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Portugal precisa de mudança

por neves, aj, em 27.11.05

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<p align="center" class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><strong>(opinião deGoulart Medeiros</strong></font><font color="#008080"><b>)</b></font></p><div align="center"><center><table border="5" cellpadding="5" cellspacing="5" width="495"bordercolor="#FFFFFF"> <tr> <td align="center" bordercolor="#000080"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v642/Seven2005/fotogoulart.jpg" alt="Image hosted by Photobucket.com" width="137" height="164"><br> <font color="#008080" size="2"><b><i>GOULART MEDEIROS</i></b></font></td> <td><font color="#000080" size="4"><b>Portugal precisa de mudança rápida</b></font><p align="justify"><font color="#000080" size="2" face="Verdana"><strong>A nossa sociedade continua a ser organizada economicamente sobre a propriedade privada (...) sobre a exploração das mulheres, dos homens e das crianças. </strong></font></p> </td> </tr></table></center></div><p><a href="http://vozdoseven.weblog.com.pt/arquivos/215265.html"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><strong>quemé Goulart Medeiros</strong></font></a><br><a href="mailto:goulartmedeiros@hotmail.com"><fontcolor="#008080" size="2" face="Verdana"><b>goulartmedeiros@hotmail.com</b></font></a><br><a href="http://www.blog.comunidades.net/goulart/"target="_blank"><font color="#0000FF" size="2" face="Verdana"><b>GoulartMedeiros &#150; Democracia Directa</b></font></a></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Por toda a parte, todosos dias, que seja sobre o nosso lugar de vida, o nosso lugar detrabalho, discutindo com os nossos vizinhos, as razões derevolta não faltam. </font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">No hemisfério &quot;<b><i>Sul</i></b>&quot;,os três quartos da humanidade sofrem de fome e guerra maiscompleta na indiferença e o desrespeito total das elites. </font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Cada dia, 30.000crianças morrem de fome na indiferença mais completa.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Na nossa região maisocidental da Europa, assalariados, precários, desempregados,estudantes, alunos de institutos, reformados..., somos muitosentregues à mesma lógica comercial que impõe precariedade,somos flexibilização..., e priva-nos totalmente das nossasvidas, da nossa liberdade de acção.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Dividimo-nos inventandocompartimentações e identidades imaginárias: jovens, velhos,estrangeiros, trabalhadores, desempregados... de acordo com a boavelha táctica de dividir para melhor reinar. O individualismofaz apenas reforçar os egoísmos individuais ou colectivos, emdetrimento da solidariedade universal.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Os políticos continuamembalar-nos de ilusões com os seus aliados sindicalistas. Sãoimpotentes para parar a destruição do planeta, mas de resto,querem-no? A única coisa que importa para eles, é o &quot;<b><i>lugar</i></b>&quot;é a competição eleitoral. Governos, deputados, proprietários,sindicalistas, Igrejas, Clero, instituiçõesrepresentativas&#133; todos no mesmo saco.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">A cada eleição, depolíticos surgem-nos o mito que o Estado poderia assegurar osnossos direitos, se for dirigido por homens políticos virtuosos.Para além que esta espécie de pássaro raro nunca foi observadasobre terra, é de esquecer a natureza mesmo do Estado que ésobretudo um instrumento ao serviço da classe dirigente e docapitalismo. Os Estados, fiadores desta ordem económica eautoritária, não têm cessação de controlar, restringir,fechar, esmagar. O braço deste polvo gigante docilmenteintegrado (<b>partidos, sindicatos, associações, organizações</b>...),são a voz do seu mestre, e em nada vectores eficazes detransformações sociais.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">A nossa sociedadecontinua a ser organizada economicamente sobre a propriedadeprivada (recursos naturais, mercadorias, meios de produção,tecnologias), sobre a troca pelo dinheiro, sobre a concorrênciae a competição, sobre o lucro como objectivo, sobre aexploração das mulheres, dos homens e das crianças. Aeducação e a instrução escolar nega também a liberdade.Pratica sem vergonha a selecção e a exclusão social (porexemplo: <b><i>a história que se ensina é a do poder</i></b>).A cultura de &quot;<b><i>massas</i></b>&quot; e de consumoergue-se como supletiva à felicidade. A <b>PUB</b> golpeia-nosde slogans: &quot;<b><i>consome, para seres feliz</i></b>&quot;.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Por toda a parte no nossoplaneta, pessoas lutam contra a opressão, e a emancipação dahumanidade permanece conquistar. Não devemos duvidar das nossascapacidades colectivas de transformar este mundo, mas nãodevemos reproduzir os erros do passado. Não será recreando asmesmas instituições (<b>Estado, governo, partidos políticos,Igrejas, sindicatos...</b>) que liberar-nos-emos, masdesenvolvendo a autonomia dos explorados e oprimidos.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">O desenvolvimento deestruturas <b>Auto Organizadas</b>, de acordo com os princípiosanárquicos, participam neste movimento revolucionário quepermanece construir.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Estabelecer um catálogodos prejuízos induzidos pelo capitalismo.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">A nossa análise continuaa ser global porque pensamos que todas as opressões, que sejameconómicas, políticas ou ideológicas, cruzam-se ereforçam-se.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Queremos contribuir paravoltar a dar um sentido colectivo às lutas, para sair doindividualismo para desenvolver as resistências colectivas.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Tudo se passanomeadamente pela transmissão da memória dos movimentossociais, para reconstruir a <b><i>UTOPIA</i></b> de um projectoglobal, o <b><i>Anarquismo</i></b>.</font></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><fontcolor="#000080" size="2" face="Verdana">Como a união faz aforça, organizarmo-nos permite trocar análises e experiências,e também reforçar mutuamente com os que compartilham o nossoponto de vista revolucionário.</font></p><p><font color="#000080" size="2" face="Verdana">No nosso dia adia, tomamos parte das lutas contra a dominação sobre qualquerdas suas formas, que exerce-se sobre o nosso lugar de trabalho,na nossa cidade ou na nossa vida, utilizando os instrumentos da <b><i>AcçãoDirecta</i></b> e da solidariedade.</font></p>

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publicado às 09:19


1 comentário

De Gisela a 25.07.2007 às 19:10

Estou nesse espírito !!! à 12 anos fora de Portugal mas não posso ficar insensível à "falta de ação" (ação boa) que meu país tem. É por amor a este país com uma cultural muito especial que eu me disponho a "lutar" e unir forças para levantar nossa moral e nossos valores. E se conseguirmos levandar os motivos que levaram à criação do estado Português ? Está longe no tempo mas como são eternos estão sempre à espera de serem revividos. Lembra da nossa rainha Sta. Isabel e do nosso D. Dinis ? está tudo lá, na festa do Divino que celebra o futuro. Se achar leia o livro História Secreta do Brasil de Cláudia Pacheco da proton editora. Leiam António Quadros....Norberto Keppe....e depois é só por a mão na massa.

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