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Desistir é morrer

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="502"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="305"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Desistir é morrer</font></b></p> <p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><b>Já chorei, já desesperei, já me encantei, já desencantei, já adoeci, já ressuscitei...</b></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><br>Pois desistir é morrer, e eu sei que não fui afinal, feito como o barro, para ser moldado as conveniências, ao mundo como ele se apresenta hoje.<br>Já chorei, já desesperei, já me encantei, já desencantei, já adoeci, já ressuscitei. Viver é o maior exercício de coragem, e o pedágio para transitar nesta vida não é barato. Mas ainda sorrio!! <br>Perder já perdi, e muito: não me disseram que a felicidade não está no outro, que as pessoas não fazem o que devem, mas o que querem, que não se importam se tu estas ali ou não, se tu não as abandonas-te, se tu acreditas nelas, se tu investiste nelas, ...teu tempo, tua inteligência tua paciência teu coração, e se o teu trabalho foi todo para elas, porque as amava! A gente fica sim de mãos vazias, de coração partido, esvaem-se até os teus melhores ideais. Também fracassei!! O ser humano tem destas coisas. Tenho medo também.<br>Mas também aprendi: <br>Que não é saudável nem correcto investir na vida dessa maneira, que os outros são os outros e tu es tu. Que são as tuas escolhas que te fazem ser o que é, e estar do jeito que está, que não se deve colocar o amor pelas pessoas acima do amor por ti, que é duro se reconstruir, se modificar, o ser humano não lida bem com as mudanças, ele sofre com mudanças, ele não aceita, ele não cria coragem imediatamente para deixar para trás aquele “investimento” que fez no outro. Precisamos de tempo, para engolir o “sapo”. E isso dói.<br>É horrível sentir-se sozinho(a), ser rejeitado e sentir que se investiu em vão. Tudo aquilo em que acredita e que te faz ser o que é, e que em outros tempos fez parte da história da sua vida como uma coisa boa, agora não serve mais. A gente fica perdida(o). Não se vê direito, puxaram o nosso tapete e caímos…<br>Eu tirei os tapetes, nem me permito lamentar aquilo que já acabou. Caminho agora em direção ao futuro. Mudar é preciso. Tudo pode ser reconstruído, reformado.<br>Ainda levo na alma o meu jeito de ser, a minha marca registrada, que é a imensa capacidade de compreender e aceitar as coisas como eles vêm. Recebemos coisas dessa vida que às vezes não gostamos, que não queríamos, que não planejamos, mas encaro isso agora como um presente, se ganho um osso faço uma sopa, e não paro para reclamar, nem me lamentar. E vou andando, olho para frente. Não minto, nem para mim mesmo, não sou feliz como homem, mas sou como pessoa. E adoro gente que é honesta, enganar é ridículo e tu sempre sabes como é!<br>E descobri que esse é o meu jeito essa é a minha essência, não tenho aquilo que aos outros é indispensável, materialmente, posso ser considerado pobre, mas, o que tenho é meu, não me foi presenteado, nem ganhei ou transigi com a minha convicção, me orgulho agora de mim, porque sei mais a meu respeito: Nossa riqueza é o que sabemos, o que aprendemos:... ninguém sabe o que tu tens, nem te pode roubar, e tu tens para usar quando é preciso. É um investimento e tanto.<br>Às vezes sou fraco, fico triste, me revolto, me desoriento. Ficar sozinho é pra quem tem coragem. Foi o jeito que achei para me proteger.<br>Mas também me deu a autonomia de poder ser transparente e verdadeiro.<br>Com relação aos meus (muito humanos) e felizmente poucos erros nos relacionamentos, tenho um ditado que adoro.<br>“Viver bem é a melhor vingança!” Empresto-o…<br>E não aceito menos do que mereço, e preciso. Eu conheço-me, nunca poderei deixar de ser como sou. Nunca pude gostar de ver um pássaro numa gaiola, e não vou jamais querer fazer isso com outra pessoa ou deixar que façam isso comigo. Respeito tudo que vive neste planeta. Amo a liberdade. E, embora não goste muito às vezes, pois sempre se busca a aceitação social, respeito também o direito que os outros têm de não gostar de mim, da pessoa que sou, do jeito que escolhi viver e ser, do modo como penso, e do que digo. O problema é deles, não meu. Não há, uma reação final. Há sim, uma reformulação afinal! E necessária com certeza. Pensa nisto.<br>E é isso que faço, tento ainda acertar, não desisto nunca!!!!</font><br></font></p>

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publicado às 17:33

Anti-militarismo

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="510"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="313"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Anti-militarismo</font></b></p> <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2" color="#000080"> Somos anti-militaristas porque pensamos que o exército é um dos suportes do Estado e do capitalismo, mantendo uma hierarquia rígida completamente separada do povo e ao serviço dos interesses privados.</font></b></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Somos anti-militaristas porque pensamos que o exército é um dos suportes do Estado e do capitalismo, mantendo uma hierarquia rígida completamente separada do povo e ao serviço dos interesses privados. Somos pelo povo para defender a revolução triunfante dos inimigos, pelo que terá de se auto-organizar em milícias revolucionárias.<br>Nos nossos meios e na sociedade em geral, combateremos energicamente todas as discriminações. O capitalismo e o estado também se mantêm através do patriarcado, do racismo, da xenofobia, do sexismo e da homofobia, que se somam e agravam à opressão de classe. Combateremos sem descanso pelo respeito dos direitos dos imigrantes, segundo o lema: «nenhum ser humano é ilegal».<br>Somos ecologistas/ambientalistas, pois a crise ecológica global é causada pela acção do capitalismo, seja ele liberal ou de estado. É incompatível com a apropriação individual dos bens produtivos, o objectivo de vivermos em harmonia com a Natureza. No capitalismo, só pode haver agravamento de todos os problemas ambientais. A revolução anti-autoritária – também por este motivo – torna-se cada vez mais necessária e urgente.<br>Em termos de objectivos gerais, propomo-nos a difundir o anarquismo, o mais amplamente possível devolvendo-o aos trabalhadores como seu património;<br>Combater todos os preconceitos alimentados contra o anarquismo, denunciando igualmente às pseudo-expressões do anarquismo, tais como: primitivismo, caos, individualismo, um estilo de vida, terrorismo, anarco-capitalismo, etc;<br>Participar em todas as lutas do movimento social, num sentido de emancipação geral, mas também de avanço das condições materiais e outras dos trabalhadores e camadas oprimidas. Neste combate, estaremos prontos a cooperar com outros, não deixando de denunciar as derivas autoritárias e, ou vanguardistas. Neste âmbito, entendemos realizar trabalho em estruturas sindicais existentes ou promovendo novas estruturas, sempre no respeito pela vontade dos trabalhadores associados em tais estruturas. Consideramos como prioridade, em pé de igualdade, o apoio e trabalho conjunto com colectivos anti-autoritários de âmbito ecológico, de apoio a presos, feminismo anárquico, pelo direito à habitação, anti-racista, anti-fascista, entre outros;<br>No nosso Colectivo têm lugar todo(a)s que queiram assumir o seu compromisso com plena responsabilidade, o que inclui a ajuda mútua para melhorar o desempenho prático e teórico como anarquistas de luta de classes.<br>Trabalhar conjuntamente com outras organizações específicas, ao nível internacional, que partilhem o essencial das nossas posições (Federações, Grupos Anarquistas Comunistas, Socialistas e Anarquistas de Luta de Classes), assim como organizações de massas (Sindicatos, etc.), desde que mantenham uma postura de defesa dos interesses da classe trabalhadora e uma independência em relação aos poderes.<br>Por trabalhador entendemos todo aquele, homem ou mulher, que para sobreviver necessita de vender a sua força de trabalho, podendo ou não, num determinado momento, estar a ser remunerado. Nesta categoria englobamos estudantes, desempregados, imigrantes, bolseiros, artistas intermitentes.</font><br> </p>

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publicado às 17:29

Um estilo de vida, uma forma de viver

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="510"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="313"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Um estilo de vida uma forma de viver</font></b></p> <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Somos anti-autoritários...<br>Somos pela responsabilidade colectiva...<br>Somos pela democracia directa.</font></b></p> <p align="justify"> </p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Somos anti-autoritários, o que significa que temos como objectivo a destruição do estado, um dos sustentáculos maiores do capitalismo, e a sua substituição por uma sociedade de comunas livres e de autogestão generalizada, em todos os domínios, produtivos e outros. Significa também que somos contra a existência de vanguardas ou de elites que se auto designam como «consciência» dos explorados e que supostamente os guiariam até ao triunfo da revolução.<br>Sabemos que as formas de organização que tomarmos no presente vão ser importantes nos mais diversos momentos da luta para a instauração da Liberdade. Não aceitaremos, portanto, que haja entre nós quem mande ou quem seja mandado. Somos anti autoritários, porque discutimos colectivamente, decidimos pela democracia directa todos os aspectos da nossa vida interna enquanto organização, nomeadamente, todos os que estejam relacionados com as nossas acções.<br>Somos pela unidade teórica, ou seja, temos um corpo comum de doutrina, de teoria, que vamos desenvolvendo e aprofundando com os ensinamentos da prática, na discussão fraterna entre nós e com outros colectivos e entidades afins.<br>Sendo a nossa estratégia e táctica decorrentes da nossa teoria, elas deverão apresentar unidade em termos gerais, embora com adaptações às condições geográficas e/ou outras que se apresentem.<br>Somos pela responsabilidade colectiva. Isto significa que o funcionamento do colectivo e as decisões tomadas por este são partilhadas por todos/as. Todos/as devem fazer o seu melhor para que o Colectivo funcione correctamente e as suas iniciativas sejam coroadas de êxito. O facto de certas tarefas serem atribuídas a determinados elementos não exime os outros de responsabilidades: primeiro, porque participaram na tomada de decisão sobre essa distribuição de responsabilidades; segundo, porque têm o dever de suprir falhas ou deficiências que venham a ocorrer, por qualquer motivo, durante a execução de uma dada tarefa. Sendo o processo de tomada de decisão inteiramente democrático e partilhado, não podem alguns membros colocar-se de lado, não contribuindo para um dado trabalho, sob pretexto de que não estavam de acordo com tal ou tal decisão. Condenamos, também, a prática de agir sob a responsabilidade de um indivíduo.<br>Somos pela democracia directa. Nesta, a assembleia é soberana para tomar as decisões que dizem respeito aos seus membros. Todas as pessoas têm liberdade de intervir e são convidadas a fazê-lo. As decisões devem ser tomadas tendo em conta as opiniões de todas as pessoas. Se possível, deve-se chegar a consenso. Caso seja impossível um consenso, deve-se então determinar qual a posição maioritária pelo voto. É um mito dizer-se que os anarquistas não votam. Votam nas suas assembleias, mas apenas quando esse meio se torna indispensável. A existência de uma discussão tão ampla e generalizada quanto a assembleia queira, faz com que as decisões que daí emanam sejam consensuais, ou por ampla maioria. Os nossos mecanismos de tomada decisão<br>salvaguardam, também, as posições minoritárias.<br>Logicamente, os membros dessa assembleia sentem-se vinculados (responsabilizados) às decisões tomadas colectivamente. Isto significa que todos têm obrigação de implementar as decisões tomadas (responsabilidade colectiva), visto que participaram activamente na tomada de decisão.<br>Somos internacionalistas, porque temos consciência de que a espécie humana é una; de que não existem raças; de que são indefensáveis ideários de superioridade nacional ou cultural; o mal que advém do capitalismo ataca todos os povos.</font><br> </p>

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publicado às 17:26

Somos anti-capitalistas

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="515"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="318"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Somos anti-capitalistas</font></b></p> <p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080"><b> Somos anti-capitalistas, o que significa que consideramos que a actual organização da sociedade, baseada na exploração do trabalho assalariado, tem de desaparecer.</b> </font></p> <p align="justify"> </p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">O Anarquismo não significa misticismo, nem palavras vagas sobre a beleza, nem tão pouco desespero. A sua grandeza é feita, antes de tudo, pela sua dedicação à causa da humanidade oprimida. Traz em si a aspiração das massas para a verdade, o seu heroísmo e a sua vontade concentrada; representa neste momento a única doutrina social sobre que as massas podem apoiar-se com confiança para conduzir a sua luta. Não basta que o anarquismo seja uma grande ideia e as anarquistas os seus representantes platónicos. É necessário que os anarquistas tomem constantemente parte do movimento revolucionário das massas e como cooperadores. Só então esse movimento respirará plenamente a atmosfera verdadeira do ideal do anarquismo. Nada se obtém gratuitamente. Todas as causas exigem esforços e sacrifícios. O anarquismo deve encontrar uma unidade de vontade e uma unidade de acção e alcançar uma noção exacta do seu papel histórico. O anarquismo deve penetrar no coração das massas e fundir-se com elas.<br>Porque dispersos vemos a nossa influência reduzida no decurso das lutas, ainda para mais quando somos poucos; porque dispersos vemos a nossa capacidade individual reduzida a nada, pois trabalhando sozinhos, sem projectos, vamos observando tudo sem capacidade de agir voltando para casa desmotivados e sem ânimo, – por vezes, alguns companheiros decidem juntar-se a projectos de outras tendências, com as quais mantêm desacordos irreconciliáveis –, propomos nos auto organizar. Queremos que o Movimento Anarquista volte às ruas, às fábricas, às comunidades, às escolas.<br>Queremos que ele seja uma força revolucionária que combata o capitalismo e todo o autoritarismo injustificável, aplicando-lhe as armas da acção directa das massas, horizontalidade, solidariedade, autogestão, liberdade, igualdade e federalismo.<br>Achamos que um trabalho preparatório é condição absoluta para a vitória das lutas sociais. Será, pois, preciso realizar uma estratégia revolucionária de classe e é disso que dependerá, num grau considerável, o futuro do movimento. É pois preciso que nos organizemos. Não queremos ser nenhuma vanguarda iluminada, senão promotores da auto organização dos trabalhadores e suas comunidades, por isso defendemos uma organização que seja um meio e nunca um fim.<br>Convém, no entanto, ressalvar que pretendemos ser um grupo de luta de classes, que se pode designar anarquistas livres. <br>Somos anti-capitalistas, o que significa que consideramos que a actual organização da sociedade, baseada na exploração do trabalho assalariado, tem de desaparecer. Significa também que, embora combatendo as manifestações mais extremas do capitalismo, as grandes corporações, os grandes centros regionais e mundiais que ditam as políticas em todo o globo, somos contrários às formas mais arcaicas de exploração, capitalistas ou não capitalistas. Não aceitamos defender os pequenos capitalistas contra os grandes, ou os capitalistas nacionais contra os estrangeiros à custa da traição aos trabalhadores, como tem sido princípio do reformismo e da esquerda autoritária.<br>Igualmente, fica bem claro para nós que nenhuma sociedade instaurou até hoje qualquer forma de socialismo ou de comunismo. O que se tem como sociedades onde reina o «comunismo», actualmente, como a República Popular da China, a Coreia do Norte, Cuba e outros casos, são apenas exemplos de uma forma de capitalismo, o capitalismo de estado, em que uma oligarquia decide em nome do proletariado, o qual é espezinhado e humilhado constantemente.</font><br> </p>

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publicado às 17:22

Precisa-se de novas lutas

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="515"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="318"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Precisa-se de novas lutas</font></b></p> <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Há muito tempo que os anarquistas portugueses são atacados por essa doença terrível: a desorganização.</font></b></p> <p align="justify"> </p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">O ideal do anarquismo é rico na sua multiplicidade, mas o papel dos anarquistas nas lutas sociais é muito pobre em Portugal, senão nulo. O seu fim deveria ser ajudar as lutas sociais a entrar na via da luta emancipatória e da edificação da sociedade vindoura, e enquanto o movimento das massas não trilhar o caminho da colisão decisiva, o papel dos anarquistas devia centrar-se na cooperação com os movimentos sociais, ajudando-os a interpretar a significação da luta que as espera, a definir as obras a realizar e os seus objectivos, a tomar as necessárias disposições de combate e a organizar as suas forças, bem como a combater as tendências centralizadoras dos políticos profissionais oportunistas que sempre espreitam para tomar as rédeas dos movimentos sociais. Se as lutas sociais passaram para uma etapa decisiva, então, os anarquistas devem estar prontos e precipitar-se nela sem perderem um instante; deverão fazer tudo o que depender deles para sustentar os primeiros ensaios construtivos, procurando firmemente que o caminho conduza às aspirações essenciais dos trabalhadores e ou comunidades. Devemos promover, em todas as ocasiões, no seio dos trabalhadores e do povo os ideais de auto organização e de autogestão.<br>O que vemos hoje, na realidade portuguesa, é um cenário onde os anarquistas estão completamente desligados das lutas sociais, totalmente ao contrário do que deveria ser a prática anarquista, isto apesar dos exemplos históricos de homens e lutadores como Emídio Santana, Manuel Joaquim de Sousa, Mário Castelhano ou Neno Vasco, ou de organizações como os anarco-sindicalistas da CGT, ou anarco-comunistas da UAP (União Anarquista Portuguesa) – que integrou a Federação Anarquista Ibérica. Grupos, homens e mulheres que lutaram pela emancipação integral dos trabalhadores, bem como foram bravos lutadores contra o fascismo. O ideal do anarquismo mobiliza o entusiasmo de muitos revolucionários sinceros, porém as formas mais frequentes de discurso explicitamente anarquista acusam ainda muitíssimas lacunas pois entram muito pelos lugares comuns abstractos e vagos e divagações por domínios que não têm nada a ver com o movimento social dos trabalhadores. Mas há um traço que sobressai bastante desses discursos – a alergia ou completa aversão à organização.<br>Há muito tempo que os anarquistas portugueses são atacados por essa doença terrível: a desorganização.<br>Este mal destruiu neles a necessidade e o vigor de um pensamento concreto e condenou-os à inactividade em momentos importantes da luta social. Com a desorganização, advém a irresponsabilidade, e juntas, conduzem ao empobrecimento da ideia e à nulidade em matéria prática. A organização deverá vir e virá, ligando entre si todos os que tomam seriamente o anarquismo, que são realmente dedicados à revolução e ás lutas sociais.<br>Outra enfermidade grave que assola o anarquismo é a abstracção em que o mergulharam pela irrupção de tendências que pouco têm a ver com o anarquismo e mais com um sentimento liberal burguês: desde os niilistas, aos existencialistas, aos anarco-capitalistas, aos primitivistas. </font><br> </p>

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publicado às 17:18

Vivemos em dois mundos

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="524"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="327"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Vivemos em dois mundos</font></b></p> <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2" color="#000080">O anarquismo comporta em si dois mundos: o das ideias e o das acções...</font></b></p> <p align="justify"> </p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">O anarquismo comporta em si dois mundos: o das ideias e o das acções, estando ambos intrinsecamente ligados entre si. Assim, o anarquismo não é mais que uma análise material de uma prática de luta social levada a cabo por trabalhadores ou comunidades auto organizadas em defesa dos seus interesses e não em defesa de interesses alheios, ou que lhes foram inculcados por partidos ou vanguardas iluminadas.<br>Trabalhadores e comunidades em luta preocupam-se, naturalmente, mais com o lado concreto e prático do anarquismo. O seu princípio essencial e fundamental é o princípio da iniciativa revolucionária dos trabalhadores e a sua libertação pelas suas próprias forças.<br>Todos os movimentos sociais revolucionários que se deram até aqui desenrolam-se nos limites do regime capitalista e apenas têm tido uma influência escassa da teoria e prática anarquista, excepção feita a Espanha (1936-1939), Ucrânia (1917-1921) e México (1910-1920) – embora, com maior ou menor sucesso, com maior ou menor influência dos anarquistas e suas organizações, todas as lutas da classe trabalhadora, do passado e presente, são valiosas e delas se devem retirar importantes ilações. Isto é bastante compreensível, pois as lutas sociais e seus intervenientes agem não num mundo desejado, mas naquele que existe à sua volta, estando diariamente em luta com a acção física e psicológica de forças repressoras. O movimento anarquista actual, que tem uma fraca expressão, pouco ajuda nas lutas sociais e os trabalhadores sofrem, assim, constantemente a influência de todo o meio real do sistema capitalista e dos grupos intermediários que lhes estão associados: sejam os partidos políticos que advogam a luta reformista e parlamentarista; sejam os sindicatos manipulados ao sabor dos interesses das classes dominantes e não dos trabalhadores, que de resto poucas decisões têm na própria orgânica sindical, estando à mercê de cúpulas dirigentes; sejam dos meios de comunicação social que constroem realidades e verdades fictícias.</font><br> </p>

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publicado às 17:15

Quem aceita o desafio?

por neves, aj, em 13.01.08

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<p align="center" class="MsoNormal"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="524"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080" width="148"><a href="http://smg.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/?action=view&current=goul.jpg" target="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/diversos8/goul.jpg" border="0" alt="Photobucket" width="120" height="160"></a><br> <font color="#008080" size="2" face="Times New Roman"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td width="327"><p align="justify"><b> <font face="Times New Roman" size="4" color="#000080">Quem aceita o desafio?</font></b></p> <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2" color="#000080"> Não estará na hora de mudarmos a nós mesmos...?</font></b></p> <p align="justify"> </p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a><br><a href="http://anarquista.no.comunidades.net/"><font face="Verdana" size="2" color="#008080"><b>O Anarquista</b></font></a></p><p align="justify"><font face="Verdana" size="2" color="#000080">Vivemos no momento de maior crise política dos nossos sucessivos Governos.<br>Trata-se de um momento em que, por um lado, a ilusão de muitos portugueses sinceros se desmorona, e, por outro, as forças políticas se jogam em uma disputa para retirar os maiores saldos políticos.<br>Ao mesmo tempo em que nos indignamos com as roubalheiras dos políticos, porque como trabalhadores sabemos que cada dinheiro roubado é fruto do nosso trabalho suado, vemos diversas visões sobre os factos nos serem apresentadas. Queremos aqui, primeiramente, compreender algumas das principais visões sobre a crise política do nosso governo ou melhor do Sr. Sócrates, identificando e em que consistem e quais são as estratégias políticas que estão por trás delas. Em segundo lugar, queremos identificar os limites de todas estas visões e apresentarmos a nossa avaliação e a nossa alternativa anarquista.<br>Não estará na hora de mudarmos a nós mesmos, mais profundamente, mais amorosamente, e colhermos de graça frutos de sabedoria que existem à nossa disposição? <br>Que grande aventura será mudarmos um pouco por dentro toda vez que mexermos no lado de fora!<br>O Universo sempre apoia cada mudança bem feita.<br>Será um novo desafio a cada novo dia!<br>QUEM ACEITA?</font><br> </p>

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publicado às 17:11




  


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