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Preciosidade

por neves, aj, em 03.09.11

... parece que a partir de hoje tenho que autorizar a filhex a chamar-me velhote porque pelos vistos os neurónios que se ocupam da memória estão a ficar esturricados: é que não tenho ideia absolutamente alguma de ter juntado em rima essas palavras que, segundo consta, escrevi na manhã de 31 de Julho de 2005. Vão lá seis anos. É verdade que [os neurónios] não estão assim tão gastos porque de uma coisa eu estava certo: sabia que já tinha publicado a foto e foi por ela que parti em busca. Encontrei o que transcrevo e chamei-lhe preciosidade.

Photobucket

Naquele tempo...
cabeça ruça
e bochechudo
hoje...
(quase) sem cabelo
e barbudo
 
Já desapareceu a varanda,
ele, por enquanto,
lá vai escrevendo o que a
mente manda.

Seven
manhã 31/07/2005

um clique sobre a foto leva à respectiva ampliação

... preciosidade porque fiquei surpreso e gostei do que li em entrosamento perfeito com a pérola [de foto] que o mano Vasco me tinha enviado. Nessa foto, que vai fazer parte das [minhas] Memórias no Voz, eu estou a engraxar umas botas, não minhas, claro, sentado no que me parece ser uma caixa de engraxador mui possivelmente uma artistice feita pelos meus irmãos. O palco é a estimada varanda em madeira da nossa casa na Rua do Outeirinho onde atrás de mim se pode ver uma [falecida] oliveira que esteve enraizada no quintal e que, segundo era considerado lá por casa, dava mais sombra que azeitonas não deixando sequer as couves crescer como devia ser. Resultado, após consenso foi parar à lareira no Inverno imediato. Avista-se também a casa pertença da Câmara Municipal [que penso ainda erguida] onde na altura talvez residisse o sr. Bernardino Vieira da Secretaria da Câmara que curiosamente deixou a sua assinatura testemunhal no assentamento do meu nascimento [nos dias de hoje ver-se-ia apenas o telhado, talvez, já que a casa do Leonel filho de Leonel está de permeio].
E pronto, fim de conversa. É verdade que poderia redigir aqui um rol de lembranças passadas na varanda que um dia o progresso [ou a necessidade de modernizar a casa] resolveu deitar abaixo, mas só tenho tempo para vos contar aquela que mais me faz sorrir: eu a fazer xi-xi varanda abaixo na esperança de acertar na minha avó Margarida, andaria eu pelos cinco anos, talvez. Macaquices. Desculpa lá avó.

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publicado às 08:50





  


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