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Voz do Seven

... de São Paulo a Santa Comba Dão!

Voz do Seven

... de São Paulo a Santa Comba Dão!

Parabéns à Zerita

neves, aj, 22.10.10

[...  e muitos anos de vida mais]

Hoje a avó de minha filha e minha sogra também [porque sogra é eterna dizem os homens das leis] acrescenta mais uma folha ao livro da sua vida.

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Porque está a atravessar momento de saúde delicado [contudo enfrentado com a coragem e a boa disposição que dela sempre foram atributos] cumpre-me antes de mais desejar-lhe rápidas melhoras e depois que esta folha primeira da década de oitenta tenha chegado discretamente leve mas mui perfumada com odor de rosas multicolores e belas, contudo livres de espinhos porque afinal já chega de tanta agrura na vida.
Um abração do tamanho da montanha que nos separa.
Neves, AJ

O meu cantinho

neves, aj, 19.10.10

[ o Atlântico é demasiado pequeno...]

Um dia destes falei-vos no mais belo dos meus espaços preferidos, onde vive A Sobreira, o Largo do Outeirinho também conhecido como Mirante ou Miradouro, lugar aprazível da ditosa Mãe-terra que acompanhou o meu desenvolvimento de criança e adolescente, as minhas brincadeiras também, e ainda me proporcionou momentos de indescritível bem-estar.
Hoje apresento-vos o meu cantinho preferido deste lado do Atlântico, que apesar de estar situado em cidade com população mil vezes superior e à distância de oito mil quilómetros daquele espaço que assistiu às minhas primeiras esfoladelas nos joelhos tem ambiente que em muito se assemelha: calmo e tranquilo, contudo apenas durante a noite e alvorada, porque durante o dia o desassossego aparece devido à barafunda automobilística, e onde até posso escutar ao raiar da aurora o chilreio dos periquitos, curiosamente bem maiores dos que eu até agora conhecia e que se apresentam sempre vestidos de [belíssima] plumagem verde.

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Propositadamente apresento-vos foto que não retrata o exterior, para assim já poderdes concluir que até os meus hábitos de vida rodaram uns 150 graus, talvez para a esquerda para continuar a ser coerente e tentar mostrar que os Novembros não me envelheceram a mente, e não direi os costumeiros cento e oitenta porque nem os pregadores são perfeitos, apesar da lábia com que nos tentam enrolar. É, é verdade, meus estimados [e estimadas, porque ainda tenho gente no feminino que gosta de mim], este vosso amigo que vos escreve deixou a rua e refugiou-se entre quatro paredes. Mais caseirinho, como soi dizer-se, não por imposição mariana [por aqui não se usa "pagar para a ponte", apesar de que bananas há em todo o lado] nem pela tão apregoada violência [que felizmente nunca vi ao vivo e espero jamais ter contacto com ela], antes sim por opção, afinal agora tenho um lar, não rico, claro, mas também não miserável, onde as maiores riquezas serão a Maria, a Piruças 4patas e esta velha máquina que me permite estar sempre convosco, com os amigos, estar sempre atento ao que se vai passando pelo pequeno rectânculo [e ilhas adjacentes, porque se impõe a referência] e que até me permite mandar umas alfinetadas no leão que o meu mano Vasco continua defendendo com unhas e garras, e ainda ouvir [e ver] a eterna pequerrucha de um pai, apesar de ter crescido e já ser bem mulher.
O [meu] cantinho tal como se apresenta foi montado durante a última Copa 2010, onde do meu lado direito nessa parede forrada a madeira "preguei" os símbolos das duas Pátrias que gostaria de ver mais unidas, longe desse conceito lamechas de "Pátrias irmãs" antes sim de duas Nações independentes, situadas em continentes diferentes e distantes, com culturas mui próprias e mui distintas, embora com inúmeros laços culturais e de sangue, note-se, e de Língua, note-se muito bem, que as condenou a viver perpetuamente enleadas e não de costas viradas como se vê em tantas situações. Culpas? De ambas as partes, garantidamente, e se não especifico situações é porque o bom senso de estrangeiro em casa "alugada" e, por outro lado, o meu patriotismo lusitano, me impedem de divulgar algumas atrocidades tantas delas preconceituosamente primitivas como são aquelas de não se reconhecer como um dos nossos os filhos gerados em terra alheia e impor-se uma portagem [pedágio] para entrada na nossa terra quando afinal a História nos diz que os os nossos [garbosos e valentes] ancestrais invadiram a terra habitada pelos antepassados deles, tomando-a sua.

Páscoa alta

neves, aj, 19.10.10

... no próximo ano de 2011, conforme nos diz o Calendário 2011 que acabámos de construir, a Páscoa é no último Domingo de Abril, dia 24. Diz a sabedoria popular que a "Páscoa é alta" e por essa razão as restantes festividades ocupam no calendário uma posição "meio estranha", diferente do habitual. Que o diga o Feriado Municipal da nossa ditosa Santa Comba Dão.

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clicar para aceder a entrada sobre o Calendário 2011

Quando se constrói um calendário, pode-se começar por preencher, como nós temos por hábito, os meses do ano aproveitando o calendário do ano anterior. Marcam-se os Domingos e os dias de feriado fixos. Para marcar os feriados móveis ligados ao catolicismo torna-se obrigatório determinar o Domingo de Páscoa já que é a partir dele que as outras festividades são marcadas: Carnaval [uma Terça-feira], véspera da Quaresma, é o 47º dia antes da Páscoa e o Corpus Christis ou Corpo de Deus [uma Quinta-feira] é o 60º dia após o Domingo de Páscoa. Pelo meio, já que é de interesse dos santacombadenses, aparece a Quinta-feira de Ascensão, o 39º dia depois da Páscoa. Falta dizer, afinal o mais importante, que o Domingo de Páscoa é o primeiro Domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre depois do equinócio de Março [que ocorre quase sempre no dia 21, mas se acontecer antes e se 21 for Domingo e dia de Lua Cheia jamais pode ser Páscoa, por norma da Igreja que tem regras específicas para determinar essa Lua Cheia um pouco diferentes das regras astronómicas]. Por palavras mais directas e pelo que lemos podemos garantir que a Páscoa jamais pode acontecer a 21 de Março, ocorre obrigatoriamente entre 22 de Março e 25 de Abril.
Esclareça-se que já pululam por aí programas que nos ajudam a determinar a Páscoa com um simples clique, como aquele de que nos servimos e que se encontra à disposição de todos na coluna dos links da Casa-Mãe do Voz mas também na entrada que fizemos especialmente sobre o Calendário 2011 e que  pode ser acedida com um clique na imagem. A propósito diga-se que com o dito programa só temos o "trabalho" de determinar a Quinta-feira de Ascensão.
Nota - para desfazer algum "mal-entendido" que possa surgir com o duração da Quaresma esclareça-se que para os católicos o "tempo de Quaresma" é realmente de 40 dias, mas "em tempo corrido", no calendário, esse período é de 47 dias. Esta diferença acontece porque para a Igreja, os Domingos são já dias "dedicados ao Senhor" e como tal são excluídos do "tempo de Quaresma".

PR em Santa Comba Dão

neves, aj, 17.10.10

Mais perto

neves, aj, 16.10.10

... amanhã ficaremos mais perto de "casa".

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Hoje, dia 16 de Outubro de 2010, encontramo-nos a 4 horas de diferença  de Portugal ["atrasados", para "menos" porque estamos para ocidente], mas amanhã ficaremos a apenas 3 horas [do Continente e da Madeira, porque dos Açores apenas duas].  A causa é a entrada em vigor da Hora de Verão aqui no Brasil como divulgamos em entrada própria no Voz 2.  No entanto, esta diferença horária de 3 horas, curiosamente a que na verdade os fusos horários determinam, só se irá manter até ao final do mês, precisamente até ao dia 31 de Outubro [último Domingo] quando em Portugal entrar em vigor o Horário de Inverno com o consequente atraso de 1 hora nos relógios oficiais.  Brasília e Lisboa ficarão na sua menor distância temporal: 2 horas apenas, diferença que se manterá até 20 de Fevereiro de 2011 quando no Brasil findar a Hora de Verão... estas diferenças poderão ser melhor entendidas naDança das Horas, documento que preparámos há uns anos. Um clique no mapa permite ligação a página do portal uol onde nos é relatado, entre outras "curiosidades", que o Brasil conta economizar 80 milhões de reais [34 milhões de euros ao câmbio de hoje] com esta mudança para a "hora nova".

A Sobreira

neves, aj, 16.10.10

"não é uma mera sobreira, mas, sim, aquela que reside no mais belo dos meus espaços preferidos, o Outeirinho, onde cresci"

... claro que a Sobreira vai grafada com inicial maiúscula porque é uma companheira com quem convivi durante muitos anos, décadas. Simpática e bela, conheci-a quase sempre vestida de cortiça, contudo também nua de tronco, de nove em nove anos, esclareça-se, em nudez que de início se revela em tons avermelhados como carne e que depois vai escurecendo como se peças de vestuário vá vestindo.
Ofereceu-me toneladas de companhia ao longo da sua vida que não sei a idade, mas que desejo ainda mui longa, para além de sombra, muita sombra, montões de sombra e também, claro, quilolitros de ar fresco por agitação das suas folhas verdes em resposta a lufada de vento passante, tornando muito mais agradáveis os momentos em que lia livro ou jornal ou simplesmente apreciava a paisagem sentado num dos bancos de granito sob a sua copa, contudo a outros teria oferecido muito mais, cobertura silenciosa de inúmeras falas e carinhos, beijocas e promessas de amor muitas delas que não teriam passado disso mesmo, de promessas.

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A foto encontrei-a por aí, não vou dizer onde porque foi surrupianço de local que não me fica bem tornar público, e é relativamente recente, creio que de 2009 ao contrário desta com chancela de 2002, o ano em que transpus o Atlântico, e que foi por mim captada porque me preocupei em trazer, tal como o pedaço de granito ou o punhado de terra do quintal, alguns desses pedaços [o das raízes ou origens] que impedem que um homem se despedace quando faz contas à vida.

 

Frio em São Paulo

neves, aj, 13.10.10

... a imagem é realmente invernosa, apesar de pessoalmente não acharmos que tenha estado assim tanto frio. Contudo, registe-se, que este Beirão voltou ao baú para [re]colocar o cobertor que já tínha tirado da cama.
Primavera esquisita esta!

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Insectos em imagem

neves, aj, 13.10.10

... a formiga pote-de-mel, "prenhe" de néctar noabdómen, afinal uma reserva alimentar, é um dos 150 insectos que o entomologista Richard Jones reuniu em livro, no "Extreme Insects". Um clique na imagem leva a pequeno álbum onde outros inusitados insectos podem ser apreciados.

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