Perdida em casa
... não propriamente em casa mas na cidade que a viu nascer e com mais propriedade na imensidão da Paulista.
Estávamos em 2002, o meu primeiro ano, e preparávamo-nos para passar o Réveillon, o meu primeiro por terras tupiniquins, aqui mesmo na Avenida acompanhados de muito mais do que um milhão de pessoas. Jurámos para nunca mais, verdade seja dita. Ponto alto deste dia de 31 de Dezembro de 2002 foi, certamente, a corrida de São Silvestre, agora não tão famosa quanto as edições mais antigas contudo sempre rodeada de uma áurea muito especial. Pessoalmente adorei, embora o horário me tenha traído já que deixou de ser realizada na entrada do novo ano e sim ao princípio da tarde. Pena é, também, que agora já não atravessem o Atlântico atletas da craveira de Carlos Lopes e Rosa Mota, esta a maior das campeãs [seis vezes se a memória não me falha].
