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Medusa

por neves, aj, em 13.02.10

... também alforreca ou água-viva!
Lindas de se observaremalgumas das espécies são um sério problema para o homem.

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publicado às 22:22

Sem horas

por neves, aj, em 13.02.10

Os tão vantajosos relógios públicos da cidade de São Paulo, de forma prismática e em número de 311, que para além das horas nos indicam a temperatura em graus, estão desactivados. Dizem-nos que durante um período de duas semanas e a questão relaciona-se com o fim do contrato com a empresa que fazia a manutenção. Quanto à temperatura diga-se com certa dose de ironia que até está bem assim já que não saberemos a quantos graus seremos assados, mas agora quanto à falta das horas é que já causa algum transtorno, diga-se em abono da verdade, porque muitos dos transeuntes não usam relógio, aliás como nós, que por norma auto-imposta nos habituámos a não usar artefactos exteriores, a não ser uma fina aliança, para não despertar a cobiça dos amigos do alheio.

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publicado às 22:01

Correu bem?

por neves, aj, em 13.02.10

[em seguimento porque é devido dadas as manifestações de apreço]

PhotobucketA pergunta é sacramental: é feita ao "mais próximo" num misto de curiosidade e de desejo de que realmente tenha corrido bem. Mas como vai ele saber se nem por lá esteve? Lá, entenda-se, lá em cima no bloco operatório ou centro cirúrgico. Afinal de contas ele esteve cá por baixo a uma distância brutal com quilómetros de angústia e de ansiedade a separá-lo das luzes tesouras, pinças e bisturis. Se questionado, o próprio médico interveniente e responsável dirá cautelosamente que correu dentro do previsto, que se operou conforme se tinha idealizado, completando que o paciente regressou paulatina mas firmemente à vida consciente. Ah, então, correu bem, diremos nós leigos comuns. É, mas agora para que tudo continue a correr bem é necessário que o organismo reaja da melhor forma à operação fortemente agressiva.
Que a infecção não se instale é o desejo um. O perigo de infecção é, com certeza, o meu receio-mor, quero esperar mais uns dias para depois responder, muito mais aliviado, que correu bem sim senhor.
Eram já horas de almoço de ontem Quinta-feira quando soube pela boca do bom-médico, entre uma ou outra interferência [cá para mim esta coisa dos portáteis ainda deve muito à comunicação perfeita], que tinha sido feito o que se tinha idealizado [ele] e discutido [nós] na última consulta, que a menina-paciente já despertada do sono induzido passava bem e que não tardaria a regressar ao leito da enfermaria de onde tinha partido cedo, bem cedo, quase ainda de madrugada.
Aí umas angustiantes quatro horas depois deram-me luz verde para rumar ao quarto andar e lá no lugarzinho certo, na cama 13 [xô superstições], descortinei então emergindo de um cobertor aos quadrados o rosto da menina. Rosto de ares cansado, como é natural, com olhos pequeninos meio sonolentos que se fixaram em mim quando me aproximei. Dos lábios ressacados saiu um sorriso, leve, mas firme. Bem vinda, disse-lhe, enquanto lhe distribuía pelo rosto e braços o calor de minha mão. 
Remate final - Pode ser meio besta colocar a imagem real da situação [antes da correcção de ontem, claro] e nem sei se aquando do regresso vou levar umas vergastadas pelo atrevimento da exposição da intimidade, mas é só para terdes uma ideia do processo e de que algo teria que ser feito com "a cabeça" para que uma melhor qualidade de vida possa daí advir. Assim aconteça.

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publicado às 07:09




  


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