Praxe? (assim) não obrigado!
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A praxeacadémica, que por aqui é chamada de trote, continua a fazervítimas. Tal como em Portugal, também no Brasil os excessos na realização das práticasvão acontecendo. O último caso, amplamente noticiado nos órgãos decomunicação social, aconteceu na cidade de Franca, interior do Estado de S.Paulo, e resultou na queimadurado couro cabeludo e pescoço de um jovem estudante devido à acção depermanganato de potássio em pó lançado por umacolega.
Tal como naPátria Lusa, com tão rico historial de práticas estudantis, selevantaram novamente as vozes dos que vêem nos trotes manifestaçõespuras de violência... contrapõem os praxistas que se trata apenas derituais e que até ajudam os novos alunos (os caloiros ou calouros) aintegrar-se no meio académico que os recebe pela primeira vez.
Pessoalmentesomos contra os "abusos hierárquicos" sobre caloiros e não admitimosqualquer tipo de prática violenta ou humilhação... entretanto não somos tão"quadrados" que não admitamos um ritual simples (pinturas...) amarcar esse "dia único" na vida de um aluno... nem tanto ao marnem tanto à terra, como soi dizer-se.
Leituras sobrea praxe ou trote

