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In Love

por neves, aj, em 17.12.09
Voz do Seven in sapo.pt

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publicado às 20:25

A chuva de ontem

por neves, aj, em 17.12.09

Ontem, lá pelas 18 horas, choveu com relativa intensidade por aqui pela minha zona. Contudo não fui apanhado. Não fomos, melhor dizendo. Estou preciso no horário, porque uma hora antes tinha ido levar a Piruças 4patas fazer a sua higiene corporal [tinha hora marcada, ora] e quando nos preparávamos para regressar a casa caiu uma forte bátega durante uns lagos minutos que nos fez aguentar os cavalos sob o tecto do cabeleireiro de cães aí durante um quarto-de-hora. Precavido, já que à partida o céu mostrava-se carregado de nuvens escuras, tinha levado as albardas: uma capa para cada um de nós, porque como diz o Povo, não carregam e podem ser úteis para escapar. Neste caso escapar à chuva que embora mais mansa não deixava de cair. E as capas foram bem úteis sim senhor. Chegámos a casa mais ou menos enxutos, exceptuando a minha careca, claro, e as orelhas da minha 4patas que teimosamente fez questão de vir a caminhar, devagarinho é certo porque até havia algumas rampas a vencer mas sempre em passo certinho, tendo eu apenas o "trabalho" de com puxões delicados mas firmes na trela orientar o caminho ao animal. Lembrai-vos que ela, a minha cachorra, tem muita dificuldade em ver, eu às vezes penso que está completamente cega mas o seu comportamento em outras situações indica-me que provavelmente ainda enxerga qualquer coisinha. Em jeito de brincadeira apetece dizer que eu é que funciono como cão-guia, só que não fui treinado na Beira Aguieira em Mortágua e sim na ditosa Santa Comba Dão, uns eternos 11 quilómetros mais para o lado.

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Para ornamentar esta entrada não publico, propositadamente, foto de ruas alagadas pela cidade nem de quadro qualquer de paisagem urbana encimada por nuvens carregadas ou por trovões, preferindo essa em tons belos de azul que curiosamente retrata acontecimento já fora da cidade exactamente ao quilómetro 14 da Rodovia Raposo Tavares, afinal uma via em tudo semelhante às auto-estradas portuguesas, larga, faixas nos dois sentidos com separador central só que em vez de portagem tem pedágio, caro também e motivo de protesto constante dos utilizadores, afinal tal como do outro lado do Atlântico. A razão que me levou a escolher esta fotografia de entre as publicadas peloportal uol está relacionada com cena que me aconteceu por aqui por terras brasilenses ainda eu nem conhecia muito bem a rua onde resido. Torna-se necessário referir que os cabos condutores de electricidade são amparados e distribuídos pela cidade por postes de concreto ou cimento deveras fortes e que de xis postes em xis postes é comum vermos um transformador "pendurado" num desses citados mastros que com o tempo e o peso vão até vergando, apesar da sua forte estrutura. Acontece que, precisamente em frente à larga vidraça da sala cá de casa encontra-se um desses postes com um transformador. Como disse, eu ainda estava cá há pouco tempo e, provavelmente, ainda nem tinha experimentado a força das trovoadas. Um belo dia ao cair da noite chovia e trovejava, não sei se com muita intensidade, mas o que sei é que eu estava à janela, felizmente não debruçado, apenas observando do lado de cá se me faço perceber, quando um barulho ensurdecedor se fez ouvir quase na ponta do nariz e todo o cenário à minha frente se iluminou obrigando-me a virar instintivamente a cara e a recuar. Durante momentos até parecia que estava cego de luz já que abria e cerrava os olhos e apenas via um clarão.Chiça, caros amigos e amigas, foi cá umcagaço que nem vos conto, mas ao contar-vos esta história real e pessoal ficais assim também a saber o que se passou num poste aos 14 KM da Raposo Tavares: a explosão de um transformador.

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publicado às 08:35

Sertão Sem Fim

por neves, aj, em 17.12.09

Pelo fotógrafo brasileiroAraquém Alcântara.

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"Escolhi mapear o sertão como espaço geográfico o mais desabitado possível, a partir do norte de Minas e depois os interiores de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará, lugares que não estão no mapa, esquecidos pela civilização, mas que ainda mantém uma natureza primordial e intocada. No livro está o sertão de terra dura, ocre, agreste, banhado pelo sol escaldante, de estradas empoeiradas, lajedos e pedras calcinadas... Pobreza, fome, seca, fadiga, o amor e o sangue, a possessão das terras, as lutas pelas cabras e carneiros, a vida e a morte, tudo que é elementar no homem está presente nesta terra perdida", diz o fotógrafo Araquém Alcântara.

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publicado às 06:51




  


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