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Agradecimentos

por neves, aj, em 22.11.08

(entusiasmado com os 100, alonguei-me como de costume)

... primeiro a quatro fiéis leitores do Voz que nele deixaram a marca, também amigos, claro, sendo que dois deles foram granjeados após a travessia e através das ondas desta imensa rede que nos envolve e os outros já vêm desde o berço, ou quase, lá nas serranias beirãs.
... depois a uns quantos mais que na minha página do Hi5 me presentearam com dedicatórias de uma forma ou de outra, privada ou pública, algumas delas acompanhadas por engraçadas animações e outras até com música a propósito.
... por último àqueles que me querem e me são queridos, apesar de que nem seria necessário agradecimento já que em relação franca e envolvente ele está sempre presente.

PhotobucketAntes, no entanto, esclareça-se que o atraso no agradecimento aos parabéns que me desejaram pela passagem pelo marco 53 da estrada da minha vida não foi por indelicadeza nem por desleixo, não foi por isto ou por aquilo, não foi por nada em especial e talvez por tudo num geral, ou seja, ando numa constante roda viva quase sem tempo para me coçar (e como às vezes me dá comichão sobre a omoplata direita...) e com a mente tão ocupada que quando me lembro da obrigação estou sem inspiração ou com o corpo a pedir-me para se esticar ao comprido sobre o colchão... vai assim com rima para vos tentar provar que escrevo com enleio e dedicação pelo carinho que me reservaram e mesmo sabedor que as desculpas se devem evitar e não pedir, aqui vos escrevo acto que até tem o seu quê de contrição.
E apresentadas as desculpas em preâmbulo seguem-se os agradecimentos para todo o mundo, sendo que, obrigatória e salutarmente, rabisco a alguns mais umas linhas com promessa (de político, talvez) de que não me vou esticar, de que o livro não vai ficar longo em demasia.
Assim, para o Manuel Evangelista e para o Tó-Zé Gomes, amigos desde a infância, assino uma reprimenda em contestação perguntando-lhes que mal lhes fiz para me desejarem viver tanto tempo... mais 53 xará? Pô, pá. Até aos 100 Manel? Puxa vida. Bom, se  me acompanhassem o vigor e a lucidez, essa tal lucidez de que falas e que agradeço por focares, nem me importaria de todo chegar à centena... estarias tu com mais um, o Tó-Zé com menos dois ou três, talvez... será que ainda conseguiríamos distinguir o ás de copas do de paus? Pouco provável lá chegar, mas quem sabe. Como diz o outro, deixa correr o barco que quando ele encalhar logo se vê.
Ó Renato Santos Passos, meu patrício por naturalização, olha que não é bem assim. Veja bem, como diz o gajo do anúncio comercial: por enquanto o meu percurso é na verdade ao contrário do que pretendes fazer, mas repara que está nas minhas previsões ir festejar os 100 com o meu amigo Evangelista, talvez quem sabe, lá em Trás-os-Montes na tua Passos, às voltas de um salpicão, de uma broa de milho e de um tinto do bom... aguentas-te até aos 110?
E, em remate às felicitações assinadas no Voz, para a Ana Maria, nossa leitora desde a primeira hora, um reconhecido obrigado pelas carinhosas e simpáticas palavras retribuindo-lhe eu com sincero e fraterno desejo de que esteja também de óptima saúde e a gozar de infinita felicidade.
Chegada a vez do pessoal do Hi5, vai um obrigadão na generalidade para Valter, Flávio, Gonçalo, Nelson, Fernando, Belinha, João, Maya, Filhex, Ana Paula,Teresa, Dina, Cila, Rafael, Susana e Maria Francisca, quase todos conhecidos lá da nossa Beira. Agradeço a todos com carinho, no entanto se me é permitido faço referência especial à mensagem do Valter, meu antigo explicando e que acompanhei durante uma meia-dúzia de anos, cujas palavras me sensibilizaram e abriram brecha na dura couraça levando-me a ajuizar, com certa dose de orgulho, que valeu a pena... fui remunerado e acarinhado, é verdade, mas a maior paga recebi-a agora. Obrigado caro Valter e sucesso na tua (nobre) profissão.
Fervorosamente rogo que os outros amigos não fiquem aborrecidos pelo destaque que fiz, que a Belinha jamais duvide do carinho que nutro por ela e sua família, que a Dina não pense que não percebi as rosas que enviou, que o Flávio e o Gonçalo entendam que os considero e sempre considerei amigos, que o Nelson e o Fernando saibam que não os esqueço, que agradeço à Teresa a amabilidade, que o João tenha em conta que fiquei sensibilizado pelo seu pedido de amizade afinal fruto da amizade que me unia ao pai, que a Ana Paula não julgue que é possível fugir de uma amizade com tantos laços comuns, que a Cila saiba também que fiquei sensibilizado, que o Rafael o mais caçula dos amigos e que me ajuda na redacção do Voz acredite que o nosso encontro vai acontecer um dia, que a Susana me perdoe por não lhe ter enviado os parabéns mas que saiba que nutro por ela um carinho enorme e que, finalmente, as duas amigas virtuais Maya e Maria Francisca, curiosamente ambas das Ilhas da Bruma, saibam o quanto suas mensagens me sensibilizam e que me perdoem por nem sempre dar notícias.
Outros parabéns houve, claro. Via telefone, mail e até msn. Da parte da família e outros mais, de pessoas bem amigas, mensagens pessoais, e das quais nem vou falar, tanto que o texto já correu demais.
Claro ainda que seria imperdoável não focar que ainda houve os parabéns cá de casa, já que de maneira alguma a Maria que me vai aturando se ia esquecer apesar de naquela manhã ainda se encontrar no leito do hospital de onde teve alta, curiosamente, nessa tarde... afinal foram os únicos parabéns recebidos em viva voz sem interferência das poderosas tecnologias, depois cantados ao jantar e selados com beijo bem real sob o olhar atento e fiscalizador, ora pois, da quatro patas que em frenético abanar de cauda dizia também estar feliz e parecia querer brindar.
E, brincalhão como gosto de ser para com ela, deixei a Filhex para último. Para ser, afinal, a primeira já que a redacção do ultimo parágrafo de um texto ou crónca é o que me costuma roubar mais a atenção e dedicação. Que pode dizer em agradecimento um pai emocionado? Chorar? Ena pá, isso não... mas digo-vos (do coração) que sinto cá um nó tão grande em não poder neste preciso momento apertar entre braços o fruto do meu ser que se não acabo de imediato isto, não sei não...

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publicado às 05:52




  


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