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Tanto Mar

por neves, aj, em 07.05.11

... estávamos em vésperas do Euro 2004 e a organização veio cá a São Paulo fazer a divulgação. Recordo que fomos equipados em tons lusos [nos ombros da Maria dava nas vistas o lenço que trouxe comigo desde a santa terrinha] em busca do evento mas quando lá chegámos só vimos mesas e cadeiras vazias com as bandeiras a fazerem a guarda de honra e umas meninas a distribuir material de divulgação colocado dentro de uma saca-plástica com as cores e o logótipo do Campeonato Europeu de Futebol de 2004. Já nem me lembro bem o que teria acontecido para darmos com as ventas na porta.

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Tirei umas fotos para mais tarde recordar, o que está a acontecer agora neste exacto momento... o título desta entrada, evocado nas evocações, é assim como que pequena homenagem a Chico Buarque o obreiro de Tanto Mar, feito em duas versões já que uma delas foi censurada pela ditadura brasileira.

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publicado às 20:00

A [barata] tonta da Paulista

por neves, aj, em 11.04.11

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... saiu-me na rifa no último dia do ano de 2002 e fiz-lhe a vontade retratando-a, afinal era dia de festa: a corrida de São Silvestre tinha findado e o pessoal cirandava pela artéria mais famosa de São Paulo fazendo horas pra Passagem do Ano. Curiosamente já a vi na TV em defesa de direitos que diz que não tem, pois ao que parece é figura importante no meio, no seu meio. Nove anos depois faço a tonta descomplexada e assumida, palavras suas, rodopiar p'lo mundo afora. Ora então que gire sem parar e que viva feliz sem mais me chatear.

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publicado às 07:56

A gata do Canindé

por neves, aj, em 06.04.11

Canindé é bairro da cidade de São Paulo [subprefeitura da Mooca], mas é também o nome popular do Estádio Dr. Osvaldo Teixeira Duarte, propriedade da Portuguesa de Desportos, e ainda de toda a zona que o envolve onde a Lusa tem também a sua sede social e outras mais instalações como piscinas, pavilhões, restaurante, adega, e até uma gruta da Srª de Fátima. 

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À altura, as instalações da Lusa eram agradavelmente cativantes e um belo dia lá fomos passar um Sábado. Eu estava por cá havia poucos meses, nem sabia ainda que o pessoal não é lá muito chegado a fazer piqueniques, vá lá saber-se porquê. Lá p'las instalações havia [e ainda deve haver, claro] um pequeno restaurante, uma lanchonete, mas nós levámos farnel de casa e assentámos arraiais sob aquele alpendre que se vê na foto onde existiam umas mesas e bancos em cimento, porque o tempo devia estar encoberto, a olhar p'la foto. Fomos convidados a visitar a sala de troféus e até tirámos foto sob o galhardete da Briosa [esteve por cá em digressão no ano de 1971], curiosamente ao lado do do Real Madrid. Um dia destes provo-o. Na banca dos souvenirs comprei uma caneca de louça da Lusa que só pode ser usada por mim [porque está lá bem expresso, "para uso exclusivo de um lusitano"] mas eu deixo a Maria usar já que ela gosta de tudo que a nós, lusitanos, diga respeito: como o prova o lenço que que lhe cobre os ombros [usado sempre quando a ocasião é propícia] e que adquiri no Airinhos na ditosa Mãe-terra antes da travessia. Ah, a gata... claro que engraçou comigo porque lhe enchi a pança de franguinho e outros petiscos e como me viu agachado lá devia ter pensado que ia lamber os beiços mais uma vez. Nem sei se lambeu, não me lembro, já lá vão quase nove anos.

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publicado às 11:15

Perdida em casa

por neves, aj, em 02.04.11

... não propriamente em casa mas na cidade que a viu nascer e com mais propriedade na imensidão da Paulista.

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Estávamos em 2002, o meu primeiro ano, e preparávamo-nos para passar o Réveillon, o meu primeiro por terras tupiniquins, aqui mesmo na Avenida acompanhados de muito mais do que um milhão de pessoas. Jurámos para nunca mais, verdade seja dita. Ponto alto deste dia de 31 de Dezembro de 2002 foi, certamente, a corrida de São Silvestre, agora não tão famosa quanto as edições mais antigas contudo sempre rodeada de uma áurea muito especial. Pessoalmente adorei, embora o horário me tenha traído já que deixou de ser realizada na entrada do novo ano e sim ao princípio da tarde. Pena é, também, que agora já não atravessem o Atlântico atletas da craveira de Carlos Lopes e Rosa Mota, esta a maior das campeãs [seis vezes se a memória não me falha].

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publicado às 10:22



  


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