Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



A mesma Língua?

por neves, aj, em 30.05.04

src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Cronicas%20Minhas/imagem_entrada.jpg>
... talvez... mas com algumas, muitas diferenças que faz mesmo pensar em duas!
Ao focar os cuidados que necessito tomar na redacção dos escritos já tinha referenciado numa das Crónicas Minhas ( Oi... pode falá!) que, nos dias de hoje, devemos considerar dois tipos de idioma em Português, o de Portugal e o do Brasil


Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 07:48

Crónica Paulistana

por neves, aj, em 29.05.04

... crónica de deambulações bem intencionadas em busca de raízes lusitanas, algumas com cheirinho afro-brasileiro.
(Redigido Maio/2003)


Casa de Portugal - São Paulo

Pensava eu que em tamanha urbe os sinais da presença portuguesa seriam múltiplos e variados. Talvez sejam sim, dada a imensidão da cidade de S. Paulo, mas não tão evidentes como eu idealizara. Sendo uns mais notórios que outros, parta-se sempre da premissa que é necessário buscar... procurar, observando atentamente e conviver dialogando qual pêjota em investigação aturada.
Noutros tempos, as marcas lusitanas eram muitas mais... quem mo apregoa é o Ramiro, patrício nascido em terras bragantinas e que rumou a estas paragens com apenas 16 primaveras nos idos anos da década de cinquenta. De aspecto jovial e brejeiro quanto baste, este nosso compatriota -acérrimo defensor da pátria lusa, tem a faculdade de me fazer transportar até ao nosso Portugal principalmente através de animados debates futebolísticos. Torcedor, melhor dizendo sofredor pelos vermelhos da Luz outro remédio não teve que reconhecer o domínio dos homens das Antas. Mas, p'ro ano... ah menino, diz-me ele. [Afinal, passado esse ano que o amigo Ramiro citou, nesta altura em que transcrevo, o Porto levou novamente o campeonato, mas vá lá o Glorioso (como ele gosta de frisar) conseguiu arrecadar a Taça de Portugal]
. Foi-me apresentado por senhora brasileira de nascença, mas com coração bem português tais são as fortíssimas raízes lusitanas. De seu nome Inês, tal como "a que foi rainha depois de morta", como faz questão em afirmar, é proprietária de banca de jornais (onde uma ou outra publicação portuguesa se intromete nos tablóides brasileiros) e curiosa por tudo que "fale português" não dispensa uma vista de olhos pelo Defesa da Beira, o semanário da nossa terra que pontualmente chega até mim na Quarta ou Quinta-feira seguintes à sua publicação.
Situada em pequena praça, a citada banca é ponto de encontro para amenas cavaqueiras onde culturas díspares como a grega, alemã ou japonesa se misturam com as recordações das
serranias egitanienses cobertas de neve no Inverno lembradas pelo sr. Manuel ou as interrogações que me colocam sobre coisas de Salazar e do seu torrão natal.
Vais à Praça da República,no centro, diz-me a Inês. Lá encontras jornais do teu país, numa banca dum português.
Pego o metrô na estação de Vila Madalena no bairro do mesmo nome (onde resido) e que foi erguido pelas mãos dos portugueses nos tempos áureos da imigração, faço uma baldeação no Paraíso e apanho outro trem passando pela Liberdade (onde voltarei mais tarde) e desço na gare da República.
Logo ao sair da estação, as letras vermelhas do logotipo inconfundível d'A BOLA aparecem aos meus olhos. Mesmo sendo número atrasado adquiro um exemplar. Carote, mas cheira a Portugal! Palavra puxa palavra e aqui estou eu à conversa com mais um transmontano saudoso da sua terra.

A Praça!
Multidão. Jovens, principalmente. Loucura, beleza e cultura!
Os acordes melodiosos das flautas pluritubulares beijadas por jovens de tez escura e vestidos com trajes tradicionais invadem os ares e transportam-me à cordilheira dos Andes. As raízes africanas também marcam presença... homens e mulheres de cabelos negros compridos e desregrados expõem, em pano estendido no chão, as peças de artesanato feitas em madeira ou com missangas [miçangas no Brasil], enquanto as mãos habilidosas vão dando os últimos retoques noutras. Também se desenha a expressão de quem passa e vendem-se pedras semi-preciosas. Variado leque de livros expostos em banca apresenta-se aos meus olhos e de
José Saramago, autor assaz querido no Brasil, comprei o Homem Duplicado que ofereci com carinho, satisfação e orgulho. Durante semanas, esta última obra do Prémio Nobel foi líder no mercado de vendas nas livrarias de S. Paulo e importa sublinhar que "por desejo do autor, foi mantida a ortografia vigente em Portugal" é expressão impressa na apresentação da obra. Sintomático, não? Mas, na Praça da República as doçarias marcam igualmente presença, desde os tradicionais e afamados doces de Minas(Gerais) às pequenas balas, a que nós apelidamos de rebuçados. Baianas de epiderme escura, com o característico turbante na cabeça e de saia rodada,fritam em azeite-de-dendê os acarajé feitos de massa de feijão-fradinho ou servem em folha de árvore qualquer, porções de vatapá que é um prato muito apimentado feito com peixe ou galinha. A mistura dos odores é indefinível e indescritível. Só a pituitária de cada um o pode entender.
O seiscentos e dois da Avenida da Liberdade é soberbo.
A imponência granítica da
Casa de Portugal destaca-se em zona apelidada de bairro japonês. Inevitavelmente o comércio reina: bancas de camelôs oferecem-nos CDs piratas [com garantia], os relógios abundam, assim como todas as tradicionais japonesices possíveis e imagináveis. Também mininas sugestivamente (pouco) vestidas encostadas às paredes de edifícios hoteleiros lançam olhares lascivos ao passante.
A movimentação é enorme e dizem que lá para a noite é zona a evitar. Por questões de segurança...
No quarto andar do edifício da Casa de Portugal em S. Paulo funciona em instalações exíguas (por empréstimo ou aluguer) o
Consulado Português, que representa o nosso país nesta cidade e que presta apoio aos nossos compatriotas e descendência. Ressalvo. Deveria prestar apoio, pois o serviço de atendimento situa-se ao nível do das nossas repartições públicas de outrora em dias de mercado semanal, por exemplo. Mas a sumptuosidade das instalações abafa os resmungos dos funcionários do Consulado (talvez os menos culpados) e são dignas de serem visitadas. A chefe administrativa da Casa solicitamente se prontificou e visitei o Instituo Camões, a Câmara Portuguesa de Comércio, a Academia Lusíada de Ciências, Letras e Artes, a Biblioteca e dois faustos salões, o Nobre e o de Eventos Sociais.
Inaugurada em 27 de Dezembro de 1955 e já visitada por vários presidentes e primeiros-ministros do nosso país, esta Casa é um verdadeiro ponto de encontro da cultura lusófona. Logo no átrio de entrada apresentam-se dois painéis. O da direita, do lado de quem entra, revela-nos a pose conquistadora de
D. Afonso Henriques, fundador da nacionalidade, no ano de 1143 e na parede oposta temos D. Manoel da Nóbrega, padre jesuíta a quem é atribuída a fundação de S. Paulo em 25 de Janeiro de 1554.
Por delicadeza e talvez devido a coincidências de programação fui convidado a assistir, dois dias depois, ao espectáculo ímpar de Rão Kyao e sua banda, agora constituída por uma mescla de acordes afros, indianos e lusos e que são ainda complementados em algumas músicas por uma voz maravilhosa de fadista "desconhecida" de seu nome Deolinda.
A magia da flauta de bambu causou uma certa nostalgia. É verdade, não nego!
No entanto, o delicioso presunto de Chaves e os bolinhos de bacalhau oferecidos aos presentes, maioritariamente com raízes lusitanas, depressa abafaram esse sentimento a que teimam chamar de saudade.
Pela minha parte retribuí.
Homem prevenido vale por dois. Mas, não foi bem com a intenção de me duplicar que me dirigi, antes de viajar, à nossa Câmara Municipal para que me oferecessem padrões santacombadenses que poderia erguer nestas terras. E se em boa hora me lembrei, em momento óptimo me obsequiaram, pois hoje a medalha
Pelourinho, Câmara e Seu Brasão da Cidade de Santa Comba Dão, esculpida pelas mãos firmes e hábeis de David de Oliveira, pode ser admirada nas vitrinas da Casa de Portugal em S. Paulo.
E não poderia arranjar melhor remate para a minha crónica de hoje...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:19

SUB 21

por neves, aj, em 26.05.04
border=2>src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/logo_sub_21.gif>align=left>Grupos
Calendário e Resultados
Classificação
Fase Final
Quadro de Honra




size=4>Grupos


Calendário e Resultados

Grupo A
src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Italia.gif>
Itália
src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Bielorrusia.jpg>
Bielorrússia
src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Servia.jpg>
Sérvia-Montenegro
src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Croacia.gif>
Croácia
Grupo B
src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Alemanha.gif>
Alemanha
src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Suica.gif>
Suiça
src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Suecia.gif>
Suécia
src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Portugal.gif>
Portugal
align=justify>size=3>As horas indicadas referem-se a Portugal Continental. Será mais uma (+1) na Alemanha, menos uma (–1)nos Açores e menos quatro (–4)horas em São Paulo.
Os desafios da Selecção Portuguesa são transmitidos pelo canal televisivo SPORT TV.
size=4>Classificação

Grupo A

Grupo B

27/05 Itália - Bielorrússia 1 – 2

28/05

Alemanha - Suíça 2 – 1
Sérvia Montenegro - Croácia 3 – 2 Portugal - Suécia 1 – 3
29/05 Bielorrússia - Croácia 1 – 1 30/05 Alemanha - Suécia 1 – 2
Itália - Sérvia Montenegro 2 – 1 Portugal - Suíça 2 – 2
01/06 Itália - Croácia 1 – 0 02/06 Suíça - Suécia 1 – 3
Bielorrússia - Sérvia Monten 1 – 2 Portugal - Alemanha 2 – 1
 Grupo A

Selecções

J

V

E

D

GM

GS

Pts

Itália

3

2

-

1

4

3

6

Sérvia Montenegro

3

2

-

1

6

5

6

Bielorrússia

3

1

1

1

4

4

4

Croácia

3

-

1

2

3

5

1

FaseFinal

Meias-Finais

 Grupo B

Selecções

J

V

E

D

GM

GS

Pts

Suécia

3

3

-

-

8

3

9

Portugal

3

1

1

1

2

6

4

Alemanha

3

1

-

2

4

5

3

Suíça

3

-

1

2

4

7

1

05/06

 Itália – Portugal

 3–1

05/06

Sérvia Montenegro – Suécia

1-1

(6-5 gp) 


TerceiroLugar

08/06

Portugal – Suécia

3 – 2


Final

08/06

Itália – Sérvia Montenegro

3 – 0

Quadro de Honra

1 src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Italia150.gif width="70" height="52">              Itália src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/LOGO_ATENAS_2004_sub21.gif width="129" height="212">
2 src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Servia150.jpg               Sérvia
3 src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/Portugal150.gif width="70" height="52">          Portugal
Ir para o topo




Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:04

Progresso

por neves, aj, em 24.05.04
border=5>src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Cronicas%20Minhas/progresso/montagem_progresso.jpg>

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:50

Ufa... os Pinguins safaram-se!

por neves, aj, em 22.05.04
border=5>src=http://img44.photobucket.com/albums/v136/seven2004/Futebol/pinguins_entrada.gif>

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:07

OURO PRETO

por neves, aj, em 22.05.04
BORDER=5>Image hosted by Photobucket.com... ver (mais) color=#999999>fotos e color=#999999>breve história

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 08:23

GEOMETRIA EM EQUILÍBRIO

por neves, aj, em 18.05.04

Já solucionado

Geometriaem Equilíbrio

(ir para Matematicando)

A figura representa três situações (A, B eC) de objectos de diferentes materiais em equilíbrio numa balança. Atendendoàs condições indicar quantos objectos de forma circularsão necessários para equilibrar 1 (um) objecto de forma triangular.

SOLUÇÃO

(ir para Matematicando)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:18

Um lustro cheio de brilho!

por neves, aj, em 13.05.04

Um lustro cheio de brilho

...é o que quero desejar à cidade, que continuo a chamar de minha apesar da distância.
Ao inventar o título da crónica pensei logo que Herman diria que a língua portuguesa é mesmo muito traiçoeira. Eu direi antes que se presta a jogos, a jogos de palavras que são uma característica mui própria de alguns iluminados como os grandes humoristas da palavra dita ou escrita. Convenhamos que tais trocadilhos podem tornar-se aborrecidos se franqueados à ironia, mas escrita feita de tais atributos léxicos dá ao leitor a garantia absoluta de passar além da imaginação.
Um dos autores que é pródigo em tais jogos é Rui Zink, esse mesmo, um dos residentes do “Noites da Má Língua”, programa que já findou e não sei se já “teve alta” do purgatório aque foi votado pela tolerância dos telespectadores. Conheci Zink no encontro Portugal das Novas Gerações promovido pelo Instituto Camões de São Paulo e em que era pressuposto falar-se dos “30 anos da Revolução dos Cravos”. Afinal o “tiro saiu-me pela culatra”, pois dos quatro escritores portugueses presentes no palco só a idade de um era superior à minha, que em 74 completei 19 anos. Esse escritor mais velho, que exerce a profissão de médico psiquiatra dá pelo nome de Daniel Sampaio (o autor do recomendável Inventem-se Novos Paise que mais uma vez não conseguiu escapar à embaraçosa irmandade com o Presidente) e focou essencialmente a revolução de mentalidades na família. Os outros limitaram-se a relatar o que leram ou ouviram e como diria mais tarde Zink "“as balas da Revolução passavam por cima dos meus 12 anos"”.
Eu deveria ter desconfiado logo quando entrei todo lampeiro no pequeno anfiteatro naquela segunda-feira da penúltima semana de Abril e não deparei nem com cartaz alusivo nem com simples jarra de cravos. Oito dias depois interroguei-me se estaria o Instituto Camões com orçamento reduzido ou se também por aqui o erre foi acometido de síncope num desejo qualquer de tornar o espírito da revolução mais cavo, mais cavernoso, mais oco. Apesar de tudo valeu a pena terido ouvir a Língua de Camões tal como eu a falo, já que o que me chega de Portugal sob a forma de novelas, por exemplo, é dublado para o “português falado por aqui” e até a trilha sonora é alterada.
É esta a Cultura, que afinal deixa de ser totalmente nossa, que exportamos e que oferecemos à Pátria Irmã...
Mas, esta Crónica deseja ser de festa.
E endereço, desde já, os parabéns à nossa terra de Santa Comba Dão pelos seus cinco anos de existência como cidade. Foi realmente em Maio, 13 do ano de 1999 que as pessoas se interrogaram da razão do estrelejar do céu santacombadense, dia em que a Assembleia da República tinha aprovado, por unanimidade, a elevação a cidade da então vila de Santa Comba. É data que deve encher de orgulho todos os santacombadenses, sejam eles os nascidos entre os muros do concelho, sejam aqueles que escolheram a nossa terra para “fazer a sua vida”... sejam os que se encontram presentes sejam também os que se encontram ausentes, como eu.
Eu que fiquei particularmente feliz, não só por o ter defendido em duas ocasiões (Dois anos de Cidade e 13 de Maio) no semanário da nossa terra, que a Assembleia Municipal da autarquia tenha votado por unanimidade afirmativa a proposta da alteração do Feriado Municipal para o dia 13 de Maio, acrescentando-lhe a denominação mui acertada de Dia do Concelho e que neste primeiro lustro de existência haja comemoração especial como me chega através do site da Câmara Municipal.
Em viagem pelas páginas do Defesa da Beira e pelo citado sítio internético (infelizmente ainda sem o fórum de discussão, que era um meio de aproximação entre santacombadenses) constato, orgulhosamente, que a cidade não pára. Que é realmente cidade e não nechechidade. É dever enaltecer o esforço da Autarquia em dar vida às águas sulfurosas do Granjal e finalmente parece que vai ter forma o já denominado Parque de Saúde e Lazer das Termas do Granjal. Por outro lado vejo que a Casa da Cultura é Ferrari (se me permitem a analogia) que não é mera ostentação, antes pelo contrário vai de vento em popa. Elas são as exposições de pintura de artistas santacombadenses ou de localidades vizinhas, as sessões de teatro entre elas as incorporadas no Festival do Grupo Cénico de S. Joaninho da nossa cidade, os desfiles, as músicas, os cantos, as periódicas sessões de cinema... ainda a criação de um atelier de fotografia e outro mais que eu não tenha conhecimento.
Não chega até mim a reacção das gentes, mas se o povo não adere perguntarei: “Que mais quereis senhores?”.
E apetece dizer, não sei se com nostalgia se com uma pequena dose de raivinha: porque é que no meu tempo não havia nada disto?

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 22:29

A IDADE DE DIOFANTE

por neves, aj, em 09.05.04
  Já solucionado

(ir para Matematicando)

Dospoucos rasgos biográficos de Diofante (notávelmatemático grego nascido em Alexandria) quechegaram até nós o mais difundido é sem dúvida o célebre epitáfio do seusepulcro. Nele é perguntada a idade de Diofante ou Diofanto aquando da sua morte.

Epitáfio

“Caminhante!
Aqui jazem os restos de Diofante.
Os números podem mostrar, oh maravilha, a duração da sua vida, cuja sexta parte constou da encantadora infância.
Tinha passado mais uma duodécima parte da sua vida quando lhe apareceu a barba.
A partir daí, a sétima parte da sua existência passou-a num matrimónio sem filhos.
Passou um quinquénio mais quando o fez feliz o nascimento do seu primogénito.
Este entregou o seu corpo e a sua encantadora existência à terra, tendo vivido metade do que seu pai viveu.
Quanto a Diofante desceu à sepultura com profunda mágoa, tendo sobrevivido apenas quatro anos a seu filho.
Diz-me, caminhante, quantos anos viveu Diofante até que a morte lhe chegou.”


SOLUÇÃO</dont>

(ir para Matematicando)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:28

Timor

por neves, aj, em 01.05.04
Timor

Sabes quão
lamento o teu sofrer, e
o continuar da dor
mas hoje... não
não quero lamentar
antes apelar
que das armas
brote uma flor,
E... com raiva e indignação
também gritar e denunciar
os q'hoje prometem ajudar
e ontem ao ditador
balas deram p'ra te matar!
Que façam contrição,
imediatamente te enviem
medicamentos, pão
a tropa da união...
e bem alto gritarás:
SOU LIVRE... TENHO PAZ

  Setembro/1999

Dossier Timor

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 05:58


foto do autor


  


calendário

Maio 2004

D S T Q Q S S
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031


Entradas recentes


Comentários recentes

  • Anónimo

    Neves, cá estou a pesquisar sobre Santa Comba, pel...

  • Anónimo

    Quando Joe Dassin faleceu, era eu emigrante em Fra...

  • Anónimo

    Obrigado por ter partilhado o seu sofrimento. Tamb...


Ligações

SANTA COMBA DÃO

NOTÍCIAS NO VOZ

FUTEBOL NO VOZ

INFORMÁTICA NO VOZ

LUSO IN SÃO PAULO

FOTOS NO FACEBOOK


MOMENTOS SÃO PAULO
Perdida em casa
A gata do Canindé
A [barata] tonta da Paulista
Tanto Mar
Big desilusão
Estação da Luz
Paz no Mundo
Bar do Quim
LUSA, subida 2011
Papai Noel
Os pecados [confessáveis] de uma menina bem
A Marquesa de Sernancelhe
Dia do Sim
En-laço

MOMENTOS SÃO PAULO


Arquivo


Tags

mais tags


Voz do Seven 2
Voz do Seven no sapo.pt