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Albino Cabideque

por neves, aj, em 13.03.12

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um clique para foto ampliada

... Albino Figueiredo [Cabideque] está umbilicalmente ligado a uma família de barbeiros da ditosa Mãe-terra de Santa Comba Dão e, apesar de eu não ter ideia de ele ter exercido a profissão a tempo inteiro, cheguei a vê-lo a dar uma mãozinha ao irmão Salomão proprietário da barbearia fundada, segundo me consta, pelo pai Cabideque. Vem bem a propósito recordar outro que costumava fazer um biscate na barbearia, o [também] saudoso mano Celestino [Serrote], outra figura ímpar da nossa Santa Comba Dão do qual lamento não possuir fotografia para [também] lhe fazer justa homenagem.
Do homem simples e popular que foi o Albino sei ainda que foi emigrante por terras de França ou Luxemburgo e a minha memória de meninice fala-me com clareza que exerceu a profissão de carcereiro quando a cadeia da então Vila era no Largo da Praça [oficialmente Largo Oliveira Salazar].
Um clique na imagem publicada leva [a mais uma] página de ROSTOS DE SANTA COMBA DÃO onde a mesma pode ser vista em ampliação e ainda a fotografia de um Carnaval em Santa Comba Dão [da autoria do mano Vasco] de onde a dita foi recortada.

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publicado às 20:30

Tio-velho

por neves, aj, em 13.03.12

[e vão onze]

... penso eu de que na voz de uma criança, tio-velho não significará necessariamente idoso antes sim tio da geração anterior, da que lhe deu origem, em suma, tio de um dos pais. Tio-avô!

Achei piada à expressão, diga-se de passagem. Ela foi-me dita há já mais de um ano durante curto bate-papo no facebook mas atente-se que não foi propriamente por um dos retratados [sim por um primo] e se me socorro desta [bela] foto para embelezar a entrada não é por questão preferencial e sim porque a mãe minha sobrinha não me colocou objecção alguma em colocar a imagem dos pirralhos a dar voltas ao mundo. Ademais, o quadro revela-nos uma particularidade assaz curiosa: é que três dos abonecados vieram ao mundo de uma assentada, fenómeno que não deve considerar-se raro mas que também não é muito comum ver-se.

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Pegando em papel e caneta faço as contas: dois mais dois dá quatro [do lado do mano mais velho] e de seguida [do lado do mano dois] vêm dois mais quatro [os fotografados] e mais um que dá sete. Somando chego ao valor onze. Onze sobrinhos-netos, uma equipa de futebol [claro que a esperança de o onze vir a crescer é bem real]. Ao enviar carinhoso abraço para toda a equipa [sem distinção] faço ainda um pequeno pedido aos pais meus sobrinhos: que não lhes deixem de dizer que lá longe do outro lado do oceano há um Neves que não se vai esquecer que existem, que torce por eles e que tem orgulho de ser o seu tio-velho!

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publicado às 10:22




  


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