a existência de vanguardas ou de elites que se auto designam como «consciência» dos explorados e que supostamente os guiariam até ao triunfo da revolução.<br>Sabemos que as formas de organização que tomarmos no presente vão ser importantes nos mais diversos momentos da luta para a instauração da Liberdade. Não aceitaremos, portanto, que haja entre nós quem mande ou quem seja mandado. Somos anti autoritários, porque discutimos colectivamente, decidimos pela democracia directa todos os aspectos da nossa vida interna enquanto organização, nomeadamente, todos os que estejam relacionados com as nossas acções.<br>Somos pela unidade teórica, ou seja, temos um corpo comum de doutrina, de teoria, que vamos desenvolvendo e aprofundando com os ensinamentos da prática, na discussão fraterna entre nós e com outros colectivos e entidades afins.<br>Sendo a nossa estratégia e táctica decorrentes da nossa teoria, elas deverão apresentar unidade em termos gerais, embora com adaptações às condições geográficas e/ou outras que se apresentem.<br>Somos pela responsabilidade colectiva. Isto significa que o funcionamento do colectivo e as decisões tomadas por este são partilhadas por todos/as. Todos/as devem fazer o seu melhor para que o Colectivo funcione correctamente e as suas iniciativas sejam coroadas de êxito. O facto de certas tarefas serem atribuídas a determinados elementos não exime os outros de responsabilidades: primeiro, porque participaram na tomada de decisão sobre essa distribuição de responsabilidades; segundo, porque têm o dever de suprir falhas ou deficiências que venham a ocorrer, por qualquer motivo, durante a execução de uma dada tarefa. Sendo o processo de tomada de decisão inteiramente democrático e partilhado, não podem alguns membros colocar-se de lado, não contribuindo para um dado trabalho, sob pretexto de que não estavam de acordo com tal ou tal decisão. Condenamos, também, a prática de agir sob a responsabilidade de um indivíduo.<br>Somos pela democracia directa. Nesta, a assembleia é soberana para tomar as decisões que dizem respeito aos seus membros. Todas as pessoas têm liberdade de intervir e são convidadas a fazê-lo. As decisões devem ser tomadas tendo em conta as opiniões de todas as pessoas. Se possível, deve-se chegar a consenso. Caso seja impossível um consenso, deve-se então determinar qual a posição maioritária pelo voto. É um mito dizer-se que os anarquistas não votam. Votam nas suas assembleias, mas apenas quando esse meio se torna indispensável. A existência de uma discussão tão ampla e generalizada quanto a assembleia queira, faz com que as decisões que daí emanam sejam consensuais, ou por ampla maioria. Os nossos mecanismos de tomada decisão<br>salvaguardam, também, as posições minoritárias.<br>Logicamente, os membros dessa assembleia sentem-se vinculados (responsabilizados) às decisões tomadas colectivamente. Isto significa que todos têm obrigação de implementar as decisões tomadas (responsabilidade colectiva), visto que participaram activamente na tomada de decisão.<br>Somos internacionalistas, porque temos consciência de que a espécie humana é una; de que não existem raças; de que são indefensáveis ideários de superioridade nacional ou cultural; o mal que advém do capitalismo ataca todos os povos.</font><br> </p>

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publicado às 17:26

Somos anti-capitalistas

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="515"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="318"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Somos anti-capitalistas</font></b></p> <p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><b> Somos anti-capitalistas, o que significa que consideramos que a actual organização da sociedade, baseada na exploração do trabalho assalariado, tem de desaparecer.</b> </font></p> <p align="justify"> </p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">O Anarquismo não significa misticismo, nem palavras vagas sobre a beleza, nem tão pouco desespero. A sua grandeza é feita, antes de tudo, pela sua dedicação à causa da humanidade oprimida. Traz em si a aspiração das massas para a verdade, o seu heroísmo e a sua vontade concentrada; representa neste momento a única doutrina social sobre que as massas podem apoiar-se com confiança para conduzir a sua luta. Não basta que o anarquismo seja uma grande ideia e as anarquistas os seus representantes platónicos. É necessário que os anarquistas tomem constantemente parte do movimento revolucionário das massas e como cooperadores. Só então esse movimento respirará plenamente a atmosfera verdadeira do ideal do anarquismo. Nada se obtém gratuitamente. Todas as causas exigem esforços e sacrifícios. O anarquismo deve encontrar uma unidade de vontade e uma unidade de acção e alcançar uma noção exacta do seu papel histórico. O anarquismo deve penetrar no coração das massas e fundir-se com elas.<br>Porque dispersos vemos a nossa influência reduzida no decurso das lutas, ainda para mais quando somos poucos; porque dispersos vemos a nossa capacidade individual reduzida a nada, pois trabalhando sozinhos, sem projectos, vamos observando tudo sem capacidade de agir voltando para casa desmotivados e sem ânimo, – por vezes, alguns companheiros decidem juntar-se a projectos de outras tendências, com as quais mantêm desacordos irreconciliáveis –, propomos nos auto organizar. Queremos que o Movimento Anarquista volte às ruas, às fábricas, às comunidades, às escolas.<br>Queremos que ele seja uma força revolucionária que combata o capitalismo e todo o autoritarismo injustificável, aplicando-lhe as armas da acção directa das massas, horizontalidade, solidariedade, autogestão, liberdade, igualdade e federalismo.<br>Achamos que um trabalho preparatório é condição absoluta para a vitória das lutas sociais. Será, pois, preciso realizar uma estratégia revolucionária de classe e é disso que dependerá, num grau considerável, o futuro do movimento. É pois preciso que nos organizemos. Não queremos ser nenhuma vanguarda iluminada, senão promotores da auto organização dos trabalhadores e suas comunidades, por isso defendemos uma organização que seja um meio e nunca um fim.<br>Convém, no entanto, ressalvar que pretendemos ser um grupo de luta de classes, que se pode designar anarquistas livres. <br>Somos anti-capitalistas, o que significa que consideramos que a actual organização da sociedade, baseada na exploração do trabalho assalariado, tem de desaparecer. Significa também que, embora combatendo as manifestações mais extremas do capitalismo, as grandes corporações, os grandes centros regionais e mundiais que ditam as políticas em todo o globo, somos contrários às formas mais arcaicas de exploração, capitalistas ou não capitalistas. Não aceitamos defender os pequenos capitalistas contra os grandes, ou os capitalistas nacionais contra os estrangeiros à custa da traição aos trabalhadores, como tem sido princípio do reformismo e da esquerda autoritária.<br>Igualmente, fica bem claro para nós que nenhuma sociedade instaurou até hoje qualquer forma de socialismo ou de comunismo. O que se tem como sociedades onde reina o «comunismo», actualmente, como a República Popular da China, a Coreia do Norte, Cuba e outros casos, são apenas exemplos de uma forma de capitalismo, o capitalismo de estado, em que uma oligarquia decide em nome do proletariado, o qual é espezinhado e humilhado constantemente.</font><br> </p>

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