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Respeitosamente belo!

por neves, aj, em 04.01.05
Em criança era o medo...

... medo que só era atenuado debaixo de telha com os fumosda queima do louro "benzido" no Domingo anterior à Páscoa ereligiosamente guardado em ramo. Na verdade, certamente que não seriam essesvapores da tradição que me apagariam o medo antes sim o facto de me sentirmais forte sob as saias de minha mãe que por si herdou tal costume e,cumprindo o ritual da vida, teve o cuidado de me transmitir. Hoje, apesar de eunão fazer tal prática, por desacreditar, com orgulho a transmito numa mesclade saudade e respeito.
Com o acumular dos anos essa sensação de medo perante oribombar dos trovões desapareceu, quer dizer passou de medo a respeito,porque parece mal a um adulto dizer que tem medo. A verdade, verdadinhaé que o trovão é susto indescritível e coloca em sentido o mais destemido"rambo" de qualquer exército. Ontem, São Paulo foi contemplada commais uma daquelas habituais trovoadas de Verão que apesar de os seus trovõesnos colocarem em posição de respeito e com vontade de enfiar as orelhasdebaixo dos cobertores (entenda-se lençóis, tal é o calor) os seus raios sãodignos de serem observados e admirados. Assim não querendo só para mim talprivilégio resolvi colocar a foto com que abro esta... entrada.
E, com ahabitual curiosidade, mergulhei (pouco profundamente, diga-se) nas ondasdo ciberespaço não só para saber mais como também para vos poupar tempo empesquisa. Logo ao primeiro mergulho satisfiz-me com o Portal Ciência Online.Este sítio do Instituto com o mesmo nome é merecedor de credibilidade eabrange várias áreas da Meteorologia à Geologia e da Astronomia àBiotecnologia. Para além de Notícias, Curiosidades e até um Fórum, é facultadoao visitante a leitura de uma Revista onde assinam diversos profissionais decredenciados institutos e universidades. Desta publicação on-linee da secção Meteorologia, tive o cuidado de fazer "recorte" deartigo publicado logo no seu primeiro número que nos fala do Brasil dasTrovoadas e seleccionei também a Parte I e a Parte II da rubrica ElectricidadeAtmosférica, cada uma delas de publicação recente.
Fica o desejo de vos tersatisfeito a curiosidade sobre este fenómeno da Natureza deveras arrebatadorquer pela luminosidade quer pelo enigma sentido por mentes mais leigas, pensandotratar-se de algum "ralhar dos deuses" em face donosso comportamento (apesar de merecedor) quando é sim um fenómeno de descargas eléctricas quepodem acontecer quase sobre as nossas cabeças ou a uma certa distância que nosensinaram a calcular multiplicando 340 metros (velocidade do som em 1 segundo)pelo número de segundos decorridos entre a visão (do relâmpago) e a audição(do trovão).

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publicado às 10:51




  


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