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FLORES DE IPÊ

por neves, aj, em 07.09.23

flores de ipe.jpg

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publicado às 14:50

À ESPERA DO BUSÃO

por neves, aj, em 07.09.23

espera bus.jpg

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publicado às 14:46

ARRANJOS FLORAIS

por neves, aj, em 07.09.23

ARRANJOS.jpg

... em casa da especialidade (cruzamento das ruas Cerro Corá e Heitor Penteado).

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publicado às 14:11

LEVITANDO

por neves, aj, em 07.09.23

levitando.jpg

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publicado às 13:59

VEM A MIM

por neves, aj, em 07.09.23

vem a mim.jpg

... e ela veio.
No percurso, a foto da ordem.

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publicado às 13:47

A ORQUÍDEA DO CHICO

por neves, aj, em 07.09.23

orq chic.jpg

... foto só possível graças ao belo trabalho do "assistente de iluminação", Francisco Martins Moraes.

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publicado às 13:19

MADAME EDUARDA

por neves, aj, em 07.09.23

eduarda.jpg

... é uma destas que me aconchega algumas compressas de gaze, embebidas com um "produto", contra a minha estimada borrega parida no calcanhar, de modo a auxiliar na cicatrização.
Permite, ainda, uma certa protecção.
É, afinal, uma atadura. Esta tem 1,8 metros e o material é crepom.
Por Portugal direi que é uma ligadura de crepe, com 1,8 metros.
(duas linguagens diferentes, mas perfeitamente entendíveis)

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publicado às 13:08

7 DE SETEMBRO - 201 ANOS DE INDEPENDÊNCIA

por neves, aj, em 07.09.23

indepem.jpg

... neste dia de 7 de Setembro, mas do ano de 1822, D. Pedro de Alcântara (regente do reino em substituição de seu pai D. João VI, rei do reino unido de Portugal e Brasil) proclamou a Independência do Brasil ante o Reino de Portugal.
Ficou imortalizado o seu grito de "Independência ou Morte", às margens do rio Ipiranga.
No dia 12 de Outubro desse mesmo ano, D. Pedro foi aclamado Imperador e a 1 de Dezembro foi coroado como D. Pedro I.
Os Estados Unidos foram o primeiro país a reconhecer a independência do novo país e Portugal, a nação colonizadora, só o veio a fazer em 1825, 29 de Agosto, através do "tratado de Paz e Aliança" entre os dois países (curiosamente, o Brasil concordou em indemnizar Portugal em dois milhões de libras esterlinas, o valor da dívida de Portugal para com a Inglaterra).
A foto foi feita ontem, numa tarde ventosa em que a Bandeira do Brasil em frente ao supermercado Mambo tremulava com todo o esplendor.

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publicado às 13:06

BORREGA ENJAULADA

por neves, aj, em 07.09.23

cansado.jpg

... estou cansado, farto e saturado.
Com dores, sem discernimento nem paciência, sequer, para fazer uma sopita para combater o frio que hoje se faz sentir em São Paulo, após uma semana de calor.
A minha couraça já não aguenta esta oscilação térmica.
Velhice pura.
Depois elas acontecem, depois de um calorzão sente-se frio, e, depois, busca-se calor nas bolsinhas de água quente para dormir que nem lorde e, "ó despois", vindo do nada, aparece uma pequena borrega.
Borrega.
Eu sou da família dos "borregos", da parte da minha avó paterna, Aida de Morais, filha de um Coimbra que também era Carneiro (filho de carneiro borrega é), de alcunha, mas a borrega que gerei é aquela empola erupção na pele, entre a derme e a epiderme, em que há acumulação de serosidade, também conhecida como bolha.
Pois a minha bolha nasceu borrega (na quarta-feita, dia 30 de Agosto), mas depressa se tornou bezerra.
Numa urgência tentaram liquidar esta minha bezerra, com uma choupa fina chamada agulha, mas ela não se deixou finar às primeiras.
Borbulhou, mas não se finou e empolou, novamente, embora de forma mais suave. Ficou avermelhada, no seu seio, de um vermelho-escuro que o povo diz que é cor de "sangue-pisado".
Na verdade tem sido martirizada, pisada, porque eu preciso de andar.
Senti-me obrigado a regressar ao "hospital", como já contei.
Agora, moribunda, sem hipóteses de voltar a ser bolha, é como que um mapa em relevo de uma ilha vulcânica num mar de sofrimento chamado calcanhar.
Quer eternizar.
Resiste.
Apetece-me roer-lhe as entranhas.
Hoje voltei à UBS Alto de Pinheiros para "fazer o curativo".
O enfermeiro gostou, diz que estava melhor (resta saber se estava melhor para mim ou para a bolha, é que parece que me estou a apaixonar por ela, apesar das dores, mas todo o amor dá dor dizem os entendidos... eu não o afirmo porque sou cepo na matéria).
Achei na mesma, ponto final, parágrafo, travessão.
"Vamos continuar com a lesão fechada", disse o enfermeiro.
(entenda-se fechada como tapadinha, esterilizada, com um "stop" às bactérias, só com um pequeno auxílio à espera que a Natureza faça o que deve e daqui a uns dias cortar aquelas peles velhas que vestiam a borrega).
Enquanto uma colega tratava de mim, o enfermeiro foi-me avisando para eu tomar atenção ao que a dita colega fazia, para na próxima sexta-feira fazer igual: é que como amanhã é feriado nacional (Independência do Brasil), o posto vai "fazer ponte" e, sendo assim, só reabre na segunda-feira.
Deram-me gaze e ataduras (pra um português é ligaduras), uma pomada, afinal hidrogel, e uma "malhinha", uma espécie de camisinha para aconchegar tudo.
Vamos lá ver se, na sexta ou sábado, ou vou conseguir algo parecido como o que me fizeram hoje e que está à vista aí na foto.

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publicado às 13:05




  
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  • neves, aj

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