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Triunfo lusitano

por neves, aj, em 31.08.09

Sérgio Ribeiro e a Barbot/Siper/Azeite Vila Flor, vencedores individual e colectivamente daVolta ao Estado de São Paulo 2009, elevaram o nome de Portugal por terras brasileiras.

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publicado às 20:55

Blog do Planalto

por neves, aj, em 31.08.09

Hoje entrou no ar o Blog do Planalto.
A procura foi de tal ordem (diz-se que à volta de 10 mil cliques em simultâneo) que o sistema não aguentou e o blogue foi obrigado a sair do ar para os inevitáveis reajustes técnicos. Nós fomos dos que ficaram com a curiosidade por satisfazer. A chuchar no dedo, como pela Lusitânia é usual dizer-se.
Só há pouco mais de uma hora é que conseguimos dar em tranquilidade os primeiros passos pelas suas páginas, embora ainda se notem, aqui e ali, umas "tremideiras" que, estamos certos, não tardarão em ser resolvidas.
Em mensagem de boas-vindas é redigido que o objectivo do Blog do Planalto é compartilhar com todos nós informações sobre o quotidiano da Presidência da República de forma a estabelecer-se um diálogo cada vez mais próximo e informal entre governo e sociedade e a apresentação oficial é feita, em nome da vasta equipa que o coloca no ar, pelo próprio mentor, o Presidente Lula da Silva

Endereçando votos de sucesso, Voz do Seven saúda a chegada do novel companheiro cujo endereço é http://blog.planalto.gov.br/ e que, como é natural e se impõe, irá fazer parte da coluna dos links de cada um dos modelos do Voz.

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publicado às 17:52

Fundamentações de Abril

por neves, aj, em 29.08.09

Fundamentações de Abril é título de filme produzido e realizado por Eduardo Correia Pinto, um jovem santacombadense que recentemente se licenciou em Som e Imagem pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha e que escolheu como Projecto Final da licenciatura uma viagem "àquela Quinta-feira que libertou Portugal". Em Fundamentações de Abril é feita uma reconstituição das 24 horas desse dia 25 de Abril de 1974 através de depoimentos de quatro personagens que viveram intensamente os acontecimentos. Dois deles são jornalistas, Adelino Gomes e Joaquim Furtado, este surpreendido pelo golpe quando o Rádio Clube Português foi ocupado pelas tropas revoltosas e que leu o primeiro comunicado do MFA ao Povo Português.  Uma outra personagem ouvida é a antropóloga Teresa Perdigão que no documentário representa como que a voz do Povo, ou seja, relata-nos a reacção dos madrugadores lisboetas aos primeiros movimentos das tropas, relata-nos a curiosidade e as incertezas sobre o que estava a passar-se. Quem realmente rouba a cena é nada mais nada menos que o depoimento do próprio estratega do golpe, o então capitão Otelo Saraiva de Carvalho, que de forma clara e objectiva, como é seu timbre, nos relata alguns pormenores deveras curiosos passados nessa madrugada vitoriosa que tirou Portugal do obscurantismo.

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Está de parabéns o nosso amigo Eduardo, um jovem que, atrevemo-nos a dizer, vimos crescer e como tal sentimos grande satisfação pelo trabalho que realizou. Mas não só por sermos amigos e conhecidos é que este trabalho deve ser elogiado porque acima de tudo ele está envolvido por uma auréola de grande ousadia já que em tempos em que parece que tudo rema contra Abril, o Eduardo não tomou o caminho mais fácil (por natural de Santa Comba Dão) de ir ressuscitar ossadas que nem em vida dignificaram um Povo sacrificado e pobre, e procurou, isso sim, regar o cravo, vermelho de liberdade, que permitiu a conquista de direitos nunca antes conseguidos, para além de acabar com a guerra, claro. Que o Fundamentações do Eduardo seja mote de curiosidade e pesquisa da juventude de hoje para que, esclarecida, jamais se deixe embalar nas canções nostálgicas e sombrias do antigamente que por mais folcloricamente ornamentadas não cantam toda a verdade, calam a verdade da boca fechada, da falta de assistência médica e do acesso livre à Cultura.
Em remate deicamos-vos com vídeo da época, precisamente dos acontecimentos de 25 de Abril de 74, cujas imagens retratam o assalto ao Quartel do Carmo, afinal a rendição de Marcello Caetano e do Regime, e que, a título de mera curiosidade, já em 2008 o Eduardo Correia Pinto tinha sido notícia aqui no Voz do Seven aquando da apresentação de um documentário da sua autoria e que versava a vida de um outro ilustre santacombadense: David Oliveira, um dos nomes mais notáveis da medalhística portuguesa.

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publicado às 11:01

Comboio Presidencial

por neves, aj, em 28.08.09

(uma viagem livre de complexos e sem saudosismo ao ano de 1970 e ao funeral de Oliveira Salazar)

Um "alerta Google" de Santa Comba Dão, levou-nos ontem a notícia do Jornal Reconquista, de Castelo Branco. Diz-nos a dita em título queCidade recebe comboio presidencial e em sub-título que o evento acontecerá em 2011, que será afinal um regresso comemorativo da viagem feita em 1948 pelo então Presidente da República Portuguesa Óscar Carmona à capital da Beira Baixa para inaugurar a Barragem de Idanha.  No corpo da notícia ficámos a saber que o Museu Nacional Ferroviário vai recuperar as carruagens da emblemática composição que transportava os presidentes do Estado Novo e ainda que estão previstas mais algumas viagens pelo país para além daquela a terras albicastrenses.

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A foto que publicamos e que descobrimos no ParaFerroviário reproduz uma dessas carruagens presidenciais a recuperar, estacionada na Estação do Entroncamento. Lamentavelmente não nos é possível observar devidamente o símbolo estampado a meio do vagão, mas estamos em condições de garantir que é o escudo identificativo da República Portuguesa já que nos lembramos perfeitamente (embora já tivessem passado muitos anos, exactamente trinta e nove) de o observar demorada e atentamente quando o comboio presidencial esteve estacionado na Estação de Caminhos de Ferro da ditosa Santa Comba Dão. É aqui então caros amigos e amigas que já dá para entender da razão de termos recebido o "alerta", é que (ainda) no corpo da citada notícia do Reconquista é mencionado que a última viagem do comboio presidencial "terá sido a do cortejo fúnebre de Salazar, com saída de Belém e destino a Santa Comba Dão".
Inevitavelmente esse dia vem-nos à memória. Corria o ano de 1970 e mui possivelmente ainda estaríamos no mês de Julho (não conseguimos descobrir o dia preciso do funeral). Somávamos uns inocentes 14 anos e vestidos com a farda da Mocidade Portuguesa participámos no funeral de Oliveira Salazar até ao cemitério do Vimieiro. No regresso, recordamo-nos de ir à gare despedirmo-nos das individualidades, Presidente da República Américo Tomaz e Presidente do Conselho Marcello Caetano, que se encontravam já no interior de uma das carruagens e lembramo-nos perfeitamente do escudo porque estava mesmo em frente do nosso nariz, só que, e juramos a pés juntos, a carruagem tinha a cor vermelha, em tons assim mais ou menos como os da actual camisola da Selecção Nacional de Futebol.

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publicado às 19:56

Uefa 2009/10 (fase dos grupos)

por neves, aj, em 28.08.09

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publicado às 17:49

D. Therezinha, doula mil vezes

por neves, aj, em 27.08.09

A legenda da foto, publicada pelo portal uol, fala-nos da voluntária D. Therezinha em admiração à recém-nascida Myrela. Conta-nos ainda que a doula [e não doutora como por erro vem digitado] contabiliza mil partos assistidos em duas décadas de voluntariado.

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Doula... de imediato nos surgiu a dúvida: será que doula é sinónimo de parteira? Curiosos partimos em busca, mas deparámo-nos logo com uma decepção: o vocábulo doula não é dicionarizado. Entre muitas páginas que encontrámos na rede valeu-nos de imediato a página dawikipédia: "... dar apoio físico e emocional à mulher em trabalho de parto" ou seja exercer a função que na antiguidade e nas comunidades mais tradicionais está reservado à mãe da parturiente ou às mulheres mais velhas e mais experientes. Portanto não é parteira, não executa tarefas médicas, estas sim reservadas àquela.
Soubemos ainda que o trabalho da doula se inicia muito antes, durante a gestação fornecendo conselhos/informações à futura mãe, e no pós-parto, nos cuidados a ter com o recém-nascido, na higiene e na alimentação, entre outros. Em suma, aproveitando na íntegra a definição dada pela wikipédia, a doula é uma assistente sem titulação oficial que proporciona informação, apoio físico e emocional às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto. [Doulas do Brasil]

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publicado às 09:50

Fumo de incenso

por neves, aj, em 25.08.09

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publicado às 18:41

Dois idiomas

por neves, aj, em 25.08.09

... ou o problema dos migrantes!

[aviso aos leitores: primeiro que não estranhem uma foto de Fátima em peregrinação em um espaço como o Voz que prima pela independência, não seguindo esta, aquela ou aqueloutra religião. Segundo, que considerem que não se pretende propagandear ou fazer crítica, assumir deserção ou anunciar conversão, apenas noticiar em absoluta isenção. Terceiro, e último, que apesar de não o poder parecer temos preocupação em saber da opinião dos líderes religiosos sobre temas do dia-a-dia e que, atente-se bem, de maneira alguma desprezamos tudo o que lemos e ouvimos, aproveitando, particularmente, as suas tomadas de posição no que se refere a solidariedade para com os sofredores e oprimidos, na denúncia de injustiças e de violação de direitos, na luta pela paz e no combate à intolerância. Aliás, pensamos que a principal das diferenças entre quem segue fielmente e entre quem coloca em causa poderá ser que este último estará sempre mais à vontade para ler e escutar (e discutir) toda a prosa que encontra sem receio de temores ou de pecar vindo-nos de imediato à memória como exemplo o célebre Evangelho Segundo Jesus Cristo de José Saramago, obra considerada herética por tantos cristãos apesar de jamais a terem lido, tendo nós conhecimento de causa de alguns que não o fizeram porque foram desaconselhados por ser demasiado dura e de blasfemar contra o Senhor, quando quanto a nós é apenas uma visão realista e humanizada dos Evangelhos e que, curiosamente (quanto a nós, claro), só deve ser lida por quem (também) conhecer os Evangelhos canónicos]

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Diz-nos oBlogue da Embaixada que no passado dia 13 de Agosto milhares de peregrinos se reuniram em Fátima para a Peregrinação Internacional do Migrante e que este ano foi presidida por D. Alessandro Ruffinoni, Bispo auxiliar de Porto Alegre (Brasil), responsável pela pastoral dos brasileiros no estrangeiro.
Do seu discurso retiramos estas palavras para que em tempos tão conturbados e intolerantes vos obriguem à reflexão: "Não me perguntem quantos idiomas eu falo, porque para o migrante, há apenas dois idiomas. O idioma de Caim e o de Abel. O de Caim é o do ódio, da inveja, da humilhação, do engano, do aproveitamento, da esperteza, da prisão, da deportação, das patrulhas, das rondas... Já o idioma de Abel é o do amor, do acolhimento, da solidariedade, do perdão e da fraternidade, da amnistia”.
Lembramos que segundo a Bíblia, Abel e Caim eram irmãos, filhos de Adão e Eva, e que por ciúmes Caim matou Abel.

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publicado às 00:15

Iguais/Diferentes

por neves, aj, em 23.08.09

... para que o Atlântico se torne ainda mais pequeno!

Iguais/Diferentes é afinal produto de conversas entre o jornalista brasileiro Paulo Markum, actual Presidente da TV Cultura, e o jornalista português Carlos Fino, actual Conselheiro de Imprensa da Embaixada de Portugal em Brasília,  com quem, curiosamente, Voz do Seven já teve o prazer de trocar e-mails sobre assuntos relacionados com o Blogue da Embaixada e que um dia destes terá que ter a fineza de nos aturar novamente, para nos ajudar a sair de um imbróglio: é que a Comissão Nacional de Eleições diz-nos que necessitamos de enviar cópia do Cartão de Eleitor dentro do sobrescrito que acompanha o envelope do voto, por correspondência, para as Legislativas, e o Consulado em São Paulo diz-nos que agora não se emite mais o citado Cartão. Informámos cada um dos organismos da resposta dada pelo outro e até hoje, já lá vai cerca de um mês, nenhuma das partes quis saber dos temores deste lusitano que mesmo longe de casa quer cumprir com o seu dever: o de exercer o direito de voto!
Mas, adiante, que o assunto agora é o estreitamento de relações entre dois povos que têm obrigação de se entenderem e que persistem em andar de costas voltadas.
 

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Diz Carlos Fino, noBlogue da Embaixada, "A ideia [do Iguais/Diferentes] é mostrar o Brasil que os portugueses não conhecem e o Portugal que os brasileiros não conhecem, analisando a problemática das relações bilaterais. É uma tentativa de dar uma contribuição para ultrapassar preconceitos e avançar mais nas relações entre Portugal e Brasil".
É, afinal, embora dito em palavras mais rebuscadas, aquilo ao que Voz do Seven se propôs quando meteu mãos à construção da ponte entre os dois lados da banheira atlântica: mostrar aos de cá como é por lá e mostrar aos de lá como é por cá, embora, verdade seja dita, Voz do Seven tenha sempre levado mais em conta a divulgação do que melhor conhece, do seu país, mas de um Portugal bem diferente daquele trazido pelos nossos emigrantes há mais de 40, 50 anos, e lembrar (às vezes de forma persistente a raiar o chato) que este outro Portugal não é só bacalhau e pastéis de nata, Jerónimos e Fátima, vinho e azeite, Fado e Amália, frio e Trás-os-Montes, Estrela ou Ilha da Madeira.
Confiantes na argúcia de Carlos Fino e no profissionalismo a que já nos habituou cá estamos então prontos, embora curiosos e ansiosos, para receber essa série de 13 programas que, com certeza, irão desmistificar muitas ideias pré-concebidas nas mentes de ambos os lados. Sim, de ambos os lados, já que também é necessário, muito necessário, que na banda di lá não se generalizem conceitos, que ao cruzarem na rua ou no emprego com um natural do Brasil se lembrem dos milhões de descendentes filhos da colonização e da emigração lusitana em terras brasilenses (para além dos próprios que ainda sobrevivem), que levem em conta que deste lado não é só calor e praias, não é só samba e futebol, nem só belas mulheres e Carnaval: deste lado vive um Povo (também) trabalhador e bastante sofrido que luta diariamente por melhores condições de vida, tal como do outro lado, afinal tal como em todo o mundo.

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publicado às 21:09

O Corneteiro Lopes

por neves, aj, em 23.08.09

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Uma história de amor ou a história de um militar português que combatia pelas forças independentistas brasileiras e que durante a Batalha de Pirajá (Bahia, Novembro de 1822) em vez de tocar "a retirar", como lhe tinha sido ordenado, tocou a ordem de "avançar cavalaria degolando" que fez com que as tropas lusas se assustassem revertendo a desvantagem inicial para a vitória na pleja. Das razões que assistiram Lopes, de 40 anos e radicado há 20 por terras brasilenses, nada consta nos calhamaços de História, mas em filme acabado de ser rodado nada melhor que o amor a uma escrava para explicar a troca de toques já que a necessidade de não sair derrotado era condição para viver feliz com a amada, caso contrário seria feito prisioneiro e julgado por traição à Pátria. [Blogue da Embaixada]

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publicado às 08:40

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