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Rosas (vermelhas) p'ra "minha Maria"

por neves, aj, em 13.05.09

(por problemas técnicos no Voz só hoje é que vai p'ro ar, mas a tempo, sabemo-lo bem)

PhotobucketOntem, dia 12 de Maio, a Maria deste português que vos escreve, juntou (mais) um à contabilidade dos anos que ao invés de contados a partir da nossa concepção são contados a partir do momento em que o ar atmosférico nos entra nos pulmões: no nascimento.
Houve Festa, claro, não p'ra todo o mundo mas entre família: agora só nós dois, os dois gatos mas não pingados, note-se, e, claro, a Piruças quatro patas, a cachorra amiga e companheira que até me alivia a dor da ausência do (sempre presente) Raposão, mas tão chata quanto ele, diga-se de passagem, grudando em mim mais que carrapato. Diria Zé Povinho que tenho mel, mas contraponho eu que tudo é fruto da educação que lhe passei a dar, tratando-a como cão que é, sem as frescuras dos caninos de luxo, inclusive comendo comida de gente, claro que intervalada com a ração a que resolveram habituar estes carnívoros só para que os seus dejectos sejam expulsos bem secos e enroladinhos, fáceis de apanhar, esquecendo-se os experts que por vezes o animal tem que fazer mais força que burro a puxar carroça.
Ai, ai, parece que me desviei da rota e p'lo andamento da escrita até dá ideia que me esqueci do aniversário da Maria em favor da cachorra, mas lembrai-vos que a nossa 4Patas é parte integrante do lar e bem merece saltar para a ribalta em justa homenagem, tanto que está a ficar deveras velhota, cada vez com mais dificuldade em ver e se orientar, temendo eu tanta vez que o sono prolongado seja eterno e não é raro acordá-la para a ver mexer as orelhas.
Quando ontem escrevi Rão Kyao falei-vos que ia fazer Leite Creme. Fiz e ficou uma maravilha (um dia destes dou a receita). Na véspera tínhamos feito um bolo que não ficou tão famoso quanto o leite creme, mas a cobertura até saiu bem. Com uns confeites por cima e as respectivas velinhas, as suficientes para a Maria ter a pachorra de me aturar, ficou que nem bolo acabado de sair da mais famosa das pastelarias. Optámos por deixar o dito cujo p'ra noite (ao almoço degustámos um assado divinal, com Pêra Rocha e o leite creme como sobremesa) e, claro, acompanhámos os Parabéns guardados no esnips enquanto a Maria fazia o tradicional pedido (não imaginando eu, qual) no também tradicional soprar de velas.
E assim se passou o dia de aniversário, vamos agora esperar pelo próximo vivendo cada dia da melhor forma que sabemos e podemos, sempre em harmonia, e evitando chatearmo-nos com as agruras que jornais e televisões nos vão enfiando p'los olhos dentro.
Ave Maria, uma beijoca e a teu pedido finalizo com o FADO TROPICAL, do Chico, que apesar de ser canção criticada por alguns, fala-nos do sonho da união cultural entre as duas Nações que nós não tivemos dificuldade em unir.


CHICO BUARQUE - FADO TROPICAL

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publicado às 10:40




  


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